Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Fatalidade

Cerca de 122 frases e pensamentos: Fatalidade

Não acho que o capitalismo seja justo. O capitalismo é uma fatalidade, não tem saída. Ele produz desigualdade e exploração. A natureza é injusta. A justiça é uma invenção humana. Um nasce inteligente e o outro burro. Um nasce atlético, o outro aleijado. Quem quer corrigir essa injustiça somos nós. A capacidade criativa do capitalismo é fundamental para a sociedade se desenvolver, para a solução da desigualdade, porque é só a produção da riqueza que resolve isso. A função do estado é impedir que o capitalismo leve a exploração ao nível que ele quer levar.

Inserida por OswaldoWendell

Não adianta ter medo de vida se os fatos são reais, ninguém até hoje escapou da fatalidade da vida. A morte é uma naturalidade humana, vinda da desobediência no inicio da nossa origem, é preciso encara- la como amiga, não como inimiga, pois é melhor viver sendo companheiro dela, enquanto ela não chega a nós, para que não venhamos vivermos uma vida doente, frustada e sem sentido. Acredite!! O mundo após morte é real.

Inserida por cordeirofabio31

Prazer há na morte,
A vida é uma fatalidade.

Inserida por amanda_lino79

Victor Hugo explorando a Catedral de Notre Dame de Paris encontrou a palavra "fatalidade" gravado a mão numa parede; a forte impressão dessa descoberta desencadeou a escrita do romance "O corcunda de notre Dame"

Inserida por marcialailin

o distúrbio dos meus pensamentos,
é teu olhar frio nessa madrugada,
sinuosa a fatalidade, amar ate morrer,
pontos de prazer, superam a dor,
delicia teu corpo somente com prazeres...
da tuas cava profundas na minha língua...
em todos sentidos do teu prazer,
a noite nunca tem fim em teus braços,
a solitude perde sentido num patamar de prazer,
morde seus lábios no ápice de prazer,
seus gritos assumem o desejo mais profundo...
do teu corpo senis dentro obsessão jorra dentro
de si o extremo da língua na tua alma,
somos culpados o prazer é dos pecados mais cometidos...
nessa vida de maldades,
teu corpo é uma virtude em meus pensamentos...
mais profanos dessa vida de solitude atroz.
por celso roberto nadilo

Inserida por celsonadilo

Se eu pudesse definir teu sorriso, definiria como fatalidade.
É fatal o modo como teu sorriso me hipnotiza, me transporta para um lugar muito distante desse que me encontro agora. Lugar em que vejo luz, amor e paixão.
A luz dos teus olhos, o amor no teu abraço e a paixão no teu toque.
Já não lembro mais de muitas coisas boas acontecendo em minha vida antes de você.
Provavelmente foi esse tal poder do teu sorriso que afastou toda negatividade da minha vida e me fez abraçar, com braços fortes, a felicidade.
Queria poder acreditar que ficaremos juntos pra sempre mas, infelizmente, isso não vai acontecer, pois há uma linha que nos separará algum dia, e essa linha se chama morte.
Todavia, não tenho medo que a morte chegue cedo demais pra mim, pra você ou pra nós dois, pois sei que só nos afastaremos fisicamente.
Sempre haverá a lembrança de um amor tão puro, íntimo e sincero.

Inserida por priirevelles

a vida vivida sem um grande amor não passa de uma mera fatalidade

Inserida por gabrieldavi

O fortuito é a eventualidade dos que vivem. A vicissitude é a companheira do fortuito. A fatalidade é o fim insanável de quem conhece e sente a alegria e a tristeza de viver. O lamentar gera pesar mas com o transcorrer do tempo, o lamentar gera alívio, e de alguma forma, força

Inserida por MichellSantana

Algumas pessoas confundem carma com acomodação e pré-destino com destino e com fatalidade, esquecem que somos donos dos nossos sentidos espirituais, que são o querer, o sentir, o pensar e o agir...

