Falo o que Sinto
Um dia me separei!
Sinto saudades das conversas fiadas, das traquinices que fiz, dos sonhos que tive, das risadas bobas e dos momentos lindos e loucos.
Sinto saudades até dos momentos tristes, das angústias, dos bailaricos de finais de semana, enfim... dos companheiros adolescentes.
Sempre pensei que aquelas amizades continuassem para sempre. Mas hoje parece que tudo acabou!
Hoje, cada um foi para seu lado, seja pelo destino ou por alguma desilusão. A vida segue..., talvez um dia possamos nos reencontrar, quem sabe!
Enquanto isso, a saudade vai apertando bem dentro do peito.
Quem me dera que a vontade de ligar, de repetir todas as bobagens e de juntar todos daquele grupo fosse possível, nem que fosse para um último adeus de um amigo.
Assim, entre lágrimas e cabisbaixo, não desistirei de sonhar que um dia voltarei pelos mesmos motivos que a vida me separou.
Não importa se pratico bem ou mal a minha religião. Sei apenas que quando a pratico, eu me sinto bem!
Eu sou analítica, mas não fria. Sinto o que a maioria não percebe que nao sei como mas leio silêncios, interpreto entrelinhas e enxergo nuances que muitos ignoram. Vejo além dos gestos e questiono o que se cala. Carrego no peito um laboratório de dores que ninguém catalogou, feito de mapas mentais e cicatrizes emocionais, de hipóteses sobre o mundo e feridas que ainda não viraram tese.
Ser analítica não é uma escolha: é uma forma de existir, é medir a profundidade de um abismo com os olhos abertos e, mesmo assim, tentar atravessá-lo. Não se trata de falta de fé, mas de excesso de percepção, é saber que um sorriso pode mentir e que um toque pode calar, é doer no ponto exato onde os outros passam batido.
Ser analítica me custa noites mal dormidas, me leva a refletir sobre o que ninguém disse, me faz questionar até os próprios sentimentos, mas também me salva dos enganos que machucam sem nome, é viver entre o sentir e o pensar, entre o racional e o sensível, como quem caminha sobre uma linha fina entre dois mundos.
No fim, ser analítica é existir com lupa em um mundo que prefere o raso, é doer com consciência, é amar com profundidade. É viver mesmo que doa com verdade.
AS LEMBRANÇAS QUE NÃO SE ACABARÃO
Fecho os olhos sinto as batidas do coração, penso no que a vida nos traz de melhor, naquilo que a vida nos presenteia e que nós jamais nos esqueceremos e nem perderemos em nossa memória com o passar do tempo, tenho certeza que momentos bons não passaram despercebidos , abraços , confissões , isso é o que eu jamais me esquecerei na vida mesmo com o passar dos tempos e com certeza isso será lembrado como algo especial.
Ciclo
Cada momento que vai
Eu me sinto renascer
Mas cada tempo passado
Aí me sinto morrer.
A vida é muito escassa
De repente tudo passa
Se não correr pra viver!
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
23/11/2023
Metade que Respira em Silêncio"
Eu sinto um nome que nunca ouvi,
um toque que nunca me alcançou,
mas que arrepia a alma...
como vento que dança antes da chuva.
Não é ausência, é espera...
Não é saudade, é presságio...
Há um coração batendo ao avesso do meu,
na mesma frequência de um sonho que insiste.
Sei que existes, embora a pele ainda negue.
Teus passos erram rotas que o destino disfarça...
mas tua procura é uma prece que escuto
nas entrelinhas do silêncio do mundo.
És verso que me falta no poema...
sombra que se encaixa na luz do meu riso...
eco do que sou quando fecho os olhos
e confio que o amor tem memória.
Um dia, teu olhar vai tropeçar no meu,
não como acaso, mas como retorno.
E saberemos, sem perguntar,
que enfim, encontramos o caminho de casa.
