Face
Diga-me ó mais bela das ninfas que com a face tão graciosa e olhar tão inocente, o que queres para que eu possa ser digno de admirar-te e desejas-te?
Quão formosa beleza que tanto me encanta dominou os meus sentidos sem que ao menos notasse;
Nenhuma prata ou ouro se compara ao valor que tens ao meu coração, pois você apascenta minhas ansiedades e desatina a minha razão;
Refleti em um momento suave que o vento agraciava a minha face e lhe pedi que levasse embora tudo o que não me fazia sentido;
Pois o vento decidiu varrer tudo que era desnecessário em meu caminho, deixando somente o que eu guardava no coração e no pensamento;
E o meu coração se fez valente e corajoso dando suporte ao amor que vive no interior da minha alma gritando por você;
Enviai Senhor teu Santo Espírito e tudo será renovado, por sobre toda a face da terra.
Vem Santo Espírito do Pai, vem Paráclito de amor, vem com teu fogo ó meu Senhor e enche-nos com tua luz.
Desejo! Que os ventos soprem suavemente sobre sua face, se chover que chova mansamente ao seu redor, que sua vida seja abençoada, cheia de paz e alegria, que seus sonhos sejam doravante protegidos e realizáveis ao longo de sua jornada.
"Poderia lembrar os momentos em que meu coração disparava ao encontrar sua face? Conseguiria além de vê-lo dizer mais que um “Bom dia”? "
- Bameyu (parte retirada de um texto maior)
Ao andar pela Face da Terra nos deparamos com uma enorme qualidade e quantidade de fenda, flora e fauna.
A idade encontra-se, não nos caminhos rugosos que preenchem a face do tempo pretérito, mas no espírito sem trilhos de sulcos, como se a alma fosse um tecido sintético imune aos vincos do transcurso feito de milhões de minutos.
O livro de Sofonias nos apresenta a face de um Deus que não tolera a injustiça, mas que, acima de tudo, anseia pela restauração de Seus filhos. Quando olhamos para a severidade das profecias de Sofonias através das lentes dos Evangelhos, compreendemos que o "Dia do Senhor" não é apenas sobre julgamento, mas sobre o alcance incomensurável da Graça de Deus. O profeta nos chama à santidade, mas a mensagem de Jesus nos recorda de uma verdade humilhante e, ao mesmo tempo, libertadora: embora sejamos chamados a abandonar o pecado, todos falhamos e somos, por natureza, pecadores.
É aqui que o amor de Deus brilha com maior intensidade. Sabendo que jamais conseguiríamos alcançar a perfeição exigida pela lei por nossas próprias forças, Deus não nos abandonou à nossa própria sorte ou à estagnação de nossas falhas. Em um ato de entrega absoluta, Ele deu o Seu Filho único por nós. Jesus Cristo veio para ser a ponte onde o homem pecador encontra o Deus Santo. A justiça que Sofonias anunciava foi satisfeita na Cruz, não pelo nosso sacrifício, mas pelo sacrifício dAquele que nos amou primeiro.
Essa reflexão nos ensina que a vida cristã não é sobre ser impecável para ser aceito, mas sobre ser aceito pela Graça para, então, desejar a santidade. O Deus que Sofonias descreve como alguém que "se deleita em ti com alegria" (Sf 3:17) é o mesmo Pai da parábola do Filho Pródigo, que corre ao encontro do pecador arrependido.
Precisamos de Cristo desesperadamente porque só nEle a nossa natureza caída é redimida. O amor de Deus é tão vasto que Ele não ignora o nosso pecado, mas decide carregá-lo sobre Si mesmo, oferecendo-nos em troca uma veste de justiça que nunca poderíamos costurar sozinhos.
Portanto, ao meditarmos em Sofonias sob a luz do Novo Testamento, somos movidos por uma gratidão profunda.
Deixamos de pecar não por medo do castigo, mas por estarmos constrangidos por um amor que nos perdoa setenta vezes sete. A Graça é o socorro presente que nos transforma, lembrando-nos que, mesmo sendo pecadores, somos profundamente amados e convidados a viver uma nova história sob a misericórdia que se renova a cada manhã.
Minhas amigas queridas e amigos do face! Hoje é o dia da mudança (27/05/2020). Chega de aceitar migalhas, traições, pouco caso, desvalorização...vamos botar os pingos nos iiiisss. Nunca suportei coisa morna. Quem me conhece sabe que sou intensa."Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca."Apocalipse 3:16
Às vezes a minha face fica mais branca com um tom mais pálido, quando se esconde; posso não dizer tudo algumas vezes, porque sinto muito e tanto!
Se escrevo difícil, é porque é difícil escrever às vezes; se eu quero está vida para mim, é porque vou ter!
Sou um pouco dos lugares que conheci, mas sinto muito das coisas que gostei, e deixei... perdoar é uma coisa mais confiar é outra!
Se os meus dias são meio esquisito, sem razão e sem querer às vezes, é porque não admiro os dias normais... quando a fronteira entre a canção e o silêncio é reduzida a um sussurro limitado!
Me sinto inquieto sobre tudo, no entanto mantenho meu sorriso como escudo e a face como uma alheação, tenho escárnio da fisionomia que me reflete, mas orgulho do guardo.
As vezes me pergunto, será esse o preço da vida adulta, a perda da confiança cega é a certeza do invisível sem carência de dúvida, mas também o amor incondicional, a imaginação sem limites que apetece o espírito.
O cabedal que não nos damos conta antes do pesar, mas que nós lamentamos a certa medida do percurso, sem nos notarmos da lamúria que surge.
O crescimento nos discerne e nos ensina o mais básico entendimento da arte como vida, a beleza do efêmero e da exclusividade em detrimento do finito.
No entanto, também nos introduz aos sabores e camadas da aquarela, profundidade, cor, medo, luz, sombras e dor. Assim, intensificando o sentimento que mais te trás assimilando até aqui.
A mim tem sabor de saudade e infância...
E a você ?
"Desconheço a face do gigante que te afronta, mas a promessa é clara: o Deus de Israel te concede a vitória agora! Erga-se, pois você não só o vencerá, como também arrancará sua cabeça!"
Que o Mundo se vire para face de Jesus e reconheça que Ele é o Senhor e obedeçam os seus mandamentos .
Nesse exato momento a vida esfrega um monte de coisas na sua face.
Para que você veja, você sinta, você passe por isso.
Não fuja.
Não corra.
Não esmoreça...
Ao final, haverá sempre um resultado.
Nem que seja a sua cara torta.
Lúcifer é a figura central pra mim. Por vezes, sua face de luz. Por vezes, sua face rebelde de Samael, também conhecido como Satan. Lúcifer é o meu soberano, mas não como um mestre que manda nos meus passos, desejos e vontades, mas sim como um deus que me torna mestre de mim mesma.
Eu sou politeísta, tenho muitos deuses, acredito em praticamente todos, mesmo os que não cultuo pessoalmente, mas desde que me pactuei a Lúcifer e como o fruto proibido, me tornei igual a eles. Eu sou Deus, e também cultuo os deuses que desejo, que me identifico, que tenho o chamado, porque sou livre. Cultuo aqueles que foram demonizados, e muitos chamam de demônios. Cultuo porque sou como Belial, sem mestre, correntes ou amarras.
- Marcela Lobato
