Fardo
Se dividires os problemas com os sábios, seu fardo ficará mais leve, mas se escolher dividi-los com os tolos aumentarás as tuas cargas.
Quão pesado é o fardo da artificialidade,
que muitos tentam carregar,
pois o orgulho os impede
de derramar o coração
diante do Senhor,
que é suficiente para salvá-los.
Leveza da Alma
A alma se acalma, o fardo se vai,
Quando enfim se entende o que a vida atrai.
Não é o aplauso de quem nos rodeia,
Mas a paz que do alto nos guia e semeia.
Tentar agradar a todos cansa e corrói,
É um peso que prende, machuca e destrói.
Mas quando os olhos se voltam ao Céu,
A vida floresce em tom mais fiel.
O Criador conhece o mais íntimo ser,
Ama sem filtros, sem ter que entender.
É d’Ele que vem a real aprovação,
Não do mundo, nem da multidão.
Vive em verdade, caminha em amor,
Semeia a fé, reflete o Senhor.
E verás, com o tempo, que tudo se ajeita,
Pois a vida é mais leve… com a alma direita.
Você não precisa carregar o fardo de ninguém, mas pode orientá-lo que se livrando desse peso, poderá caminhar em sua vida com mais equilíbrio
Nunca mais leia alguém pra se espelhar, que fardo é esse, pela falta de estar, andando é colorindo teu falar.
Falar mal não prejudicas alados, conhecimento guardado é fardo dispensável, livres sejam de nódulos e cálculos.
Os impulsos dos homens são ferozes e precisam ser coibidos. Esse é o fardo que Deus impôs a cada uma de vocês.
Quando o fardo for pesado,
E a alma cansada estiver,
Lembra-te do Mestre amado,
Que convida a quem quer.
"Vinde a Mim", Ele chama,
"Aos cansados darei paz."
Não é o mundo que acalma,
Só Jesus nos satisfaz.
Fardo da Perfeição!
Há quem ande de cabeça erguida,
Como se nunca tivesse caído,
Olha os outros com dureza,
Mas esquece o próprio umbigo.
Ajude a se livrar do fardo quem quer se livrar dele, mas quem quer carrega-lo, que o carregue-o sozinho.
Sua alegria muitas vezes irá incomodar, não será benquista e sim um fardo, não tem como evitar, melhor não criar tantas expectativas contrárias, já que isso pode acontecer a qualquer momento e nem adianta forçar à barra, algo que todos podem estar sujeitos a esta sensação tão amarga, porém, é possível atenuar o seu efeito, não precisa ficar pra baixo, nestes casos, basta respeitar o espaço do outro e ser alegre pelo menos com a sua própria solitude se assim for necessário, mesmo que exista uma grande dificuldade, pois sem dúvida, o esforço será compensado.
O processo na maioria dos casos, costuma ser lento, a espera aparenta ser um grande fardo, entretanto, é possível mudar um pouco esta concepção sempre que se volta para os encantos de cada fase e percebe que nenhuma delas é em vão e durarão o tempo necessário para construção de algo tão valioso e aguardado.
Todas as fases possuem seus próprios ganhos e aprendizados, surpresas benquistas, alguns sonhos realizados, recompensas após certos desagrados, alguns sofrimentos e cansaços, planos que não deram certo, tudo conectado, nada é sem fundamento por mais que este esteja claro em um primeiro momento.
A borboleta que hoje voa de forma graciosa, exibindo suas lindas asas, outrora, já precisou rastejar para sobreviver, sob o risco de várias ameaças e também foi preciso ficar isolada durante um certo período, mais focada no seu mundo, logo, não estaria voando sem ter enfrentado os empecilhos.
... a Verdade
por muito ainda será
um fardo abstrato,inconclusivo,
diante dos equívocos e abstinências
humanas - e seus inesgotáveis
estigmas e conveniências -
a serem lentamente
depurados!
Jamais aceitarei viver em um mundo que tolere a escravidão humana. Esse fardo pesa como uma sombra insuportável sobre minha existência. Como suportar um mundo onde o espírito se curva diante de correntes, onde a dignidade humana é pisoteada em nome da ganância ou da apatia? Se a escravidão é o ápice daquilo que a humanidade pode oferecer, então que valor há em sua continuidade? Melhor seria abraçar, com uma fúria serena e definitiva, a extinção absoluta desta sociedade. Pois viver em tal sujeira é morrer a cada instante; preferível seria que o horizonte se desfizesse por completo, levando consigo o vil teatro que chamamos de civilização.
Ao chorar todas as lágrimas, vai-se embora todo o fardo, ao preencher sem demora todo o rio navegável da minha existência
