Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Você me olhava com uma promessa imensa no sorriso, mas suas atitudes nunca saíam do papel. E eu, mergulhado na vontade de dar certo, confundi a sua falta de opção com reciprocidade. Dei palco para as suas desculpas porque queria acreditar que o problema era o tempo, e não a sua falta de querer.
Você usou a minha calmaria para abafar o caos da sua bagunça interna. Validou o seu ego com o meu cuidado, colhendo o melhor de mim enquanto me deixava apenas com as suas sobras. Fez com que eu me sentisse especial na mesma proporção em que me descartava quando a conveniência mudava de direção.
Você dizia que o nosso encaixe era raro, mas preferiu a pressa dos desapegos. Dizia que adorava a minha companhia, mas sumia sempre que a rotina exigia presença. Dizia que tinha medo de me machucar, mas usou justamente esse medo como escudo para não se comprometer.
E sabe o que deixa um nó na garganta?
É dar-se conta de que eu estava construindo bases sólidas para nós dois, enquanto você só queria um abrigo passageiro para os dias de chuva. Eu apostava no que a gente poderia ser, e você só se ocupava em ter certeza de que poderia ir embora a qualquer minuto.
Hoje, eu decido fechar essa porta.
Escolho resgatar a intensidade que gastei com quem era raso.
Escolho a certeza que você nunca soube me dar e a dignidade de não caber mais em espaços tão pequenos. Eu não aceito mais ser o rascunho de alguém que nem sabe o que quer escrever.
Se for resumir o meu caminho, puxa uma cadeira que eu te explico como os tombos viraram técnica de esquiva e como as madrugadas com o controle na mão viraram gestão de crise.
De que adianta?
De que adianta eu ter um dom e enterrá-lo no quintal de casa? De que adianta eu ter uma voz e não usá-la para o bem? De que adianta saber que minhas mãos receberam o dom de curar e, ainda assim, eu não tocar ninguém? De que adianta possuir o dom da palavra se eu escolho o silêncio quando eu poderia semear esperança?
Que tudo o que eu tenho, todos os meus dons e tudo o que sou, sejam colocados a serviço do bem que nasci para fazer!
Que tudo o que eu toque se multiplique, inclusive, eu mesma. Que tudo o que eu toque prospere. Que, em todos os lugares por onde eu passe, eu espalhe o amor. Talvez assim, eu tenha feito a vontade daquele que é superior.
Nildinha Freitas
que te acompanho
eu sigo teus beijos
de cada banho
reflete como me vejo
perfeição em paixão
mentira que se desfaz
por cada erro, tua mão
como posso ver mais?
essa mente coletiva
parasitas e demônios
adoram e a comem viva
daqui por mais quilômetros
te importo de bondade
luxúria se dissipou
mesmo que terá verdade
não sou o que buscou
bastardo eu pensar
que teria algo especial
ao teu lado, sensacional
para nunca mais terminar
abrirei para trancar de vez
meu coração
orarei para que tu livrareis
minha condição
te dê surdez, e não ouvirá
minha canção.
O que seria de mim sem você?
que eu diga pro vazio, o que ia querer?
essa lacuna que afunda, desculpa
mas tenho mais por continuar a luta
sem propósitos e afins
seria tédio, ou busca por ti?
meu coração tem as intenções
evitando tudo isso por segundas razões
fugir dos meus desejos
só adiará a resposta
o vazio gritaria por tanto desespero
a pergunta bateria na minha porta
Eu já disse vai embora, quando eu queria dizer fica aqui comigo,
Eu já disse coisas que machucaram, num ato de me machucar novamente;
Eu já disse nunca mais, quando nunca deixei de querer;
Eu já disse nem pensar, quando tudo era só pensamento;
Eu já disse que cansei, quando eu ainda tinha forças para lutar;
Eu já disse que não amava, quando eu amava perdidamente;
Eu já disse que não me importava, quando eu só me preocupava;
Eu já disse que estava bem, quando eu só chorava;
Mas...Nunca disse que tinha orgulho
E sem orgulho, consegui dizer tudo que sempre quis...
Eu perdi a confiança e então você morreu.
É curioso pensar que hoje eu posso ler algo escrito por alguém que viveu dois séculos atrás e me reconhecer ali, como se aquela pessoa ainda respirasse no mesmo tempo que eu.
Há uma comunhão invisível entre quem escreve e quem lê, uma ponte que desafia a distância do tempo.
Escrever é, de certa forma, se eternizar no efêmero.
Variedade
No que eu creio! Primeiramente creio num facto que é uma realidade! Em cada igreja, há uma crença; cada igreja tem uma doutrina sobre a bíblia! Cada igreja tem uma doutrina sobre teologia; cada igreja interpreta a bíblia de uma maneira. Isto inclui todos os assuntos da Bíblia: Deus, Jesus Cristo, idolatria, escolas de escatologia, etc, etc. Cada igreja tem uma interpretação. Por isso existem milhares de igrejas e milhares de interpretações bíblicas. E não me falem de amor ao próximo, pois ninguém ama alguém. Pois se amasse, não se separariam uns dos outros, a ponto de se separarem e magoarem.
Só hoje tive consciência disto; Depois de me ter apercebido de doutrinas diversas sobre: trindade, unicismo e tanta escatologia. Confesso que depois de ouvir: Judeus messiânicos, negando a trindade. Afirmando que os Judeus messiânicos, são a verdadeira igreja, a igreja igual à primitiva, que o Apóstolo Paulo era judeu messiânico; que não reconhecia a divindade de Jesus Cristo. Confesso que fiquei paralisado. Depois ouvi debates entre pastores, unicistas e trinitarios. E ao longo dos anos tenho ouvido tanta diferença de doutrinas, que se fosse olhar a isso , já seria ateu. Mas não sou ateu, ainda!
Depois pensei! Mas quantas interpretações tem a Bíblia? Não é só uma! Ou mais do que uma? No que creio eu? Eu sou pós-tribulacionista, Pré-milenista, um pouco preterista, mais futurista. Ainda creio na trindade, divindade de Jesus Cristo, Jesus como criador de todas as coisas. Depois pensei afinal não são só os Russelistas, mórmons e outros a terem certas doutrinas! Os Evangélicos também, cada cabeça, cada doutrina! E eu também tenho as minhas doutrinas! Mas estarei eu certo? Então orei ao Senhor Jesus: Ajuda- me! Sim tu és o único que me podes ajudar!
O homem se adapta e vive!
Há lugares que eu nunca imaginei viver, mas quem vive lá ama.
Tudo é adaptação e suas raízes.
#bysissym
Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.
Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.
" Uma Flor no meio do Obstáculos
