Faz de Conta Qu eu Acredito

Cerca de 404859 frases e pensamentos: Faz de Conta Qu eu Acredito

⁠A dramaturgia nos faz refletir sobre a vida e a morte das verdades.

Inserida por doc_comparato

"+18 sui..."
⁠faz um longo tempo que nada escrevo.
a mente esta bloqueada faz um tempo
e não sei como voltar a ser quem eu era.
o Deus pelo qual eu idolatrava há um tempo atrás
acabou se ausentando por um tempo.
não lembro da ultima vez que o senti sua presença.
talvez ele se cansou de mim, talvez tenha cansado de tentar me tirar
do fundo do poço que me encontro
na qual eu nem se quer sei como entrei,
mas sei que estou aqui há um bom tempo, bom tempo.
tentaram em ajudar ao jogar um corda, porem
eu tentei me enforcar, atrás do ponto final dessa historia.
por descuido meu, infelizmente eu fracassei, nem pra isso eu sirvo.
tenho na minha pele a marca, e tal "marca".
e toda vez que eu olho no espelho, e a toco...
lembro de como é a sensação de nunca mais abrir os olhos
e está vivo.
alguns milésimos de segundo
enquanto eu morria,
eu consegui sair do fundo do poço.
meus pulmões gritavam fortemente, pulsavam feito um coração apaixonado.
enquanto a lágrima descia e escorria diante o meu rosto.
é como se eu estivesse chorando de felicidade
sabe a liberdade, pois bem, é como se ela batesse na minha porta
e eu estava pronto, totalmente preparado para abri-la.
mas...
fui fraco até nisso, até nisso.
desfiz o nó
deitei sobre o chão gelado do quarto
e pronto olhei para o teto.
era só mais um dia normal.
boa noite, meu bom amigo.
quem sabe daqui uns tempos eu esteja pronto
para nosso encontro
e eu não seja novamente fraco
como sou agora.

Inserida por Jonathan_Marzo

"O simples sempre faz a diferença"

Inserida por andersonteixeira

Endeusava o branco
Por não ser o padrão real
Mas compreendeu
Que o mundo é seu,
Tentar nunca faz mal

WD (cantor)

Nota: Trecho da música Eu sou.

Inserida por pensador

⁠O medo é uma mentira que te faz perder o melhor de si mesmo

Inserida por majorado

Ser simples é o que te faz grande!⁠

⁠A morte é uma libertação, a dor que sentimos antes é que faz o medo, morrer em vida é um dos momentos mais mágicos . . . Durante os dias ou momentos de morte tudo parece tão simples e fácil, nascer também doi, mas quem inicia o ciclo sabe que é inevitável. Mas fica mais fácil com o tempo. Saber que não há nada a ser feito, com o tempo você até aprende a forçar a morte, é uma deliciosa tortura pessoal em busca da força interna, em busca de si mesmo. E geralmente nem sentimos falta da vida passada. Onmm

Inserida por bruxadodestino

⁠Insano é o desejo que percorre minha pele, faz brotar o sentimento que inibe a razão, incendiando meu ser na imensidão do prazer onde nada resta, se não a loucura por você…

Inserida por C1C2A3R4

⁠I N S A N O
Insano é meu desejo por você
Na pele faz brotar o fogo
Sentimento que inibe a razão
Acendendo meus poros
Na imensidão do prazer
Onde resta apenas a loucura

Inserida por C1C2A3R4

Sobre o vitiligo
⁠Onde há nuvens no meu corpo, são os pássaros se libertando.
A dor faz parte da vida, ela me liberta!

Inserida por Roberta_Bastos

⁠Muitas vezes a opção fácil não é a correta. Em determinados momentos a dificuldade nos faz perder muitas coisas, inclusive os sentimentos, mas nos faz alcançar os objetivos.

Inserida por luizfernando100_

⁠O que vc fez vc já sabe, Deus sabe e até o diabo sabe tbm!!!! Mas cá pra nós, o que faz a diferença não é o que vc fez, é o que vc vai fazer!!!! O seu passado pode até ser sujo, mas seu futuro está intacto!!!!
Pensem nisso CAMPEÕES!!!

