Fantasia

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Você é o sonho mais bonito que meus olhos já viram. Se amar você for fantasia, prefiro viver no mundo da lua do que com os pés no chão sem você.

O amor de verdade sabe a hora de virar brisa e ir embora, deixando saudade; a obsessão se fantasia de abrigo, mas é tempestade que busca apagar a sua identidade.

"Quando armarem o circo, saia do picadeiro. A fantasia de palhaço não é sua. Deixe o espetáculo continuar."⁠

Vivendo no Mundo de Fantasia


Vivo num mundo que só eu vejo,
Onde tudo parece perfeito, mas nada é real.


Sorrio por fora, mas por dentro me perco,
Entre sonhos que inventei para não sentir o mal.


Criei castelos no ar,
Pintei o amor com cores que nunca existiram.


E nas minhas ilusões aprendi a morar,
Mesmo sabendo que eram só mentiras que eu criei.


Lá, ninguém me julga, ninguém me fere.
Sou livre, mesmo que presa à ilusão.


Mas quando volto à realidade, tudo congela,
E o coração sente o peso da desilusão.


Queria fugir, mas já não sei para onde.


Talvez o meu refúgio seja essa fantasia sem fim,
Porque no mundo real, ninguém me entende,
E no meu mundo inventado... pelo menos eu sou feliz por mim.


Às vezes, viver na fantasia é a única forma de sobreviver à realidade.

O mundo real é uma eterna fantasia; permaneça autêntico, acordado ou a sonhar.

Que as fantasias sigam sendo sonhos, porque o mundo real é só uma fantasia disfarçada.

Quando a fantasia é mais palpável que o real, pode acordar, mas continue sonhando.

“Nem toda fantasia é loucura; algumas fantasias são pontes frágeis que a alma constrói para atravessar o luto.”
Do livro Bonecos Reborn — Quando a Fantasia Assume o Lugar da Realidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O problema não está em segurar um símbolo; começa quando a fantasia toma o lugar da realidade e aprisiona a consciência.”
Do livro Bonecos Reborn — Quando a Fantasia Assume o Lugar da Realidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fantasia pode proteger a alma por um tempo, mas precisa continuar sabendo que é fantasia para não se transformar em cárcere.”
Do livro Bonecos Reborn — Quando a Fantasia Assume o Lugar da Realidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

O fanático não quer salvar o mundo; quer impor sua fantasia a ele, custe o que custar.

Você está naquela igreja porque ela é igual a sua fantasia.

De vez em quando…

No cair do dia, entre realidade e fantasia,
volto no tempo em um tique-taque,
com a impressão de que é mais real

a fantasia do imaginado agora
ao infinito…

De vez em quando…

Suspensa, perdida no tempo,
com o pensamento obstinado até a loucura,
no silêncio prendo a respiração.

Momento mágico!
Aprisionado em minha mente,
espaço de segundos que se perdem
na esquina da estrada do tempo…

Vilma Martins

Não que você

não mereça

eu te querer,

Você em pouco

tempo povoou

a minha fantasia

Elevando a minha

vaidade feminina.



Não posso ficar

onde sei que não

tenho como

emocionalmente

sustentar;

Não preciso

prever o futuro

porque sei que

entre nós tem

tudo para dar errado.



O amor pede de nós

profundos cuidados,

Da forma que você

está acostumado,

Não sou eu é que

farei impossível

para te modificar.



Não, não há nada

de errado comigo,

E nem contigo;

Apenas temos

expectativas

diferentes,

Só não quero

colocar o meu

coração mais

sob o teu perigo.

Não brinque com o meu fogo,

Sei brincar com a tua fantasia,

Não intente com o meu juízo,

Sei assumir com a grandeza

De ser diferente: sou poesia.



Não evite os meus beijos,

Sei buscar o melhor de ti,

Não invente [escapar...,

Sei farejar-te e irei atrás

Do aroma que eu senti.





Não disperso o desejo,

Sei salsear com a tua alegria

Não experimente esquecer,

Sei abraçar-te com jeito

De causar toda a energia.



No meu corpo tenho a sina,

Serei a tua sublime alcova,

Sou muito mais [alma

Do que você imagina:

Sou a loucura que fascina.



Sou gemido, sussurro e grito,

O incêndio mais elevado.

Eia, vulcão atrevido!

O meu corpo bem macio

É que te faz ainda menino.



Danço e rasgo o verbo,

A liberdade que me deste,

Peguei como um [laço,

Abraço com a vontade

De ter qualquer possibilidade.



Darei o meu melhor riso,

O meu inefável paraíso,

A liberdade que recebi;

O teu corpo terei a qualquer custo,

Na intensidade que me [atrevi].

O sussurro que cruza e roça
a fantasia na madrugada alta
que jamais pode ser recusada;
Sempre que vir acompanhada
escorregadia com a mão-boba,
e uma boa proposta indecente.


Para que as auras entrelaçadas
a meia-luz cumpram afinadas,
brindando solenes e íntimas
o supremo, o indecoroso,
e o pio desejo incontrolável...;
por amor, concessão e eflúvio.


Para de delíquio em delíquio,
sem nenhuma ambiguidade,
sem dedos com a latência,
cumprir fielmente o pacto
com a tentação da boa colheita,
para obter o melhor sabor
de Jenipapo, sem pudor,
Sem tabu e sem nenhum véu,
tornar tudo em nós livre e permitido;
pela via plena da insinuação
conquistar e celebrar o afrodisíaco.

"A fantasía, é um analgésico para a alma!"

