Falar mal das pessoas
Sonho em esculpir o silêncio à ignorância que me rodeia
Da fala mal interpretada e da expressão que me anseia
Pelo mal discernimento ou ação do pensamento
Ouvindo uma palavra que destrói, nesta hora o silêncio é nossa voz...
O incrédulo pinta o seu mundo, com violência agindo em conjunto!
Mas o amor desperta o meu sorriso e só há amor enquanto existirmos;
“Se te esquivas do teu irmão porque falaram mal dele, ou porque tu mesmo assim o julgas. Ignoras tu que tem gente que passa à léguas de ti pelos mesmos motivos”
Ney P. Batista
Sep/06/2019
O ser humano é paradoxal no que diz respeito àquele que fala mal do seu próximo, que mal conhece, quando ele nem conhece a si mesmo.”
Ney Paula B.
Quando falamos mal de alguém, estamos nos rendendo aos instintos inferiores que carregamos dentro de nós (e que precisam "desaparecer"...).
Quando falamos mal de alguém, nos colocamos na condição de juízes, sentindo-nos no direito de julgar os defeitos de outras pessoas, e perdemos tempo e energia, que seriam bastante úteis caso optássemos por corrigir nossos próprios defeitos.
Quando falamos mal de alguém, estamos deixando de lado os ensinamentos de Jesus sobre o amor e a caridade, pois nosso julgamento implacável não nos permite perceber os sentimentos alheios e muito menos nos preocupar com o fato de que estamos denegrindo a imagem de nosso irmão.
Façamos o esforço, amigos. É literalmente "orar e vigiar".
Passei uma hora com a alergia, conversamos por todo o caminho e mal me lembro sobre o que falamos.
Passei uma hora com a tristeza, ela não disse nenhuma palavra, mas de tudo o que aprendi naquele dia é que a tristeza estava em mim.
Para vencer o mal, basta fazer o bem. Para vencer a mentira, basta falar a verdade.
Para vencer a ignorância, basta buscar o conhecimento.
Fuja daqueles que fracassaram em suas vidas e, vivem falando mal daqueles que, estão lutando para vencer!
Mente preguiçosa, se alimenta da mídia tendenciosa, não é imparcial analítica, vive do mal da falação sem autocrítica, sendo a mesma, vítima da exploração política.
Liberdade é tão perigosa quanto dirigir um avião. Uma palavra mal falada ou um botão mal apertado, jogam tudo a perder.
Enquanto a covardia desonesta perde tempo falando mal, tentando denegrir a vida alheia, a coragem continua honestamente trabalhando.
E lá se vai o Ano Velho...
triste, mal falado
chegou todo animado
prometendo alegria
esculhambou e aprontou
o que podia e não podia.
Lá vem o Ano Novo,
de novo,
que não decepcione a gente
não sendo apenas um Ano Novo
mas, um ano diferente...
Quem tem Deus no coração não teme mal olhado, mal falado e nem perseguição gratuita. Quem tem Deus no coração, tem propósito de vida, e não tem tempo para esses "mimimi".
O Mal Não é Substância
Dizer que Deus criou o mal é uma falácia non sequitur.
Deus criou todas as coisas (substâncias). E o mal não é substância! O mal (moral/pecado) consiste na deficiência da ação, é sempre causado pela deficiência do agente. Em Deus, porém não há nenhuma deficiência, pois Ele é a suma perfeição. O mal consistente na deficiência da ação, ou causado por deficiência do agente, não se reduz a Deus como a sua causa. Portanto, aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter.
Aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter (Sl 5.4; Sl 101.3).
1º Jo 3:4. Todo aquele que pratica o pecado transgride (ação) a Lei; de fato, o pecado é a transgressão (ação) da Lei. A Bíblia também afirma que Deus fez somente criaturas boas. Ao final de quase todos os dias da Criação, ela diz: “Deus viu que ficou bom” (Gn 1.4, 10, 12, 18, 21, 25). E, quanto ao último dia, declara: “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (v. 31). Salomão acrescenta: “Assim, cheguei a esta conclusão: Deus fez os homens justos” (Ec 7.29).
As Escrituras nos dizem explicitamente que “tudo o que Deus criou é bom” (1º Tm 4.4). E um Deus absolutamente bom não pode fazer uma coisa má. Somente uma criatura e uma criação perfeita podem vir das mãos de um Criador Perfeito. O autor de Eclesiastes declara: Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias (Eclesiastes 7.29).
E o texto de João 1.3: Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
Regra básica de interpretação bíblica: Toda palavra deve ser interpretada no seu contexto. Segundo o contexto de João, quando diz “todas as coisas” à palavra é restrita, referente à criação do mundo, cosmo, nosso planeta terra. Portanto, Deus não pode ser o criador do mal, pois automaticamente faria Deus mal!
