Faxina na Alma Carlos Drumond de Andrade
Onde reina o mais absoluto silêncio não cabem mais flores, perdão, homenagens ou agradecimentos. Onde tem vida, tem barulho, tem críticas e contradições e é lá que cabe toda a nossa gratidão.
E o que fazer com essa saudade?
Tomo um mate, sigo em frente ou te espero?
Já não consigo mais suportar...
Nos quatro lados escuros do quarto.
Fique aqui comigo,me sinto só...
Não queria estar assim,e não gosto de assim estar.
Preciso calar meu coração,para ouvir-te comigo falar.
Há quanto tempo?
Já nem mais sei,me perco em pensamentos,
E quando perdido me encontro,procuro me achar...
Estou sentindo tanta vontade de chorar,que mal posso me conter.
Não sinto falta da felicidade de estar triste,esse tempo já se foi.
Meu Deus, não sabia que era tão doloroso ter sem ter,
Ter de aguardar o que já se tem,falar com o olhar, mas com a boca calar,
E as vezes,quase sempre,não ser ouvido.
A meu ver, devemos ser mais críticos com as coisas podres que nos cercam não deixar que sejamos manipulados por tudo e todos. Tenha visão crítica e lute por seus direitos, pelos seus conceitos e viva o que você acredita, não o que fazem você acreditar.
Dizem que o silêncio é a melhor resposta, mas se de fato isso é real pense (...) E se todos se calarem ao mesmo tempo?
'Lista de compras'
Não queira 'parecer' inteligente. Seja.
Não queira 'fazer'. Faça.
Não fique na 'intenção'. Aja.
Não faça na hora. Planeje.
Não deixe para 'depois'. Aproveite.
Fingimentos e fantasias não constroem verdades e realidades.
Pense em coisas boas e, quando as lembranças do passado surgirem, mentalize os bons momentos. Diga não aos transtornos depressivos.
Prefácio
Em momentos de desabafo
Eu escrevo no meio de livros
Tristezas, alegrias e sonhos
Coisas que sinto
Em pedaços
E trechos sem sentido
Emaranham-se num labirinto
Com personagens estranhos
Como eu no mundo perdido
Vivendo entre olhares anônimos
Sentimentos inconscientes
Fogem de mim
Disfarçados de rabiscos
E desenhos abstratos
Pra morar entre ilusões e jardins
Margens e prefácios
Quando o livro está abarrotado
Cheio de desejo e pecado
Eu brincando de diabo
O queimo...
Junto com histórias
Que eu nem cheguei a ler
E fico olhando a fumaça
Subir ao céu
EFICÁCIA DA AFINIDADE
Acostumamos dar valor aos indivíduos da alta sociedade e de ilibada sabedoria e não percebemos que próximo de nós há uma vasta fonte de pessoas capazes. Devemos escolher, na eficácia da coexistência, nossos amigos nas suas variedades de formas, sem apontar os erros, porque, em meio a tantos, há aqueles, com suas diferenças, que nos completam. Precisamos saber conviver com as diferenças e permitir que a pluralidade em todos percebida nos una.
Na medida em que a nossa vida passa nós não ficamos com poucos amigos mas apenas permanecem conosco os amigos verdadeiros.
Meu verdadeiro Amigo é aquele que sabendo que estou errado não me dá nenhum apoio e tenta me corrigir.
"Como dizia o poeta: amar é querer estar preso por vontade, porém, às vezes o amor nos prende contra a nossa própria vontade."
É fácil falar dos outros
Quero ver é se por no lugar do outro
Pois sempre sabemos tudo
Sempre acertamos tudo
Acho até engraçado
Quando erramos ficamos calados
Agora se alguém comete um erro
Estamos prontos pra falar deste erro
Precisamos parar pra pensar
Pois qualquer um está propenso a errar
Então tenha muito cuidado
não julgue pra não ser julgado
Pois hoje se você não está errando
Continue firme pra não ser o próximo a estar errando
Pois não cabe a você julgar
E sim se dispor a sempre ajudar
Então mude sua mentalidade
Vamos viver uma realidade
Mudando nossos pensamento
E com a vida nos vamos aprendendo.
Vivemos em uma “pseudo-sociedade” onde todos os valores estão invertidos. Neste caso devemos nos submeter à fantasia, que é totalmente contrária à realidade. Na “sociedade organizada” o homem bom, honesto e verdadeiro representa um perigo e deve ser perseguido, agredido e segregado.