Inserida por fernandoaraujo1310

⁠Como disse Cazuza, as vezes a gente ama errado, aliás, na maioria das vezes, isso faz com que o amor mais pareça uma tragédia grega, onde nem o respeito permanece.
A parte boa é que acaba. Fim.

Inserida por Lu_Correia

⁠Mantenha em sua vida quem faz por merecer, quem você realmente sabe que se preocupa com você e verdadeiramente quer o seu bem. Se quem se aproxima não contribui com seu crescimento e bem estar, não permita que faça morada.
(Leonardo da Silva Garcia)

Inserida por LeoGarcia

Ouvir quem ama a gente faz bem pra saúde.

Inserida por pensador

Sou aquele que tanto faz, tanto fez⁠.
Tanto faz se estou sozinho, tanto fez se estou rodeado de gente.
Tanto faz se faço falta, tanto fez se já fiz falta um dia.
Não sou apenas frio, só me fechei pro sofrimento.
Pra que sofrer, se o melhor da vida é ser feliz.
Não importa se é sozinho.

Inserida por Diego-Soares

⁠Esboço de epistemologia _ 1


Os sentimentos são entes, pois não se faz ser em em si, ou dado pela natureza; ele é produto da interpretação que damos às nossas sensações, sendo assim, são produto da percepção de algo externo a nós que nos "abala", um choque de informações derivadas do orgânico e suas funções, pertence, portanto, ao reino mental, uma contiguidade entre sensação e causa é o que gera ideias, ideia da sensação, que é sentimento; a tal contiguidade entre sensação e causa é produto quase que efeito colateral de um encéfalo demasiadamente grande (em proporção com o corpo) e denso (em n de neurônios), produto, também, da evolução, daí a semelhança entre a relação cérebro × mente e hardware × software. O que chamamos de percepção já está implícito na semântica o mental, o cérebro como função interpretar (mundo externo) o que está em contato com nosso corpo (diretamente ou indiretamente); faz-se a imagem do objeto que nos abala com o eu envolto nele, ou seja, no reino mental. Assim sendo, quando falamos que sentimos algo, falamos que intuímos um objeto dado pela percepção através da sensação ou intuímos um objeto como coisa-em-si que nos abala através da imagem dele nos entregue pela percepção, que deriva-se da sensação (do ser senciente). A impressão do objeto não é ordenado à compreensão de nosso aparato cognitivo, o ordenamento é definido por determinadas regiões do encéfalo. O ser percipiente de dar através da faculdade da receptibilidade, que provêm da 'consciência no impresso'. O invólucro entre eu e objeto é doxamente sabido ao pensarmos no objeto, quanto mais intenso for o pensar nos parece que mais distante fica de nossa compreensão; podemos inferir indiretamente pela interpretação dos ditos populares, como discursos, "O importante é viver a vida", "Não pensa de mais se não você fica doido", que o pensar nos é inútil e isto nos dar uma plausibilidade para supormos que a explicação é que 'quanto mais vou mais vai', ou seja, a busca do conhecimento inversamente proporcional ao conhecido do objeto, porém, isto se dar como fenômeno e não fato em si, vejamos, o eu não pode ser o discurso, o subproduto da linguagem, pois o eu não é acabado em sua compreensão, como bem descreveu através do conceito de identificação o psicanalista francês J.Lacan, sendo assim, o eu é antecessor ao discurso ou se estrutura nele, ou é a ele verossímil em natureza (no sentido aristotélico de essência no objeto). Primeiramente devemos pensar se a linguagem, que é a antecessora, é uma substância, se está contida em algo além do que nela está contido. Ao iniciarmos esta análise, em não muito tempo, veremos que estamos pensando sobre a natureza do próprio pensar, digo, como ato e isto é um meta-pensar que irrevogavelmente nos leva a filosofia de Descartes, ao cogito, onde a contiguidade é entre ideia e objeto, que se dar pelo método analógico, eis a crítica de Reid; para Descartes a percepção do objeto se dar através da imagem que se faz consciente