Gn 1.31 diz que tudo que Deus criou “era muito bom”; Salmos 5.4: Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal; Tiago 1.3 fala que ai daquele que fala que Deus tentou; Habacuque 1.3 diz que seus olhos são puros que não pode comtemplar o mal; Deuteronômio 32.4 diz que Deus é justo e Nele não há injustiça; 1ª João 1.5 diz que Deus é luz e Nele não há trevas, sendo que o texto grego é enfático nisso.
Portanto o texto no capitulo de João é uma referência a toda a criação.
Mas você diz: o mal está no cosmo! Sim! Mas não faz parte dele!
Deus criou todas as coisas?
R= sim!
Deus criou o mal?
R= Não?
Então Deus não criou todas as coisas!?
Vamos ajustar essas duas verdades!
Deus criou todas as coisas! Mas o mal existe, e Deus não o criou! Logo entendemos que o mal não existe como realidade na existência! Isto é, ele passa existir como uma "sub-existência" na realidade.
Ex.: Temos um prédio, que foi completamente construído por um arquiteto. Mas automaticamente que ele passa a existir ele produz uma sombra. E essa sombra não foi criada, mas devido à existência do prédio ela passa a existir como uma sub-existência na realidade. Então o mal só existe como sub-existência por causa do bem! Esse exemplo do prédio mostra o arquiteto como sendo o criador de sua obra sem ser o originador da causa que veio após a ela!
Agora o texto de Isaías 45.7: Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas.
Falácia da ambiguidade de alguns fatalistas; pois confundem mal moral (pecado) com mal de pena (calamidade).
O texto de Isaías 45.7, a palavra traduzida como mal רָ֑ע/rā e refere-se ao castigo à nossa pecaminosidade.
O mal retratado no texto é uma referência ao mal de pena (calamidade), e isto pode ser pública, tal como guerra, seca, peste, terremoto, etc.; ou pessoal, tal como doenças e mortes na família, infelicidade, desgraça, dano, aflição, etc..., tudo isto em consequência do pecado do homem e do julgamento de Deus sobre ele. Essa é uma palavra polissêmica, tendo o sentido de acordo com cada contexto que ela é empregada. No original hebraico essa expressão denota mal para quem recebe a ação, e não para quem executa a ação! Isto é, o indivíduo que recebe o juízo de Deus, interpreta isso como mal, mas para Deus isso é uma ação de justiça!
Outra coisa, o autor do livro tem uma visão monoteísta, sem a ideia de um ser antagônico chamado satanás ou diabo enfim... No A.T. tudo era aplicado a Deus, por causa da ausência de uma figura antagônica!
E o texto de Colossenses 1.17: E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas SUBSISTEM por ele.
Em colossenses 1.17 fala das coisas existindo em Deus! Em nem um momento o texto fala que todas essas coisas (mal) são originadas por ele! Isso é falar além do texto, tudo existe nele, mas não significa que tudo que existe nele foi originado por ele!
Outra coisa: Qual o sentido de Deus decretar ou impulsionar a vontade de alguém pecar se o homem já é pecador por natureza? O homem peca porque é pecador, porque já nasce em pecado e já tem vontade de pecar! Deus não precisa dar esse impulso volitivo a ele. Isso vai contra Tg 1.13 e 1ª Jo 2.16: Tudo aquilo que pertence a este mundo não vem do Pai, mas sim do mundo; ou seja: a cobiça humana, os maus desejos dos nossos olhos e a arrogância da vida.
Esse texto de 1ª Jo 2.16 é "οὐκ ἔστιν ἐκ τοῦ πατρός/ouk ek tou patros"; sendo a preposição "έκ" em sua definição etimológica o significado "de fora, de entre, de, sugerindo de dentro para". A Origem dessa preposição primária denota (o ponto de onde a ação ou movimento procede), do coração caído do homem.
Até Agostinho dizia que o mal não foi criado por um ser divino, mas acontece quando o bem se ausenta, e ai o mal se apresenta; não como entidade, mas como ausência de bem.
Pense nisso! No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
"O mal fala a língua do mundo para roubar;
o bem fala a língua do céu para te guardar."
Van Escher
Leoa 3:55
Esse amor mal resolvido ... mal acabado ...mal feito .. pecado ... a gente nem se fala mas se pega ... a gente nem se olha mas se deseja ...tudo bem escondido .. tudo secreto ...tudo as escuras que e pra não dar na cara ... esse amor revestido de ódio... esse bem querer disfarçado de mal me quer... parece um jogo e eu gosto disso ... tudo proibido ,tudo em segredo ... e o gostoso è viver assim ,correndo risco ..o que os olhos não vê...o coração realmente não sente...