Inserida por Bellatrix21

Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! … Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

Castro Alves
ALVES, C., Tragédia no Mar

Nota: Trecho do poema "Navio Negreiro"

...Mais
Inserida por Marialins

A fatalidade da inocencia e simpatia em Grenlim I e II

Grenlim uma criatura,personagem,simpática e amorosa que e oferecida a um jovem nas vésperas de natal, dando-lhe imensas alegrias mas para mante-lo consigo tinha de seguir a risca todas as regras como por exemplo não dar banho, não alimentar a meia-noite, mante-lo na gaiola, não o expor a luz forte entre outras, mas vitima do entusiasmo o jovem permite que o seu novo animal de estimação fosse molhado dando origem do próprio corpo como pipocas outras criaturas com a mesma aparência física mas malévolas no interior, quebrando uma das regras se não a mais importante.
As criaturas subsequentes embebidas de malicia sabotam o relógio fazendo com que o jovem os alimentasse a meia-noite, entrando num estado de casulo metamorfoseando numa criatura horripilante, terrível e astuto, através dum mergulho na agua reproduziam-se as centenas levando o caos a cidade em pleno natal deixando os habitantes completamente agastados, o mesmo acontece com a vida cotidiana a real a não fantástica. O posicionamento filosófico e o idealismo politico de alguns lideres governamentais na sua atuação forjam a opinião publica e podem desencadear uma onda de comportamentos anti sociais, numa visão paralela o jovem sabia que era imperioso seguir as normas mas desequilibrou-se e o terrível aconteceu o mesmo se aplica aos governantes que preferem dar azo aos benesses da cadeira em detrimento da resolução dos problemas do povo, Numa visão paralela podemos aferir que o jovem inebriado pela fofura do animal esqueceu-se das regras provocando uma devastadora destruição o mesmo aplica-se também a governação comodista resguardando ao ultimo plano a satisfação das necessidades da população o que pode desencadear uma gigantesca onda de insurreição, segundo a declaração de 23 de Junho de 1793 no seu artigo 35º legitima o direito a rebelião “quando o governo viola os direitos do povo a insurreição e para o povo e para cada porção do povo o mais sagrado e o mais indispensável dos deveres “o povo tornava-se assim um ator permanente da vida publica e instaurava-se uma espécie de democracia direta, mesmo pela força.
“No mundo inferior as massas não tem razão de ser em si mesmas são apenas um meio, um vasto pedestal para que uma pequena elite possa atingir o seu alto destino, a natureza não e democrática e aristocrática, o pé da pirâmide evolutiva tem a finalidade de suportar o vértice”, Friedrich Nietzsche ainda apregoa “a vontade de viver, mas a vontade de viver poderosamente como o segredo da redenção e o elixir da perfeita felicidade”, na verdade a busca da vontade de viver poderosamente pressupõe passar por cima das outras pessoas ou seja não medir mãos para atingir os objetivos.
A filosofia política de Hobbes culmina na conclusão de que o estado primitivo do homem era o da guerra de todos contra todos e como ninguém pode modificar fundamentalmente a natureza humana, continua a vigorar também essa lei na sociedade civilizada dos estados modernos.
Um outro filósofo de nome Bergson comenta dizendo que “ uma democracia real e genuína seria o mais alto triunfo da individualidade humana, isto e, do homem genuíno e integral seria uma verdadeira cosmocracia ou seja o cristianismo social, tanto os hegelianos como os marxistas detestam as democracias e derramam sobre elas todo o seu vocabulário de impropérios”.
O despertar da consciência humana como personalidade autónoma e sua rebeldia contra a autoridade externa como fator heterónomo assim como o individuo humano, por volta dos catorze ou quinze anos deixando a infância e iniciando a adolescência tem geralmente ímpetos mais ou menos conscientes de sacudir o jugo da autoridade e guiar-se por si mesmo em vez de ser guiado por outros da mesma forma se sentia a humanidade crista pós-medieval obrigada a deixar o jardim-de-infância da santa Madre Igreja e enveredar pelos caminhos novos da puberdade chefia de fascinantes maravilhas como também de grandes perigos. A emancipação da longa opressão da inteligência e da consciência revela-se a princípio numa incontida explosão de anarquia intelectual e moral como não raro acontece na vida do individuo que tanto mais revolucionário se torna quanto mais cerceadas forem as suas liberdades no período da infância.
Inclusive Jean Jacques Rousseau considerado como um dos filósofos mas humanista da contemporaneidade claudica,extrapola,no seu livro < < o contrato social >> expõe o seu ideal politico, o fundo desse livro e democrático defende que a soberania do regine reside no povo e não em alguns autocratas, entretanto a democracia de Rousseau e de carater limitado, descarta a ideia de igualdade entre os cidadãos, segundo ele as mulheres não devem ter voz ativa no destino do povo.
A convivência social para-democrática em qualquer sociedade que tem vindo a ser um processo vivido e não a democracia como se apregoa atualmente porque a democracia verdadeira como diz Bergson e o ponto mais alto da individualidade humana, um verdadeiro cristianismo social o que antagoniza com a natureza humana, os estoicos ensinavam que o bem não estava nas coisas do mundo exterior, bem estava na alma, isto e,na sabedoria de afastar-se das paixões e desejos que perturbam a vida quotidiana por isso praticavam a sobriedade, a honorabilidade e eram inimigos da vaidade e da riqueza, era uma escola da modéstia e da moderação.
From vê no carater autoritário um estado de simbiose sadomasoquista que proporciona ao individuo uma sensação de vigor e um sentimento de identidade de tal forma que uma ameaça a sua estrutura autoritária e percebida como uma ameaça a si próprio e a sua sanidade mental. Existe então no autoritarismo o controlo sádico sobre os que são mais fracos e uma submissão masoquista relativamente aos que são mais fortes, a luta contra a autoridade na linha de pensamento de Adler torna-se uma competição, uma tentativa de autoafirmação e um esforço para derrotar os seus sentimentos de inferioridade.
Le bon afirma que fazer parte de uma multidão e perder a consciência individual dado que qualquer multidão e um conjunto de indivíduos com características psicológicas negativas e dentro dela um sujeito deixa de ter ideias próprias, perde a razão, a capacidade de julgar o bom senso por outras palavras deixa de haver relações de reciprocidade entre os indivíduos, o individuo inserido numa multidão não tem capacidade de controlar os estímulos gerados pelas sensações exteriores e fica descontrolado, sendo que o poder do numero lhe da sensação de invencibilidade, trata-se portanto de uma ilusão coletiva a que Le Bom chama de contagio ou seja o sonambulismo psiquiátrico da escola de Nancy.
Entretanto esta visão disforme e translucida do poder e da vontade de um grupo que professam os mesmos interesses tem sido uma constante na nossa praça, portanto pensar que fazer parte de um grupo e perder a razão, abdicar das suas próprias ideias, não ter força anímica para levar a cabo grandes revoluções e que só o conjunto e a força motriz para dinamizar o processo pode ser um caminho espinhoso, tanto mais e que o sonambulismo retratado por Le Bon não e sinonimo de total submissão ou invalidez de ação e pensamento mas sim um estado de espirito, de reflecção, de formulação de estratégias para futuras ações luta parece-me interminável e indefensável entre o governante autoritário que procura granjear respeito por parte do submisso e a vontade frenética do submisso de ver-se livre da autoridade autoritária. Lembremo-nos da célebre frase de Martin Luther King Jr “ O que me preocupa não e nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem carater, dos sem ética…o que me preocupa e o silêncio dos bons”.
A efetivação da democracia no continente africano como nos demais passa pelo cumprimento dos artigos postulados na declaração universal dos direitos do homem, na declaração dos direitos humanos, e todos os tratados internacionais assinados pelos estados membros, as organizações internacionais que se propuseram a ajudar os mais necessitados quase nada fazem para que os direitos dos cidadãos violados sejam revistos a luz da declaração universal dos direitos humanos.

