Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Como já dizem: ninguém joga pedra em árvore de fruto ruim, pois é pura perda de tempo. Costuma-se derrubar o fruto da árvore que tem o melhor a oferecer.
O puerpério é um tempo de autoconhecimento, onde você vai se descobrir mãe. São como ondas do mar, as vezes mais calmas, as vezes revoltas, mas mantém a sua beleza, seja nos dias mais ensolarados quanto nos dias mais tempestuosos.
E quando dança
O tempo para
Adentra em nova dimensão
Sem medos e sem falácias
Pouco a pouco
A curar a alma!
" Algumas quedando,
Outras cortando e aparando
No talo
Na bolada
E na mão,
É tempo de soltar pipas
Chegou o verão".
Quero agradecer a todos vocês por tirarem um tempo para me parabenizar.
Saibam que meu dia foi mais que especial com o carinho de todos vocês.
Tudo que me desejaram, eu desejo em dobro a cada um.
...... GRATIDÃO.....
Mulher um ser indomável... E no mesmo tempo amável
Uma flor forte e perfumada ... No mesmo tempo delicada..
Uma estrela única e rara...No mesmo o sol e a lua para nossos dias iluminar
Que fase
Ontem lembrei de ti como rotina
E se repete volta e meia
Entendi que tempo altera clima
Assim como maré de Lua cheia
Tempo ao Tempo.
Fim do mundo.
Revendo minha coletânea de shows gravados em DVDs, deparei-me com "Eduardo Dussek é o Show", gravado no Rio de Janeiro em julho de 2011.
Chamou-me atenção, mais especialmente, a canção Nostradamus, interpetrada por ele ao som único de seu piano, com seu característico bom humor e ironia refinada.
Referido show, em sua íntegra, é facilmente encontrado no YouTube.
Eis a letra de Nostradamus:
"Naquela manhã eu acordei tarde de bode.
Com tudo que sei, acendi uma vela abri a janela e pasmei.
Alguns edifícios explodiam, pessoas corriam
Eu disse bom dia e ignorei.
Telefonei pra um toque tenha qualquer e não tinha
Ninguém respondeu, eu disse: Deus, Nostradamus
Forças do bem e da maldade
Vudu, calamidade, juízo final, então és tu?
De repente na minha frente a esquadria de alumínio caiu jnto com vidro fumê, o que fazer? Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer, gritei, ninguém ouviu
E olha que eu ainda fiz psiu.
O dia ficou noite, o sol foi pro além
Eu preciso de alguém, vou até à cozinha
Encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, Zé
Eu falei, eu gritei, eu implorei
Levanta... e serve um café... que o mundo acabou..."
Inspirado nessa canção de Dussek ouso dar uma outra conotação ao seu final, evidentemente sem a harmonia da melodia:
acorde!...levante!... e beba um café...que o mundo não acabou...
Tempo ao Tempo.
Lanterna dos afogados.
A "lanterna dos afogados" é, apenas,
um ponto de referência. No entanto, às vezes, pode ser um ponto de encontro.
Vivemos num tempo em que os que dormem mais profundamente se consideram os “despertos”. Nunca vivi num mundo tão “fake” como esse. Meu antídoto, minha vacina, meu antivírus contra tudo isso tem sido continuar acreditando no poder do amor para escapar dessa Matrix.
Pessoas tolas agarram-se a oficios feito trabalho ou alguém, dedicando seu tempo a anular-se.
Esquecem que em breve cairão doentes e em seguida mortos.
Inconscientes abdicaram o tudo da vida por devoção a estes alvos imaginando que mudarão os tais ao seu modo próprio de ver a vida.
Porém num futuro próximo desencarnarão odiados, mal falados, endemonizados e pior, infelizes e arrependidos.
A vida não precisa ser uma jurisprudência.
Cada dia que passa, nosso tempo de vida diminui, mas enquanto estamos vivos, podemos rever nossos erros e procurar ser melhores, para quando chegar o dia de partir, possamos deixar um legado de amor e fé 🙏
Temos que saber esperar, ter paciência, deixar que o tempo se encarregue em preparar todas as coisas.
Para que no momento certo possa revelar tudo de uma forma clara e objetiva; a existência de toda a verdade.
Ricardo Baeta.
