Falecimento

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Quando dá essa saudade dele,
ocê lembra de tudo, tintim por tintim.
Lembra onde foram,
o que beberam,
o que comeram,
até a data na ponta da língua.
Cada detalhezinho vivo na tua boca.
E sempre me dizia,
com essa cara de saudade enrustida,
que num foi nada importante.
Se num foi nada,
por que ocê guarda tudo
e se esquece de quem está ao teu lado?
(Saul Beleza)

"⁠saudade"
*Saudade de falar contigo.
*Saudade das nossas brincadeiras.
*Saudade do seu abraço.
*Saudade das nossas reciprocidades.
*Saudade do seu sorriso.
*Saudade do seu amor.
*Saudade das nossas vidas.
*Saudades de nós e das nossas noites vividas.
*Tudo isso é saudades atrás de saudades.
Isso é para ti minha amada 🌹.

Solidão
é nunca antes
sentir saudades.⁠

Vou sentir saudades de você todos dias...
Terei de me distância estar doendo muito não poder te amar
Terei de partir pra de longe pode te ver feliz
Terei que deixar de lado meus sonhos de amor que só encontro em ti
Sim eu terei de me despedir...
Te darei meu beijo de adeus querendo dizer até logo
Te abraçarei com toda ternura que ha em mim
E por um momento acreditarei que são meus seus sentimentos
Acreditarei que você sempre foi meu e que eu serei sempre sua
É serão por alguns momentos porque quando eu virar a esquina
E as lágrimas rolarem terei que ir...
E talvez não volte
Contudo continuarei a te amar
Ainda vou te querer
Por isso mesmo distante
AMAREI VOCÊ!

Hoje, a saudade bateu forte e doeu um pouco. O meu desejo era que você estivesse aqui, comigo. A sua falta fez-se sentir em cada instante deste dia.

Benditos foram aqueles que nos arrancaram lágrimas, mas somente de alegria e de saudade. Sem roubar a nossa confiança, partiram; deixando apenas bons sentimentos e boas lembranças.
— Jucelya McAllister

A SAUDADE DE VOCÊ ME DEIXOU PENSATIVO.


POR VEZES EU ME ACHO PERDIDO.

HAVERÁ UM DIA
QUE EU E VOCÊ
SEREMOS SAUDADE.

NÃO IMPORTA QUANTO TEMPO
MAS A SAUDADE É GRANDE
SE É DE AMOR.

Saudades são aqueles
que foram
e aqueles que ficaram.

Que aproveitemos sempre até os segundos, por que um dia teremos saudades até dos seus décimos.

⁠É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.

⁠Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.

⁠No campo regado pelas lágrimas da saudade, inevitavelmente a reflexão sobre a vida se aprofunda.

Sempre que a saudade desiste de fingir costume e me abraça um pouco mais apertado, o que me consola é a gratidão e a certeza do azar de ter tido tanta sorte.

Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!

Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!


Liberta, Senhor!


Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!


Saudades, sim — Tristeza, não!


Amém!?!


Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.


Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.


São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...


No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.


E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.


Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.


Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.


Amém!

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

⁠Os que sacrificam demais o presente para viver o futuro, chegam nele com saudade da saúde que não aproveitaram no passado.


Quem negligencia o presente para viver o futuro costuma acreditar que está fazendo um investimento muito seguro.


Troca horas de sono por promessas, adia encontros por metas, empurra o cuidado com o corpo para depois da próxima conquista.


Vivem como se a vida fosse um rascunho — como se o agora fosse apenas um corredor apertado que precisa ser atravessado às pressas para, enfim, chegar ao grande salão do “um dia”.


Mas o futuro tem um hábito curioso: ele chega.


E quando chega, não traz de volta as madrugadas mal dormidas, as refeições engolidas às pressas, os abraços adiados, os sinais ignorados do próprio corpo.


Ele chega cobrando juros silenciosos — nas dores crônicas, no cansaço que não passa, na energia que já não acompanha os sonhos.


Há uma ironia delicada nisso tudo: trabalhamos para garantir dias melhores e, no processo, entregamos os dias que já eram bons.


Buscamos segurança e acumulamos ausência.


Queremos estabilidade e perdemos vitalidade.


E quando finalmente alcançamos o futuro tão esperado, às vezes ele nos encontra com a saúde fragilizada, e uma saudade imensa do tempo em que podíamos ter vivido com mais equilíbrio.


O presente não é inimigo do futuro.


Ele é a matéria-prima dele.


É no agora que o corpo se fortalece ou se desgasta, que a mente respira ou se sobrecarrega, que a alma floresce ou se cala.


Não há amanhã saudável construído sobre um hoje negligenciado.


Talvez a sabedoria não seja abandonar os planos, mas aprender a não se abandonar enquanto os constrói.


Porque sucesso algum compensa o arrependimento de ter tratado a própria saúde como algo descartável.


E não há futuro tão próspero que substitua o privilégio de estar inteiro — física, mental e espiritualmente — na única linha do tempo que realmente nos pertence: o agora.


O melhor dia para se viver é hoje.

⁠Quando a Saudade me abraça um pouquinho mais apertado, o que me consola é a Gratidão pelo Azar
de ter tido tanta Sorte.


Porque há encontros que, mesmo quando a vida os transforma em despedidas, continuam acontecendo dentro da gente.


Há pessoas que partem, momentos que não voltam, abraços que se tornam lembranças e sorrisos que, de tão vivos na memória, quase nos convencem de que o tempo ainda não passou.


E talvez seja esse o paradoxo mais bonito e mais doloroso de existir: descobrir que algumas das coisas que mais nos fazem falta são justamente aquelas que mais nos fizeram felizes.