Inserida por ze20

Todo sonho é realizável? O que dizer dos pesadelos então? Fantasia?!

Inserida por LLSantos

São os sonhos que nos vestem de fantasia.

Inserida por LeoniaTeixeira

Sem título. Que assim seja. O inverso contrariado. A minha fantasia dilacera as igualdades. Mal sei se isso tudo é igual. Mas espera até que os iguais se tornem diferentes. Tudo será igual novamente. Daí irão inventar outra diferença. O existir. Tenho medo. Mal sei eu se existo. Talvez eu seja apenas um rastro, um telhado de vidro, um quarto escuro ou até mesmo uma estrofe. Não sei, mal sei se isso tudo existe. E se fossemos apenas um mero acaso, uma simples coincidência? E se todos fossem apenas uma grande confusão. Atualmente, ando achando que nem metade das pessoas que conheço realmente possuem alguma existência. Talvez eu seja louca. Ou o sentido parou de fazer sentido. Mas meu Deus, eu mal faço sentido, mal sei do que se trata, a verdade não faz sentido. O sentido por um acaso existe? Estou cansada de não fazer sentido. Eu sinto, sinto, sinto e nunca faço sentido algum. O meu hálito é céu de não saber amar. Isto faz sentido? Isso cativa a minha estranha humanização perturbante? Isto é normal? O que hoje em dia podemos considerar fora do normal, o próprio normal? Como pode ver, e ler, eu mal sei o que quero dizer. Sei nem se tenho algo a dizer. Eu nunca tenho algo a dizer. Vivo repleta de silêncios e coisas que não tenho a dizer. Eu me entorto toda por culpa do silêncio. Nunca, jamais tinha me sentido tão solitária, mesmo a minha casa estando cheia. Cheia de silêncios. Ao todo, a minha vida se resume em silêncios. Pela simples certeza que sempre tive que; Não sou obrigada a dizer nada! Não quero me expor ao ridículo. Hoje já não tenho mais esse medo todo de ser ridículo. Eu estou em estado de introspecção. Eu estou em estado de percepção esgotada. Mal sei o que quero ver, se é que tenho algo a ver, com o decorrer do tempo poderia eu dizer que o mundo todo é algo que não se pode ver? Cubro meus olhos, mas minhas mãos são pequenas o suficiente para deixar que eu veja algo. Eu inteira sou pequena, de tamanho, de fé, de compreensão, de organização, de paciência. Sou pequena em todos os sentidos. Mas que sentido? Eu, ao todo, sou feita de mentiras. E exageros. Eu sei que eu não tenho nada á dizer, mas; Sempre acabo quebrando o silêncio, com uma piada, ou um assunto sem sentido. Olha eu aí querendo fazer sentido de novo. As vezes quebro o silêncio para não parecer tão eu confusa. Entende o que quero dizer? Quero fugir da confusão que me prende. Quero ser menos eu, mas afinal, quem sou eu? Quem fui eu? Passaram-se alguns segundos dês de que escrevi aquilo e eu nem sequer me lembro do que eu era enquanto escrevia tal coisa. Eu era uma mulher, pequena, escrevendo algo. Apenas isto? Sou feita apenas de fatos. Quase nunca a vejo, talvez as poucas vezes que eu a vi tenham sido apenas uma visão, imaginação minha. Talvez ela nem exista. Talvez ela não tenha forma e nem graça, e não tenha muito menos algum estado de compreensão. O reflexo na vitrine, ou em qualquer lugar que possa refletir sua palidez e seu cabelo claro, seja apenas coisas de minha dupla e múltipla imaginação. Eu não estou cega. Mas quase não me recordo do que fui ontem. Eu estava tomando café com minha mãe; sei apenas isto. Sou uma mulher, pequena, tomando café com sua mãe. Apreciando o jeito como ela mastiga o pão. E o jeito como não tenho nada em comum com ela. Até em matéria de mastigar alimentos sou discreta, mal faço barulho. Mas sou escandalosa enquanto durmo, grito como se ansiasse pela dor de acordar. Como se eu estivesse presa no sonho, mas não quisesse me libertar pois a realidade me aprisiona mais do que no sonho. Então, pode se concluir que estava eu gritando por não querer ser solta? Não sei. Me Deus, O que sei? Não quero e nem preciso saber. Mas a confusão me fez dissimulada. A imagem do que sou me contorce toda. Eu estava sentada á beira da lagoa lendo um livro que por sinal é tão confuso que parecia até que eu viajei no futuro e estava lendo o meu próprio livro. Que sei do futuro? Preciso parar de me perder. Eu não sei se faço sentido. Mas a menina tem uma ânsia em fazer sentido e uma necessidade absurda de parecer normal, contava verdades e sorria sempre. Que sentido faz tudo isso? Que dilema sei eu? A verdade mal faz sentido e o sorriso é só uma apresentação. Teu quarto é teu melhor amigo. Já parou pra pensar, ou melhor, já parou para apenas não pensar? Tenho que dizer algo, mas, mesmo quando escrevo parece que o resumo de tudo isso pode se concretizar em silêncios. Quando escrevo também nunca digo o que realmente queria, ou precisava ter dito. Tudo isso é uma grande dissimulação. Tudo isso é uma grande confusão, Todo mundo é uma grande confusão. Uma confusão querendo fazer sentido. Estou apenas arrastando um pouco de sanidade para a minha realidade. Mal sei se isso tudo é realidade, ou é apenas um texto sem revisão.

Inserida por LuanaRodrigues