Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Eu sou o que nunca serei
Não tenho nada que seja meu
Minha vida atrasei
E hoje vivo nesse breu
Essa casa não é minha
Não tenho nada, nem ninguém
Só tenho a mente que aporrinha
O meu espaço e meu além
Perto das artes e longe das formas
Fácil pegar, difícil amar
Me procuro nesse breu
Nesse nada, nessa casa
Nessa sala, nessa vala
Na vida atrasada
Só procuro o meu eu
Mente, nada, breu, além
Espaço, nunca, vida
Sem, nada, tudo, o que e à quem?
Amor, arte, forma...
A dor, parte, goza...
Pra quem??
Eu não estou brava
Não, não estou
A vida é sua e você faz o que bem entender dela...
Mas isso não significa que não fique chateada...
Eu não sei o que faço...
Não consigo parar de me machucar nos meus próprios pensamentos
Eu durmo pra não ter mais que ouvir aquela voz mas... Meu sonhos me deixam pior... Eu não sei o que eu faço... Por que eu fui me apaixonar? Por que tem que doer? Por que minha cabeça gosta de me torturar criando conversas... Imagens... Q eu não gostaria de ver... Eu não quero ver, por favor para de me obrigar a ver isso.... Dói... Eu não quero mais.
“Eu não faço a menor ideia do que eu quero da minha vida. Não sei se quero cursar aquele curso que tô querendo cursar, não sei se vou ser boa naquilo, eu nunca me acho boa em nada, muito menos acho que alguém me ache boa em alguma coisa, aliás, eu nem sei se eu quero mesmo cursar alguma coisa. Eu não sei porque todos os dias eu tenho que acordar antes das 7 e ir pra escola, eu não presto atenção em nada mesmo, não tenho interesse em nada que tá dentro daquele lugar, por que eu tenho que ir? Eu não sei porque eu tô nesse mundo, não entendo qual é o propósito do ser humano, você já parou pra pensar nisso? No porque de você tá aqui, o que você tem que fazer e porque você tem que morrer, qual o sentido disso tudo? Faz 18 anos e eu não sei porque levanto da cama todos os dias, já levantei, tomei banho, botei maquiagem, vesti aquela roupa legal, vi aquelas pessoas que hoje não tão mais aqui, tirei a maquiagem, e deitei de novo. Acordei no outro dia e fiz a mesma coisa, pessoas novas, e saíram, e entraram. Por que as pessoas entram e saem da nossa vida também? Não entendo porque construímos histórias ao longo da vida pra sentirmos saudade ou raiva delas depois, não é mais fácil ter só uma? Não entendo também porque as pessoas são tão más, porque existe gente que gosta de ver a infelicidade dos outros. Ah, eu também não sei se sou feliz. O que é ser feliz? Às vezes me sinto bem quando tô com aquela pessoa que eu amo, que inclusive não sei se vai tá aqui amanhã. Isso é felicidade? Também não sei porque as coisas têm que ser tão confusas, por que as pessoas se desentendem? Eu não sei o que eu tô fazendo dos meus dias, não sei se eles tão completos, não sei o que falta, não sei o que eu deveria colocar, não sei também se não tá tudo certo e não precisa de nada. Não sei porque a gente tem que ficar triste também, tem coisa que dói tanto, né? Às vezes a gente pensa sobre o motivo de estarmos sofrendo e parece que se você contar pra alguém o que você tá sentindo e o porque, vão confundir você com um circo. Não entendo também porque as pessoas não entendem nada do que a gente fala e sente, se a gente tá falando que é isso, é porque é, tem gente que questiona tanto. Eu não sei o que os nossos pais pensam quando dizem que querem o melhor pra gente, isso não é meio óbvio? Eu não entendo menos ainda o porque deles não entenderem que quem sabe o que é melhor pra mim sou eu. Eu não sei também o que eu tô fazendo com aquela pessoa, eu devo amar, não é? Ultimamente até isso é difícil. Eu sinto falta de sol, de mar, de vento, de andar. Eu sinto falta de noite, estrelas, céu limpo, sorrisos. Eu sinto falta de frio, edredom, carinho, eu te amo no pé no ouvido. Eu sinto falta de nota boa naquela porcaria de escola também, e também não vejo a hora de me ver livre dela, pra cursar aquele curso que não sei se serve pra mim também. Mas voltando ao ponto: eu não faço a menor ideia do que eu quero da minha vida.”
Não foi em seu corpo que eu encontrei meu porto seguro!
Foi em seu olhar cheio de afeto, onde eu quero sonhar com o eterno.
