Fantasia e carnaval
SEROTONINA PURA
Amor, namorado, marido,
namorido, ficante, ficado, amante, namorida, ou amizade colorida,
Não importa a idade,
Não importa status,
Perfil ou condição,
Importa a parceria,
A reciprocidade,
a conexão e o amor...
Amor é vida
Amor é vitamina
Amor é frequência
Amor é energia,
Amor é vibração
Amor é prosperidade
Amor, serotonina pura,
Amor, remédio e cura
Amor é abundância
Amor não exige condição,
Pede apenas um lugar no seu coração.
Embebede -se dessa energia
De lugar ao Amor,
Viva a fantasia,
Espalhe esse vírus
Ele pode te contagiar
Basta perder o medo de amar...
Eu achava que tudo que eu queria era algo muito diferente de te olhar fixamente, sem não poder fazer nada, me distrair no seu olhar, esquecer de tudo e te beijar. Mas era só isso mesmo.
Viver para sempre, sem ter ninguém que se ama, é uma vida vazia sem significado, faz-nos parecer menos humano do que realmente somos.
Criar uma expectativa é como inflar um belo e gigantesco balão de incerteza. Em breve, a realidade chega com um pequeno alfinete, suficiente para estourar e dissipar a sua fantasia.
E no mundo cheio de realidades, opto pelos sonhos. São eles que me trazem força, esperança e um profundo desejo de tornar a vida real num conto de fadas. Se eu posso pintar um belo e colorido quadro da vida, por que devo borrar a tela da minha arte vida ou simplesmente deixá-la sem pintar? Que tenhamos um mundo cheio de sonhos, onde a realidade, sempre que precise, possa se valer do mundo mágico das cores da fantasia.
Tem pessoas que se acham inteligentes mas agem como imbecis completos, adotando um comportamento arrogante de poder por meio de usurpação ilegítima sem qualquer base na realidade, já que dependem de todos e se comportam como se não dependessem de ninguém. Com ações calhordas ainda conseguem afastar os poucos que poderiam valer-lhes para estender um pouco mais o momento da queda definitiva e claramente previsível.
O mundo de algumas pessoas é como um castelo de cartas em que a mais leve brisa ou um pequeno “peteleco” o deita por terra. Só elas, no entanto, em suas débeis fantasias, acreditam que construíram fortalezas e se entrincheiram no que, de real, só existe em suas próprias cabeças.
Inacreditavelmente, pessoas que constroem castelos de cartas os cercam com muros, achando que estarão tornando-os impenetráveis àqueles que poderiam derrubá-los. Se, ao invés disso, construíssem pontes por todos os seus lados, os de fora poderiam reforçar-lhes as estruturas para que não caíssem, pois que nem os ventos que vêm de cima respeitam a barreira dos muros erguidos.
Tenho um coração que quer acreditar.
Tenho um coração que amar, amar...
Tenho um coração que quer dar, dar, dar; e voar...
Tenho um coração que quer saltitar...
Tenho um coração desmedido ao bater:
Compassa, descompassa, me faz rir, me faz chorar.
O que pulsa meu coração é mais do que só ar
Tenho um coração que quer acreditar
e não há razão que o possa parar...
Desmedido, descabido, faz-me vibrar, torcer e ansiar...
Coração, não tens dó do meu Ser - mata-me e vive-me em um só dia - tantas vezes na mesma vida
Como seria com calma viver?
Como é a ótica de quem tem sabedoria e não liga para Crer?
Meu coração insiste em acreditar, porque é maior a dor de nada ver...
Como seria aspirar um cargo, um carro ou nada além de Deus como nos dizem ser?
Mas eu, anseio ser real mil fantasias como as imagino, sozinha, além do Céu.
Um tempo atrás fiquei arredia
Com a vida,
E quis fugir de mim
E da poesia...
Ah, o alfabeto inteiro me cercou
E me ameaçou poeticamente,
Dizendo fazer da minha existência
Uma verdadeira sátira...
Daí voltou a minha fantasia...
***
😂
Sabe aquele tempo que a gente lembra com uma certa nostalgia: amigos de infância, o céu estrelado, olhar apaixonado, amarelinha na calçada, estudar um dia antes da prova e ainda tirar nota alta, pois é, bons tempos... Um dia a gente cresce e acha que sabe tudo, que agora sim vou ser feliz, ter uma casa, um carro, um bom emprego... uma pena que a gente demora tanto tempo para perceber que bom mesmo era sentar na calçada e olhar para o céu, imaginando os monstros que as nuvens formavam... bom mesmo era rir de tudo sem grandes preocupações, com a inocência que só uma criança traz no olhar... bom mesmo era curtir estes momentos tão especiais, tão cheios de sonhos, de fantasias, de esperança, tão perto de Deus.