A Saudade, no fundo, é uma espécie de Eternidade disfarçada de Ausência.


Ela nos lembra que o tempo pode levar a presença de quem amamos, mas não pode desfazer o que foi verdadeiramente vivido.


O que passou não deixou de existir; apenas mudou de lugar.


Saiu do alcance das nossas mãos e encontrou morada naquilo que somos.


Está nos nossos gestos, nas nossas escolhas, nas palavras que repetimos até sem perceber, e até na maneira como olhamos para o mundo após termos conhecido alguém que nos ensinou a enxergá-lo de outra forma.


E é aí que nasce a Gratidão pelo Azar de ter tido tanta Sorte.


Azar, porque a vida não nos permite conservar tudo aquilo que amamos.


Porque a morte, essa arquiteta imprevisível e implacável dos nossos destinos, não nos consulta antes de mudar os cenários, encerrar capítulos ou transformar presenças em lembranças.


Azar, porque, às vezes, precisamos aprender a continuar vivendo com um espaço vazio onde antes existia alguém.


Porque amar também é aceitar a vulnerabilidade de não ter garantias, de não possuir o amanhã e de não poder negociar com o tempo.


Mas Sorte…


Ah, quanta Sorte!?!


Sorte por ter cruzado caminhos que poderiam jamais ter se encontrado.


Por ter vivido histórias que não estavam escritas em lugar algum.


Por ter conhecido pessoas que fizeram o mundo parecer maior, a vida parecer mais leve e os dias comuns ganharem a importância das coisas extraordinárias.


Sorte por ter tido motivos para rir até perder o fôlego, por ter encontrado abrigo em um abraço, por ter experimentado aquela sensação rara de estar exatamente onde se deveria estar, ao lado de quem fazia aquele instante valer a pena.


Talvez a maturidade comece quando deixamos de perguntar apenas por que certas coisas precisaram acabar e passamos a agradecer porque, um dia, elas começaram.


Quando compreendemos que a finitude não anula o valor de uma experiência, assim como o pôr do sol não torna menos belo o dia que termina.


Há coisas que não precisam durar para sempre para terem sido eternas naquilo que despertaram em nós.


Não se trata de romantizar a perda, nem de fingir que a ausência não dói.


Há dias que a Saudade pesa um pouquinho mais, os silêncios apertam e as lembranças chegam metendo os pés na porta.


Há momentos em que a razão entende, mas o coração continua procurando.


E tudo bem.


Nem toda dor precisa ser vencida; algumas precisam apenas ser acolhidas até que aprendamos a carregá-las sem deixar que nos impeçam de caminhar.


Porque existe uma diferença imensa entre sofrer por aquilo que “perdemos” e reconhecer a riqueza daquilo que tivemos.


A primeira nos prende ao que já não podemos mudar; a segunda nos reconcilia com a beleza de termos vivido.


E talvez a verdadeira sabedoria esteja justamente nessa travessia: permitir que a Saudade nos visite sem esquecer que a Gratidão também mora em nós.


No fim das contas, a vida não nos promete permanências.


Oferece encontros, possibilidades, instantes e a liberdade — nem sempre fácil — de atribuir significado ao que nos acontece.


Não escolhemos as despedidas, não controlamos todas as mudanças e não conseguimos proteger para sempre aquilo que amamos.


Mas podemos escolher não transformar o fim em uma negação do começo.


Podemos olhar para trás sem desejar apagar a história só porque ela terminou.


E, quando a Saudade me abraça um pouquinho mais apertado, tento me lembrar de que nem toda ausência é sinal de fracasso, nem todo fim é uma injustiça e nem toda lágrima precisa significar arrependimento.


Às vezes, chorar é apenas o coração reconhecendo o tamanho da bênção que foi ter vivido aquilo que agora lhe faz tanta falta.


Por isso, se existe algum consolo em não poder voltar, talvez ele esteja em saber que eu estive lá.


Que vivi.


Que amei.


Que fui feliz sem saber, em alguns daqueles instantes, o quanto eles se tornariam preciosos.


Que a vida, mesmo sem me garantir a eternidade de certas presenças, me concedeu o privilégio de conhecê-las.


E, se hoje a Saudade dói, é porque ontem a vida me presenteou.


Que eu nunca seja tão triste pelo que “perdi” a ponto de me tornar ingrato pelo que recebi.


Que eu nunca deseje tanto reviver o passado a ponto de deixar de honrar tudo o que ele construiu em mim.


E que, mesmo nos dias em que a ausência falar mais alto, eu consiga encontrar, no fundo da memória, uma razão serena para sorrir.


Afinal, há Azares que nos ferem, mas há Sortes que nos transformam para sempre.


E algumas pessoas, mesmo quando já não podem caminhar ao nosso lado, continuam sendo parte do melhor caminho que já percorremos.


Se a Saudade é o preço de ter vivido algo tão extraordinário, que eu tenha coragem de senti-la sem amaldiçoar a Sorte que me permitiu viver.


Porque, entre a Dor de não ter para sempre e a felicidade de ter tido um dia, escolho Agradecer.


Não porque a ausência seja pequena, mas porque o amor foi grande.


Não porque tenha deixado de doer, mas porque valeu a pena.


E, sobretudo, porque há lembranças que, mesmo quando apertam o peito, continuam aquecendo a alma.


Que Sorte a minha por ter tido tanto a perder!


Que Gratidão a minha por ter tido tanto para amar!


Gratidão pelo Azar de ter tido tanta Sorte!