Falsidade: frases certeiras para identificar pessoas falsas
“Não adianta tentar fazer o bem para o próximo se primeiramente o bem não estiver em si mesmo; seria uma falsidade.”
Não espere em ser dito para lutar, se tiver oportunidade lute, pôs as pessoas que se fazem de ser mais próximas, são os nossos verdadeiros adversários, não deixe que ninguém se imponha e por vezes o nosso sofrimento não é causada por pessoas, mas sim por nós mesmos em confiar na pessoa falsa.
Nasci no mundo em que só sabem da existência de Deus quando estão em apuros, em que valorizam militares quando estão em guerra, em que valorizam polícias quando estão sendo assaltados.
Não suporto! Não suporto aquelas pessoas que são boazinhas demais! A primeira vista parece que nunca erraram na vida, que são perfeitas. Mas ao contrário disso, erram por debaixo dos panos, fingem e ainda por cima são boas nisso.
Eu sei, eu simplesmente sei. Tem pessoas e situações que eu não preciso de muito esforço pra enxergar. Eu vejo e sinto a maldade no ar, a falsidade e a manipulação.
Eu aprendi a esperar. Não por pessoas, nem por empatia, mas esperar pelo tempo que passa e coloca cada coisa no seu devido lugar.
Meu coração está blindado como nunca esteve, guardado a sete chaves, recuado, cansado. Foram tantas derrotas, tantas tentativas, tantas frustrações, que nada mais parece valer o esforço.
Certa vez, um Homem disse ao Porteiro: "Egocêntrica é uma mulher com mau gosto, mais interessada em si própria do que em mim".
POLÍTICO PRA FRENTE
Na festa, um político se aproximou de uma escritora e perguntou:
– Oi, eu sou político, não quer dançar comigo?
– Não, eu não danço! – respondeu a escritora. – Quando foi que começou a se envolver em política?
– Já faz algum tempo – respondeu ele. – Descobri que tenho vocação pra isso.
– Não duvido que isso não tenho vindo de seus pais – disse ela. – Você se envolve nessa coisa de mercenário, é divertido? Você é o quê? Oportunista? Calculista?
– Talvez eu não tenha sido amamentado – respondeu o político.
– Acha que minhas inimigas não costumam se envolver com homens iguais a você? – perguntou ela.
– Acho que você gosta de homens como eu.
– Você acha, não eu! – retrucou a escritora. – Quando começou a desviar dinheiro público?
– Nossa! Você nunca para, né?!
– Não, eu nunca paro – respondeu ela.
O político perguntou:
– Então por que não vamos para o seu quarto pra ver o que tem no frigobar?
– Que pena! Sou escritora, bebi tudo. É impossível que não se importe com uma quantidade de crianças passando necessidade por causa de seus acordos?
O político respondeu:
– Olha, as pessoas se destroem como um modo de vida, sempre foi assim.
Ela questionou:
– Quer dizer que você só assiste o noticiário e continua o seu dia?
E o político:
– Me responde uma coisa, você acha que vai mudar os resultados? Você também faz parte do sistema.
– Ah, me conta, como é que é isso? – perguntou ela.
– Quem você acha que coloca os picaretas no poder? – perguntou o político. – Iludidas que só querem um casamento com homens endinheirados.
A escritora retrucou:
– Só pra esclarecer, nem toda Mulher quer um casamento com um homem endinheirado, como nem todo Homem se destrói como um modo de vida! Verdadeiras ações são feitas todo dia, mas parece que não por você. Este lugar está prestes a explodir. Quero usar meu tempo com um Homem justo.
By-Marcélio__
Não confie em alguém cujo sorriso se mostre apenas uma contração labial em que os demais músculos da face não revelem o mais leve traço de sincera alegria.
É aquela vergonha tão desmoralizante que até os sem vergonha colocam um véu, porque nem a cara de pau aguenta o tranco.
Os arquitetos do vazio…
Sob a luz pálida de um sol amortecido, um salão vasto e mal iluminado estendia-se como um campo de batalha velado. As mesas alinhadas eram cercadas por cadeiras que pareciam tronos de um reino que se sustentava em falsidades e segredos. Ali, onde o ar tinha o peso de um segredo mal guardado, seis figuras dominavam o espaço, cada uma com sua própria máscara, cada uma com suas ambições ocultas.
No centro de tudo, havia Lívia, a líder do lugar, embora o título parecesse um adorno mais do que uma verdade. Ela era jovem, mas sua postura encurvada e o olhar vazio faziam-na parecer mais velha, como se carregasse o fardo de uma vida que nunca aprendeu a viver. Sua presença era um paradoxo: uma figura que deveria inspirar, mas que transmitia uma inquietação quase palpável. Havia algo de sombrio em suas expressões, uma tristeza que parecia nascer de um vazio interno, como uma casa grande e rica, mas sem mobília. Ela nutria uma amizade peculiar com Clara, a outra mulher do grupo, uma relação que os olhos mais atentos poderiam chamar de genuína, mas que, nas sombras, era distorcida por interesses e manipulações.
Clara era uma especialista em disfarces. Seu sorriso largo e suas palavras doces escondiam uma mente afiada, acostumada a esquadrinhar as fragilidades alheias. Era como uma serpente, deslizando suavemente, mas pronta para atacar quando fosse conveniente. Enquanto fingia lealdade a Lívia, tecia em segredo uma trama venenosa, espalhando palavras como lâminas, afiadas pela raiva e pelo desprezo que sentia pela líder. Não era difícil perceber que Clara não tinha apreço por ninguém além de si mesma, e seu mundo girava em torno de benefícios que pudesse colher sem esforço.