A vida não é e nunca foi um conto de fadas. Passamos por dificuldades o tempo inteiro, lutas infindáveis e pelo cansaço físico e psicológico.
Somos postos a prova todos os dias, decepções, partidas, mágoas, tristezas... Não podemos esperar que tudo seja fantasia ou que sempre vamos estar de pé.
Nada somos diante da eternidade, na trama invisível do destino. Simples assim...
Somos apenas vida fluindo em sonhos e fantasias, sorrisos, lágrimas...
Para que temer o fim ?
"" O que pode durar para sempre
apenas a lembrança da luz
luz que um dia guiou
e por herança do tempo
apagou
deixando a certeza que cumpriu a missão
até entender que o fim é inevitável
mesmo que haja um pouco de luz...
"O que é a morte, senão a lembrança que você é feito de carbono, avisando-lhe que você é composto por células e que um dia elas param de se regenerar, tendo em vista tal fato, o medo de enfrentar a complexa e obscura realidade do desconhecido, cega boa parte da humanidade fazendo-os se apegarem a fantasias e falsas promessas, se iludindo por toda a vida com algo que não vai acontecer".
TEMPESTADE
A tempestade chega quando vejo,
A cor de teus olhos castanhos,¹
E no verde de teu vestido um desejo,
Um sonho distante e do mundo tamanho.
Não passo de um estranho,
Em busca de um pouco de atenção,
Já cantaram teus olhos castanhos,
Mas a quem você dará teu coração?
Entre prosas e versos,
Poemas e poesias,
No fim do dia fico reverso,
E nos sonhos e fantasias,
Tento ser espirituoso
Mas veja só a ironia...
Fico a cantarolar Carinhoso
Que descreve bem minha sintonia:
"Meu coração não sei por que
Bate feliz Quando te vê...
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo...
Mas mesmo assim, foges de mim...
Ah se tu soubesses como eu sou
Tão carinhoso e muito, muito
Que te quero... E como é sincero
Meu amor... Eu sei que tu não
Fugirias... Mais de mim...
Vem... Vem... Vem... Veeeem...
Vem sentir o calor dos lábios
Meus a procura dos teus...
Vem matar essa paixão...
Que me devora o coração...
Só assim então serei feliz
Bem...Feliz..."²
Autor: Agnaldo Borges
14/11/2017 - 17:18
¹Referência à música Tempo perdido - Legião Urbana
²Música: Carinhoso
Autor: Pixinguinha
Me forjo e reforjo o tempo todo, num constante buscar de novidades para bem gastar esse meu finito tempo, com infinitas banalidades que nem mesmo se fantasiam.
Nosso cérebro é um "amigo" falso. Ao mesmo tempo que nos diverte e motiva com suas histórias e fantasias, é capaz de nos iludir e destruir com as piores mentiras
“Deixo meus pensamentos falarem sozinhos, não vou agir no impulso quando minhas atitudes se baseiam em uma mistura de fantasia e tragédia”.
A arte do Pangolelê...
A marcha compassada do Bertrano, era breve e indicava duas realidades: a idade já avançada do pardo cavalo e o peso da carroça que puxava, uma velha carroça coberta em lona colorida, tatuada em desenhos que remontavam à lembrança a magia da arte circense.
Era nela que o palhaço Bambolin, seguia à frente da caravana e nela, cabia tamanha alegria que ia do nariz de bolinha à peruca vermelha e todas as peças que ele vestia: roupas de cetim com formas de toda cor, todas bem cuidadas, guardadas em baús de madeira, que juntos, servia de cama para dormir, durante a viagem, a trapezista que também era atriz e não abria mão de fazer de sua arte, motivo para todo povo se emocionar e também, sorrir.
Circo sem bicho, sem cobertura, sem bilheteria, sem bancos nem cadeiras, sem hora nem lugar pro show que não pode parar.
As atrações eram tantas que cabia um mundo de sonhos na imaginação de menina, de menino, de gente grande, que viam nas trapalhadas do palhaço e no voo do homem bala, no estranho gigante João correndo atrás do anão trapalhão, na curiosa mulher de barba e se admiravam com Gismundo, o homem mais forte do mundo.
Mas havia um momento de tensão, a apresentação da bela trapezista, que também era atriz e, de um lado pro outro, recitava, cantava e encantava a plateia!
A cartomante, nascida em Lisboa, além de interpretar o que via nas cartas, “lia mão”, adivinhava o futuro e dizia que bastava um tostão pra pagar a adivinhação.
O circo Pangolelê, era itinerante! Tinha somente artistas da vida, operários da felicidade, gente que tinha por regra, a falta de regras, naqueles eternos minutos que a atenção que recebiam, em encanto se fazia.
Ali, não cabiam sentidos e nem lembranças de sofrer, e pelo querer, transportavam a plateia para um universo de emoção e ficção!