no pensamento (ideia do objeto), porém, para Reid as sensações nos dão o objeto em si, não precisamos pensar na sensação de dureza da mesa ao pôr a mão sobre ela, a informação transmitida vai direto a consciência através do sentido primário; é por intermédio das funções dos sentidos na epistemologia reidiana que formamos para nós as concepções de extensão, solidez, espaço, ou seja, das qualidades primárias e secundárias também. Em síntese, os sentidos nos dá a sensação com o objeto já dado em nossa mente através da percepção dele pelo aparato cognitivo naturalmente capaz disto, então, concebemos o objeto. A problemática está justamente nas próprias correntes filosóficas defendidas, onde para ele (Descartes) o objeto é a ideia na mente, onde o próprio objeto percebido é a percepção daquele objeto e que inevitavelmente recai no ceticismo, eis a crítica de Reid a teoria das ideias; o Reid adota o realismo direto, haja visto, a adoção do senso comum, onde as crenças têm um papel fundamental na percepção e concepção, daí o fato de o chamarem de falibilista. Poderíamos traduzir estes extremos da seguinte forma, não é o encéfalo, mas a mente que interpreta os objetos (Descartes), o objeto já nos é dado (Reid), porém, não só não há evidência positiva (na neurociência) a favor ou contra a ideia de Descartes, como não há evidências fortes e o suficiente para a afirmação extraordinária que sua filosofia nos leva, é questão de proporção, peso e contrapeso, e no caso de Reid há sistemas de sobra contra a simplicidade da sua epistemologia. Ambos recaem na relação eu-objeto e adotam inconscientemente tais premissas, respectivamente, eu>objeto, objeto>eu; faremos uma breve investigação lógica a respeito disto. Sou se o mundo existe, não sou se o mundo não existe, porém, o mundo continua a ser se não existo, então, a relação não é bicondicional. Tentemos portanto o princípio da contraposição logo no universal, somos se o mundo existe (S), se o mundo não existe, então, não somos (T) ou para todo sou ( ∀S→T ⇔ ∀¬T→¬S); o mundo existe por pensarmos nele (U), porém, ficaria a par da semântica, então, a sentença é problemática em si, mas podemos utilizar o silogismo hipotético S→T, T→U ⊢ S→U, podemos interpretar, respectivamente, que sou (como universal homem) se existo é equivalente a não existo se não sou e sou (como universal homem) implica a existência do mundo, a existência do mundo implica o pensar sobre ele, então, o sou implica o pensar de acordo com a propriedade da transitividade da implicação.
O sou é sinônimo de existo, por isso quando exclamo, Sou! Automaticamente estou dizendo, Sou no mundo! Da mesma forma a força da expressão indica um reconhecimento de si em pensar através da linguagem e como existente. O sou é ato de linguagem, por sua vez, do pensar; assim como o pensar é ato sempre, também penso no pensar estando nele, ou seja, pensando. Por isso a ação intelectiva é ininterrupta, sempre está apontando para várias 'direções qualitativas', memória e imaginação. Como demonstrado no meu artigo psicanálise e lógica matemática a linguagem tem uma relação de interdependência com a razão, logo, com o pensar. Sendo o pensar no ato da razão (significante), o significado pensar está submetido ao significado do significante, ou seja, seu sentido, sendo ele desprovido de substância o pensar o seria de sentido e todo o ato filosófico seria inútil. O próprio reconhecimento de estarmos pensando pressupõe um observador, mas é aí onde mora o erro fatal de Descartes, esse salto lógico se dar a partir da analogia (método analógico) entre o ato como causal ou produto de um Eu, a causa (que deveria causar uma variação do movimento natural no eu); perceba que Descartes ao afirmar que só não posso duvidar que 'estou pensando', ele já pressupõe um eu pensante no ato de pensar como causa disto e não se direciona a este eu (cogito) e o questiona (como objeto do pensar), pois sabia ele que entraria em um ciclo infindo de dúvida, por isso o ceticismo de Descartes não o é de fato, ao certo é um método cético. Em Reid a concepção naturalmente dá uma visão da imagem real, é uma imagem metafórica, pois na mente só há pensamentos. Para Reid a imagem não é o objeto do mundo externo na concepção, entretanto, o próprio ato de conceber pressupõe isto, digo, em termos conceber é representar e por mais verossímil que fosse, nunca seria o objeto em si, daí a aproximação com as metáforas úteis de Nietzsche e com o incognoscível da coisa-em-si de Kant. O ser percipiente que se dá através da faculdade da receptibilidade, que por sua vez provém da consciência no sentido, é em outros termos o eu de Reid, o eu que concebe, enquanto que o eu de Descartes é o eu que concebe-se no ato de conceber ou identifica-se com o ato de pensar constante, o pensando ininterrupto que remete ao Ser Pensante (cogito), que deve ser uma substância no sentido dado pelo Agostinho de Hipona, T. de Aquino, ou B.Spinoza. Se fosse a essência deste ser que estivéssemos identificando, dever-se-ia haver nele categorias para além do axioma que inferimos, ou seja, haveria nele categorias além do que nos é necessário, em outros termos, haveria em nós como ser necessário a nós um ser autônomo e desconhecido para além do seu predicado essencial, ou seria todo ele o predicado em si, como o significante universal em todos, Razão e a nós desconhecido por questão de quantidade e limpidez; a sua concepção se dar apenas no ato do pensar, a autoconsciência é o pensar sobre o ato de o estar ou sobre o ato do pensando, este é pois o eu de Descartes, a substância contida em nós do todo, o campo que estamos inseridos.
Rematando, o problema de ambos também recai nas associações equivocadas, dado a causalidade como premissa implícita e não como objeto de estudo e teorização, além de ambos assumirem que o cérebro e a mente são coisas completamente distintas, onde a relação mais próxima entre elas é de bicondicionalidade. A contiguidade entre sensação e causa se dá através do ser percipiente, por conseguinte, da substância pensante (determinante na significação do ser senciente como função) e o princípio que regula está relação é a mesma que faz a lei de causa-efeito existir; semelhante ao princípio de uniformidade da natureza, e aos primeiros princípios constitutivos do ser humano, que por sua vez é semelhante ao a priori de Kant e a res extensa de Descartes. Tal princípio primevo nos diz que a existência de corpos extensos está submetida a sua forma primária, ou seja, áreas infinitesimais em progressão em série, isto é, a primeira unidade de área que trás inclusive a existência da reta e com ela qualquer área, este é pois o postulado soberano, absoluto da geometria euclidiana, o ponto, que por sua vez está associado ao número 1, também irredutível e soberano na aritmética. Os números naturais são fechados sob a função unária do sucessor, o um, depois o sucessor do 1, depois o sucessor do sucessor do um e assim sucessivamente, acontece de forma análoga com a linearidade dos acontecimentos, o erro do paradoxo de Zenão está em supor divisões infinitas, e mesmo assim é possível somar o infinito, mas em termos geométricos, como posto, forma, o um é o único que não é sucessor de algum outro, assim como o ponto.

Inserida por Oaj_Oluap

O processo da reencarnação não é o que o ser faz, mas, o que o ser se torna. Tudo o que ser é, leva-se consigo em vários processos sucessivos para os corpos densos, não afetando o cerne sutil.

Inserida por PEDROLUIZPSILVA

⁠Amor é uma droga
1° Você vicía
2° Não te faz bem
3° Acaba com você
4° Só acaba quando morre

Inserida por matheus_barreto

Ninguém passa a ser grande sem antes passar pela miniatura de ser pequeno, pois, micro se faz açúcar e no macro, o bolo está pronto.⁠

Inserida por PEDROLUIZPSILVA