Entre os homens, destacava-se Elias, vice-líder, o mais jovem da equipe. Sua juventude era marcada por uma habilidade peculiar: a mentira. Ele mentia com uma facilidade que quase parecia arte, moldando realidades paralelas que o favoreciam, como um espelho distorcido. Sua personalidade refletia a de Lívia, ambos unidos por uma escuridão que não admitiam em voz alta. Elias era astuto e sabia que, para sobreviver, precisava jogar um jogo perigoso, mesmo que isso significasse destruir quem estivesse em seu caminho.
Davi, o assistente que ocupava o quarto lugar em idade, era um homem de aparências e fantasias. Ele havia se construído em cima de histórias que não eram suas, pavimentando sua trajetória com mentiras que contava a si mesmo e aos outros. Era um parasita, sugando o que podia de Lívia, que, por motivos que ninguém compreendia, lhe dedicava uma atenção especial. Talvez fosse fascínio, talvez interesse compulsivo e carnal, mas o fato era que Davi sabia como aproveitar-se disso, alimentando as ilusões de Lívia enquanto construía sua própria rede de vantagens.
O restante da equipe era composto por Samuel, o segundo mais velho, um homem animado, de energia leve, mas que escondia inseguranças profundas e uma natureza dúbia, e Heitor, o veterano do grupo, cujo coração puro e espírito resiliente o tornavam um estranho naquele ninho de cobras. Heitor havia aprendido a sobreviver, não por malícia, mas por necessidade. Ele observava o caos ao seu redor com olhos atentos, sabendo que o único caminho seguro era aquele que o levaria para longe dali.
A trama começou a se desenrolar quando Lívia, Clara e Davi uniram forças em uma conspiração intrincada. Eles criaram uma aliança baseada em interesses mútuos, cada um trazendo suas habilidades para a mesa: Lívia, com sua manipulação e capacidade de distorcer a verdade; Clara, com sua falsidade; e Davi, com sua habilidade de se fazer indispensável. Juntos, começaram a trabalhar com um único objetivo: derrubar Elias e promover Davi em seu lugar, garantindo a vontade de Lívia e que Clara fosse muito bem recompensada.
Porém, Elias não era tolo. Ele percebia os movimentos sutis, os olhares trocados, as conversas sussurradas quando pensavam que ninguém estava ouvindo. Ele começou a contra-atacar, espalhando rumores e manipulando situações para parecer estar jogando no mesmo time de Lívia, quando na verdade ele queria o seu lugar. Era um jogo de xadrez sombrio, onde as peças eram movidas no silêncio, e as consequências eram reais.
Enquanto isso, Heitor observava. Ele não era parte do jogo, mas também não era cego ao que estava acontecendo. Ele via as máscaras caindo, os sorrisos falsos, os olhares carregados de intenções ocultas. Ele sabia que aquele lugar não era feito para ele, que sua bondade e honestidade eram qualidades que não tinham valor ali. Mas também sabia que precisava aprender a jogar, não para vencer, mas para sobreviver até que pudesse partir.
Quando o confronto final aconteceu, foi como uma tempestade que há muito se anunciava. As alianças desmoronaram, as verdades vieram à tona, e os segredos que sustentavam o equilíbrio precário daquele reino de falsidades foram expostos. Clara tentou culpar Elias, que, por sua vez, acusou Davi, que tentou se esconder atrás de Lívia. Mas, no final, todos saíram perdendo, exceto Heitor, que, com sua paciência e resiliência, conseguiu escapar ileso.
Quando Heitor finalmente deixou aquele lugar, sentiu-se como um prisioneiro libertado. Ele sabia que nunca mais voltaria, que aquele capítulo de sua vida havia terminado. E enquanto caminhava para fora, sob a luz de um sol que finalmente parecia brilhar, ele sorriu. Não porque havia vencido, mas porque havia sobrevivido. E, às vezes, isso era tudo o que importava.
"A gente nunca erra quando diz o que os outros querem ouvir ...mas é abslotamente frustante e tem sempre um grau de falsidade. Pensem nisso!"
Grand Circo da Vida...
No grande circo dos espetáculos diários, existe uma trupe de artistas renomados que se destacam em um show de talentos bem específico: o malabarismo de egos. Nesse picadeiro vibrante, onde o riso é constante e a sinceridade é um número raro, os integrantes não medem esforços para conquistar o aplauso máximo do iludido Grande Maestro.
Os palhaços, com suas máscaras de simpatia, são mestres na arte de equilibrar elogios exagerados e informações picantes. Afinal, nesse espetáculo, quem não participa do teatro das fofocas fica para trás. A ascensão ao estrelato é garantida para aqueles que dominam a habilidade de puxar o tapete enquanto distribuem sorrisos.
O Grande Maestro, sempre atento aos cochichos do camarim, adora uma boa história. Suas reuniões são momentos de pura magia, onde ele, com uma piscadela sutil, reconhece os melhores contadores de causos. É um show à parte, onde todos fingem não perceber que os truques já foram revelados.
E assim, nesse circo brilhante, o espetáculo continua. Os sem talento para o picadeiro autêntico, encontram seu lugar entre acrobacias de falsidade e piruetas de conveniência, garantindo que a lona do circo nunca caia.
O lema é "sorria e acene". Porque, no final das contas, quem precisa de autenticidade quando se tem uma promessa baseada na bajulação? Então, vista seu melhor sorriso falso e prepare-se para o show, porque neste palco, a falsidade é a estrela principal!
Bravo, bravíssimo!
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