Na incerteza me faço
Onde no saber eu disfarço
Que por linhas ou traços
Escrevo o que sinto
Por mais que menino
Sei bem o que quero
E do amor eu espero
O poema mais lindo
Que por nós seja escrito
Hoje, sinto uma dor intensa em meu coração. Talvez essa dor seja fruto da tristeza que me envolve ou do amor que ainda carrego. Ou, quem sabe, essa dor seja apenas um reflexo das experiências que vivi, aquelas que deixaram cicatrizes profundas dentro de mim. É como se cada uma dessas dores tivesse se instalado em meu ser, tornando-se parte de mim, me lembrando constantemente das emoções que já experimentei. Esse peso no peito é um lembrete constante das batalhas que lutei e das feridas que, mesmo que não visíveis, permanecem aqui, guardadas em meu interior.
QUALQUER OUTRO NOME
Se, sinto a tua falta, é saudade,
Se, sinto a tua alegria, é felicidade,
Se, sentir tua preocupação, te darei tranquilidade,
Se, sentir tua tristeza, espero trazer-te a felicidade.
Se, sinto tua presença, encontro confiança,
Se, ouço tua voz, abala meu chão,
Se, encontro teu olhar, vejo esperança,
Se, alcanço o inalcançável, alcancei teu coração,
Se o que sinto tivesse outro nome qualquer,
Ainda assim seria o mesmo sentimento abrasador,
Pelo que és como menina ou como mulher,
Ainda assim seria de ti todo o meu amor.
“Se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume.” William Shakespeare
Autor: Agnaldo Borges.
03/03/2015 15:04
Luiza tem o cheiro de poema e daquele mar azul em tarde ensolarada
Ao lado dela eu me sinto em um lugar feito de risos e sorrisos.
Ela é forte, decidida, sabe exatamente o que quer e o que não quer ! Ela é mulher de fé, mulher Deus como ela mesmo diz que é.
Ela é intensa, ama, sente, abraça e é verdadeira! Ela sabe se expressar e simplifica a vida.
Ela é prática. É livre de agradar aos outros. Diz aquele NÃO, puro, simples e sorrindo.
Ela tem raciocínio rápido. É inteligente. Criativa. Amável. Amorosa. Carinhosa e
Corajosa. Muito corajosa.
Ela é e sabe ser é graciosa, plena.
Me diz que quer ser bailarina, quer amar e se casar. Ela quer ser MÃE !
Eu a admiro.
SIM. Minha doce LUÍZA GARCIA SODRÉ.
A minha garota de faculdade que me foi apresentada pela Tia Grazy em pleno Maternal.
Eu me machuquei hoje de novo...
Para ver se ainda sinto algo...
Para saber se ainda estou realmente vivo...
Eu me concentro na dor...Pois ela é a única coisa que ainda é real.
"O tempo passou
e ainda sinto o mesmo preconceito da infância.
Com o passar dos anos, nada mudou.
Mas é compreensível:
a humanidade continua a mesma
— assim como a minha cor."
Me sinto como algo quebrado. Não sou daquele tipo que veio com defeito de fábrica. Sou do tipo que funcionou por um bom tempo. Tive que render sob grande exigência. Tudo foi intenso. Não consegui ser diferente. Sou de uma excelente marca. Tinha que dar conta do recado. Mas desgastei antes da hora. Foi muito pra mim. Pifei cedo demais. Apesar de achar que ainda tenho concerto. Sei que nunca mais funcionarei como antes.
"Das coisas que aprendi na vida, mente ocupada não sente falta de ninguém, se me sinto bem no conforto de minha cama minha melhor companhia será eu mesmo."
Não tenho amigos, mas sou amigo de um monte de gente, me sinto sozinho mesmo quando estou rodeado de gente, disponível pra ajudar sempre que posso, o universo conta comigo pra tudo, mas eu não conto com o universo pra nada, já aceitei o meu destino de existir e a caminhar sozinho.
Tenho a sorte de ainda poder escrever algo que toque as pessoas,
eu sinto é algo que eu preciso fazer... é como se cada pessoa entendesse ou de certa forma ja tivesse vivido esses momento que escrevi,
eu me ponho na obrigação de fazer, mesmo não tendo reconhecimento por isso..
Não é nem alegria, nem tristeza, mas uma oscilação que sinto entre eles ao relembrar os bons e maus momentos que vivemos juntos...
Como ser eu mesmo se a sociedade é o oposto do meu ser? Sinto-me como uma estrela em meia a escuridão.