Inserida por HelioGola83

A fatalidade e algo minucioso do ser incompreendido de quem é. MARBREDA

Inserida por MarBreda

O que é morrer ?
Será que é o auto elevamento espiritual ?
Será só uma fatalidade ?
Será um desígnio maior ?
O que será ?
Mas não preocupe-se ,
Quando eu morrer saberei .

Inserida por rudi_leonhardt

Nossa mente é tão pérfida a ponto de mascarar a fatalidade de nossos vícios com a sensação de plenitude.

Inserida por Samuel95

⁠A fatalidade de uma semente é tornar-se um vegetal. A fatalidade da alma é atingir a excelsitude espiritual, a luz do amor, da inteligência e da sabedoria em todo o seu esplendor.

Inserida por aguinaldo_silva_1

⁠Na fatalidade do meu silêncio ouço o grito de sua saudade ecoando no meu coração.

Inserida por luizinhomax

⁠"Mudar é uma dor necessária para que se evite a fatalidade de uma vida inerte"

Inserida por Will_Borges

Você pode até ter experiência de uma dezena de guerras mas jamais terá experiência de uma fatalidade.

Inserida por Munguambe

A chuva cai pra regar a terra ,o amor existe pra amançar as feras ,eu estou aqui por uma fatalidade mera ,trra,fera ,mera ,será que que ela me ama como eu amo ela?!

Inserida por cln26

Dia em que as lagrimas correram sobre meu rosto.

Antes da fatalidade a duvida pairava dentro de mim, junto com outros pensamentos que me deixava mais confuso ainda. Eu achava que um dos atos mais espressivos da vida nunca mais iria acontecer, pelomenos nao tao rapido, e entao meses atras algo muito ruim aconteceu e eu chorei.

Inserida por raayh