Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
“Vim contar pra sua alma e pro seu coração que da desilusão de um amor eu já provei.
Eu vim contar que também sofri e muitas vezes me desesperei. Foi grande a dor que eu senti
E desde então eu me toquei, que sem amor, sem ilusão, a minha vida é em vão
Isso é morrer.
Eu sei que parte do que eu passei foi culpa minha porque deixei, que outro alguém me dominasse assim.
Sei que preciso cuidar mais de mim”
Em mim eu carrego todas as cores do mundo. Posso ser o branco pregando a paz, e também o preto sombrio. As cores que vou refletir, vai depender da cor que você tem nos olhos.
As vezes acredito que você vê as coisas da minha maneira, que age como eu, e me pego em pensamentos confusos, por que faria isso? Com a certeza da conclusão de que estou me enganando, você não pensa como eu, e não agiria como eu. Só eu me permito a sacrifícios desnecessários. Que machucam somente a mim. E a pergunta que não me quer calar, onde eu quero chegar?
É, eu sou sim dessas garotas que acreditam no amor de verdade. Que se encantam com uma frase romântica, que se derretem assistindo um romance qualquer. Sou dessas que acredita na força do perdão e que um pedido sincero de desculpas feito com os olhos e o coração merece ao menos respeito. Sou dessas e com muito orgulho. Se não entende, ao menos RESPEITE.
Eu estava ali, vendo cada lágrima de felicidade, que você teimava em esconder, escapar dos teus olhos. E foi lindo. Logo você, "O homem que não tinha mais lágrimas para chorar".
E logo eu, que sempre tive palavras para tudo, não achei nenhuma que descrevesse o que senti ao te ver ali. Tão puro. Tão bem. Tão feliz. Tão tudo que sempre desejei pra ti.
Algumas pessoas deveriam agradecer o meu silêncio. Mal sabem o que pode acontecer quando eu realmente começar a falar.
" Eu Acho Que A Sua Teimosia E O Seu Sorriso Foram Os Detalhes Essenciais Pra Mim Se Apaixonar Por Você "
A cada dia que passa o mundo está sendo destruído, eu tenho fé no meu Senhor que mim conduz ao infinito.
Estava vivo, e agora encontra-se morto; falava-me, o seu espírito prestava atenção ao que eu lhe dizia, mas hoje já nada disso existe: resta apenas aquele túmulo - mas repousa ele nesse túmulo, tão frio como a própria sepultura? Erra a sua alma em redor desse monumento? Quando eu penso nele é a sua alma que vem assolar a minha memória? O hábito traz-nos de novo, contudo, ao nível do homem comum.
Quando o seu rasto se tiver apagado - não há dúvidas de que ele morreu! - então a coisa deixará de nos incomodar.
(...)
Eles passam metade da sua vida a analisar, uma a uma, as mais pequenas coisas, a verificar tudo o que já se sabe; e a outra metade, passam-na a colocar os fundamentos de um edifício que nunca chega a levantar-se...
O sorriso, e o olhar crítico, são grandes e verdadeiros disfarces que encobrem a insegurança que eu carrego.
E eu
Indiferente à sonolência da língua
Ouço o eco do amor há muito soterrado
Encosto a cabeça na luz e tudo esqueço
No interior desta ânfora alucinada
Desço com a lentidão ruiva das feras
Ao nervo onde a boca procura o sul
E os lugares dantes povoados
Ah meu amigo
Demoraste tanto a voltar dessa viagem
O mar subiu ao degrau das manhãs idosas
Inundou o corpo quebrado pela serena desilusão
Assim me habituei a morrer sem ti
Com uma esferográfica cravada no coração
Há em todas as coisas
a marca estranha
da minha presença.
Sons, palavras, imagens,
tudo eu desfiguro e torno falso.
As pessoas, à minha volta,
deslizam vagamente como sonâmbulos
- fantoches ocos de lenda...
Os sons,
se logram atravessar portas e janelas,
partem-se
no lajedo frio dos meus olhos.
Vai-se o sol
Onde o meu pensamento das trevas se poisa.
Oh! as minhas ilusões de claridade!