Não sei muito bem oque sinto agora,
Estar perto de você faz meu coração pular,
Porque eu não sei mas não é toda hora,
Que estar com você é amar!
meu amor , eu vou ser tudo o que você quiser
e me recompor
pois você faz com que eu não caia aos pedaços
toda minha vida eu vou estar
com você eternamente
para fazer com que você siga com o dia
e fazer tudo ficar bem
pensei que eu tinha tudo
eu não sabia oque a vida poderia trazer
mas agora eu vejo,sinceramente
você e a unica coisa que eu acertei
o único que eu guardo, eternamente
gora eu posso respirar
porque você está aqui com migo
Não sei se no fim vai dar tudo certo, mas independendo do que aconteça, eu estarei aqui, porque eu te amo com final feliz ou final triste.
Eu sei que você está ai agora pensando em como teria sido bonito. Teria se não fossem os erros e os tropeços. Teria se não fossem os desencontros, os distanciamentos e os constantes silêncios. Teria se não fosse você com essa sua mania de construir castelos de areia onde nada mais cresce e nem floresce, senão, sonhos rodeado de promessas.
Já vou logo te avisar pra depois não dizer que pensava outra coisa. Eu não sou ninguém, não posso te oferecer estabilidade emocional, sou cheio de altos e baixos e recheado de imperfeições. O que eu tenho sobrando aqui dentro de mim é uma porção de coisas que já não valorizam mais. Afeto, carinho, amor e muitas risadas altas sem motivo. Não é muito, mas pra você tá bom?
Autor: Mateus Campos
Eu tenho a intenção
De está com alguém
Que me agradeça por não ter dado certo
Antes com mais ninguém.
Dói. Dói demais!
E eu não sei como fazer pra parar, pra não sentir, pra apagar tudo e seguir em frente. Os dias têm sido torturantes. As dores vêm corroendo as vontades, as forças, as esperanças; vêm apagando o brilho que fazia com que eu sentisse que tudo ia ficar bem, no fim. As horas são pesadas. Respiro um pouco nos intervalos. O corpo dói também. Tem pedido socorro. Não sei como intervir. Não sei a quem procurar. Já não há palavras que possam consolar; louvores que possam aliviar; orações que me façam sentir em conexão com qualquer expectativa de mudança. O problema não está em você. No que você pode ser bom, é; no que não, faz uso da prerrogativa de ser humano, falho e em crescimento. Tudo bem. "É humano". Então, não há porque insistir, persistir ou adiar. Não há porque achar que o outro é feito massa de modelar, que a gente vai afinando aqui, apertando ali, desfazendo, remodelando...
"O insatisfeito que se mude". Não é assim que dizem? Que seja! Cansei de arrumar a casa; cansei de trocar os móveis de lugar; cansei de tentar mudar você. Até tentei mudar a mim, mas não dá. Não dá pra deixar de crer no que eu sempre cri. Não dá pra deixar de ser quem eu sempre fui. Não quero me adaptar. Não quero me remodelar. Se é assim em mim, por que seria diferente em você? Não o julgo por não ser quem eu gostaria que fosse. Não posso escrever num papel e esperar que Deus me envie cópia fiel. Seria injusto, egoísta, pretensioso. Quem sou eu, que filha tão especial teria direito a tanto privilégio?!
Eu estou cansada. Desculpe. Eu estou realmente cansada.
Preciso de ar. Preciso me resgatar. Descobrir o que ainda há aqui e dar um jeito de reciclar o que for possível. Começar de novo. A dois: eu e eu mesma. Descobrir a que vim. Fazer alguma diferença. Ver o mundo mudar, sem que eu precise bagunçar por onde passar; sem que a dor se faça presente. Se sim, se não, tanto faz. Foi você quem me ensinou assim. E por mais que eu insista em dizer que esse é um jeito frio e indiferente de encarar as coisas, acabo me dando conta de que é a melhor forma de a gente se proteger, dos outros e de nós mesmos.
Eu não quero me alongar. Já foi! Já fiz. Já risquei. Apaguei. Rabisquei de novo. Deixei tinta e restos de sonhos no chão. Chorei demais. Já não há mais lágrimas disponíveis aqui.
Só há um pedacinho de alguma coisa que ainda não identifiquei, mas sinto que pode ser uma ponta de esperança. Só que está longe daqui. Eu tenho que buscar. Desculpe. Preciso ir... Adeus!
"Olhai para os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham, nem fiam. Eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles" (Mateus 6:28-29).
E quando o amor ao dinheiro, ao sucesso fútil e vazio, o desejo irrefreável de consumo, atendendo aos apelos do comércio, nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu.
Eu me sinto vazia, indesejada, ignorada, não me diz em palavras que não me faz sentir assim, quando os seus atos me dissem o contrário!!
