Fardo
O FARDO INVISÍVEL
Ele acordou cedo, como fazia todos os dias. Espreguiçou-se devagar, sentindo o peso do mundo nas costas, ainda que seus ombros não mostrassem sinais visíveis de cansaço. Vestiu-se com cuidado, ajustando a gravata como quem prepara uma armadura para enfrentar as batalhas diárias.
No autocarro, entre o som dos motores e o burburinho das conversas, seu olhar fixava-se em nada. Era como se contemplasse um outro lugar, uma realidade paralela onde pudesse, finalmente, libertar-se do peso que carregava no peito. Mas, como sempre, ele apenas suspirava e voltava ao presente, deixando aquele mundo imaginário para trás.
No trabalho, era uma figura impecável: educado, eficiente, sempre com uma resposta pronta. Os colegas o admiravam pela calma e pela forma como parecia estar acima de qualquer problema. “Como você consegue ser tão tranquilo?”, perguntavam. Ele sorria, um sorriso discreto, que escondia o que ninguém conseguia ver.
À noite, no retorno para casa, o fardo parecia mais pesado. O silêncio da sala vazia, a luz fraca do abajur e os ecos de pensamentos represados o acompanhavam como uma sombra. Às vezes, ele queria falar. Queria abrir a boca e dizer: "Estou cansado, tenho medo, não sei se vou conseguir." Mas as palavras se perdiam, engolidas por uma voz interna que lhe dizia que ninguém entenderia.
O que ele carregava? Não sabia dizer. Talvez fossem os sonhos não realizados, as culpas que nunca confessou, os medos que não ousava encarar. Era o peso de ser quem era, ou talvez quem esperavam que ele fosse.
Assim seguia ele, como muitos outros, carregando um fardo invisível. Um peso que não se mede, não se toca, mas que está sempre ali, escondido no sorriso, no olhar distante, no silêncio das noites solitárias.
E enquanto a cidade dormia, ele se perguntava: quantos mais caminhavam ao seu lado, carregando fardos que nunca confessaram? Quantos suportavam o peso da vida com a mesma coragem silenciosa, sem nunca pedir ajuda?
Ele nunca teve uma resposta. Talvez ninguém tenha.
"" Quando se carrega apenas a leveza da verdade, o peso da mentira é um fardo que fica pelo caminho, nesse momento a alma voa...
Se em teu céu há uma estrela
que tal constelação
um pote de cereja (fardo de cerveja) e uma canção
por que não?
se tua boca já buscou a minha
e tua mão já me abraçou
então
por que não?
o amor e todas as loucuras que só ele é capaz...
Estimada, vida! Prometo nunca mais dividir e ajudar a carregar o fardo de pessoas grosseiras e reativas a tudo, independente das histórias tristes que me contarem. A partir de agora, o fardo que não é leve, elas que levem!
Apesar de a sabedoria ser um fardo, mais viável é o peso do saber, em vez da tolice revestida de leveza
Dizem que "Deus não dá um fardo maior do que você possa carregar".
Já o bicho homem, ao perceber sua força de vontade, oferece o que há de pior, talvez seja para testar sua capacidade ou, quem sabe, para fadigar o irmão e levá-lo à completa exaustão.
O fardo pesado, que levo retrata um querer impulsivo por teu calor de tal forma que me tira o sono e do serio.
Teu sorriso me encanta e teu carinho me enfeitiça, porém com um único beijo você me liberta de um feitiço que me envolve entre seu querer.
E o perfume que exala de você chama tamanha atenção que torna um acontecimento eminente.
Já fui escravo de um amor incerto sem saber como iria me virar com um fardo da frustração;
Quero essa lua e tudo o que sinto, mas sabendo nem onde deixei ou se alguém veio roubar minhas verdades;
Estou na rua com lágrimas nos olhos e deixando ser levado a qualquer lugar;
Sem trilhas de meias verdades, distância onde o coração não alcance, mas sempre de um amor existente na vida.
“A ação do teu amor para ajudar a aliviar o fardo do teu próximo, independentemente do fardo que já carregas, leva a GRAÇA do SENHOR à aliviar o fardo de ambos”
Ir.Ney P. Batista
Jan/13/2021
