Faz de Conta Qu eu Acredito
E quando eu penso que me desapeguei uma leve brisa trás o teu cheiro de volta, e tudo me faz lembrar você.
Por que eu gosto tanto de DEUS?
Porque Ele me faz bem...
Quando choro, Ele se faz abraço...
Quando caio, se faz colchão...
Quando acelero, Ele se faz freio,
Ele também é minha lanterna na escuridão...
Quando grito, Ele diz: Oi...
Quando penso em desistir, Ele bata palmas e diz: "Vumbora filho".
Quando não sei perdoar, Ele apenas me ajuda...
E quando não sei amar, Ele me ama mais do que tudo.
Agora, teu um "porque" maior...
Sabe por que eu gosto tanto Dele,
Porque DEUS é romântico...
Eu posso ouvir o barulho que a chuva faz
Queria ser como ela, que não volta atrás
Que se mistura tão de repente
E quando cai lá de cima, morre e nem sente
Sua presença me faz tão bem, seu sorriso me faz sorrir. Quando eu estiver sozinho, sei que você estará do meu lado. Você é muito importante para mim.
Eu prometi não me apaixonar, mais quando você faz aquele amorzinho tão gostoso não tem como eu não me apaixonar, sei que nosso lance é coisa sem compromisso mais não tem com não resistir...
Saudade absurda de lá. Não que cá não seja bom, mas lá... lá eu deixei parte de mim que me faz falta aqui.
Agora sei do que o amor é capaz Se é certo ou errado
Para mim tanto faz
O que importa é eu te amar
E esse amor de mim ninguém vai tirar.
Eu sei que pode demorar a acontecer
Mas não me importo
Espero o tempo que precisar
Só para fica com você.
Eu vou te conquistar
E nada vai me impedir
Enfrento o que for preciso
Mas de você eu não vou desistir.
Eu não o amo, também não sei se sinto algo por ele, mas eu sei que ele me faz muito bem e é isso que importa. depois de (1 mês e 8 dias) que foi a ultima vez que ficamos eu ainda penso em você, fico mim perguntando o porq ?! .
Um monstro chamado culpa.
Uma grande culpa faz parte de mim agora. É como se eu tivesse um filho carregado junto a mim, e meu dever fosse mante-lo vivo, é assim que tenho me sentido com a obsessão de ficar magra - ridículo, não?-. Pois bem, isso é só mais um desabafo, não é um texto bonito. Parece que os dias lindos que eu ia dormir comendo chocolate, sumiram. Na minha mente atual, só me passa pela cabeça que eu não posso comer, se eu comer, eu passarei mal e aí tudo vai piorar. Assim tem sido de uns dias pra cá. Se isso está me preocupando? Sim, está. Eu nunca fui de ir ao mercado, comprar mil coisas para comer e deixar tudo guardado, por medo, por culpa. Desde quando um ser humano normal faz isso? Ridículo, imaturo, são esses os nomes que eu deveria dar para isso. Mas não consigo, por mais que eu tenha consciência de como é, não consigo voltar a ser menina que era feliz sendo chamada de gorda pelos amigos. Não consigo mais me olhar no espelho antes do banho. Isso se tornou um monstro dentro de mim e eu não estou sabendo lidar. O problema disso tudo é isso, eu não sei o que fazer e isso está me matando.
Se eu digo que não, ele insiste que sim. Se eu digo que não posso, ele diz "não faz assim". Se eu peço que me deixe, ele diz que nunca mais, se eu falo do passado, ele diz "ficou pra trás". Eu tô querendo paz, ele quer me dar amor...
Eu não tenho medo, tenho uma leve inquietação emocional que faz alusão a uma falsa-realidade de que tudo pode dar errado.
Não consigo dormir, como sempre. Você sabe como a minha insônia é aguda. Olha, eu sei que faz muito tempo que eu não escrevo pra você desde que terminamos. Mas eu me importo com você. Sempre pergunto por ti pelo Pedro, sabe? Sempre diz que está tudo bem, mas ontem veio com uma novidade: você conheceu um cara novo e que estava muito feliz. Meus parabéns. Não, não é ironia. Fico feliz que esteja feliz. Sempre quis isso, pena que não fui eu quem fez. Ontem dei uma passadinha naquela cafeteria que você gostava de ir nos finais de tarde de todas as quartas-feiras. Pedi um café e no balcão avistei aquele docinho de laranja. O seu docinho de laranja. Fiz mal? Porque desde que vi aquele doce não parei de pensar em você. Eu deveria estar na balada agora com a galera do trabalho. É final de mês e nós nos reunimos pra curtir um pouco. Disse que preferia ficar em casa, não estava muito bem, sentia um pouco de dor, havia apanhado. O Carlinhos ficou preocupado e perguntou: Pô, cara. Andou brigando na rua de novo? Quem te bateu dessa vez? Comecei a rir. Que tolo, mal sabe que eu me referi a saudade. Uma bela oportunidade pra beber um pouco, chorar um pouco, sofrer um pouco. Amanhã eu sei que vou me arrepender de ter escrito e enviado isso. Mas você precisa saber que eu não sou mais o mesmo depois que você resolveu cuidar mais de si, procurar o verdadeiro cara certo pra você. Tão boba. Nem parece que já passou dos 15. Ainda sonha com isso, o cara certo? Ele não existe, sabe por que? O cara certo é perfeito, não tem defeitos, não faz nada de errado. É o maior pela saco e eu sei que ele não faz o seu tipo. O seu tipo sou eu, com esse jeito torto de demonstrar o amor, que sente ciúmes até do seu cobertor, que te irrita pra caramba, que te acorda com carinho, que depois de uma discussão que você resolve ir embora de casa te abraça por trás e sussurra no seu ouvido: fica. Esse cara errado, que fala muita asneira, que só vive comendo besteira e que não para de pensar em você. Esse cara que pisou na bola, deixou você ir embora e agora pede pra voltar. Larga esse mané que não faz o seu tipo e não sabe o que quer. Eu sei o que eu quero. Eu quero você, então larga de se fazer de difícil e volta logo pra mim.”
— Droga, maldito docinho de laranja.
