Face

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A simplicidade, afinal, não é ausência de profundidade, mas a sua face mais pura. É quando o ser se mostra sem ornamento, e o que encontramos já não pertence aos livros nem às teorias — pertence a nós, pertence ao mundo.

A arrogância é, muitas vezes, apenas a face mal-educada da ignorância.

Lúcifer é a figura central pra mim. Por vezes, sua face de luz. Por vezes, sua face rebelde de Samael, também conhecido como Satan. Lúcifer é o meu soberano, mas não como um mestre que manda nos meus passos, desejos e vontades, mas sim como um deus que me torna mestre de mim mesma.
Eu sou politeísta, tenho muitos deuses, acredito em praticamente todos, mesmo os que não cultuo pessoalmente, mas desde que me pactuei a Lúcifer e como o fruto proibido, me tornei igual a eles. Eu sou Deus, e também cultuo os deuses que desejo, que me identifico, que tenho o chamado, porque sou livre. Cultuo aqueles que foram demonizados, e muitos chamam de demônios. Cultuo porque sou como Belial, sem mestre, correntes ou amarras.
- Marcela Lobato

⁠Os olhos que brilhavam de felicidade outrora na face de quem estava feliz, acompanhado de uma pessoa amada, agora, brilham por causa das lágrimas provocadas pela perda, pela ausência que já é sentida, misto de gratidão e tristeza, seu coração está aflito, uma emoção expressiva que não cabeno peito, mas que com o tempo será por Deus, fortalecido, o lamento será convertido em saudade, boas lembranças de momentos ricos compartilhados, um grande incentivo para não desperdiçar a própria brevidade, amando e usufruindo o máximo possível, ciente de que, se Deus quiser, um dia também será uma saudade e melhor se for regrada a muitas alegrias, vivendo de verdade.

Muito mais do que uma saudade: O Riso que não foi Silenciado

Na sua face gentil, eu via o seu sorriso amável e ouvia a sua risada mais gostosa — poderosa a ponto de a passagem do tempo e as dificuldades da vida não serem capazes de silenciar, nem de ofuscar o seu brilho; um exímio exemplo do que é perseverar.

A idade avançada não tirava o seu riso de criança; os seus olhos quase fechavam para acompanhar as curvas da sua felicidade, aquele entusiasmo típico da infância, da época que qualquer bom momento virava um espetáculo, independentemente das circunstâncias.

Quando me vem à lembrança a sua presença, parece que está ao meu lado toda risonha, emitindo aquela sonoridade de sempre, repleta de amor e espontaneidade, que continuará contribuindo para a minha perseverança, muito mais do que uma saudade.

Por tanto bem, agradecer a Deus é inevitável e é o mínimo que posso fazer por ter colocado uma pessoa tão imprescindível, incomparável para enriquecer os meus dias e fortalecer o meu ânimo cansado durante momentos simples de alegrias; então, o meu riso também não será silenciado.

Folhas do chão


Face de um chão entristecido
Leva parte de nós
Horizonte amplo do sentir
Conduz um passos para encontrar um destino chamado primavera.

"Se o comportamento de Max reflete a face estrategista de Escorpião, o maior desafio dele é não deixar que o jogo da conquista apague a sua própria identidade."

A Face Oculta do “Amor”

Um grande homem… ou talvez apenas um grande ser?
Ou um grande líder? Tipão ou tirano?
Talvez — e com certeza — um grande lixo.

Quando alguém diz que ama uma criança, mas por trás de suas palavras existem pensamentos libidinosos e cruéis, então não é um ser humano falando — é o próprio demônio agindo.

(...) É não adianta tentar fugir mudar de rumo
mudar de bairro, tirar do face, parar de conversas
etc. Quando ha amor, é como ima, quando mais você
se afasta mais atrai para perto. Não se amedronte, não
fuja, enfrente.

O Sorriso, o sorrir quebra o mau humor ambiente. É um recurso natural disponível na face, de grande valia. Com seu sorriso, conseguir mudar uma cara carrancuda para outro sorriso é ganhar o dia, boas energias e um indicativo para um belo dia.

Caminhava lúgubre pelas vielas de ruas inaudíveis da cidade a comer pormenoridades e sua face se voltava para o oeste em busca de raio de luz que esvanecia lentamente. O crepúsculo sideral se espraiava em plangentes notas de flauta que um camponês tocava cândido e se fazia em vaticínio a melancolia auroral discrepante do tempo. E se fartavam alimentos na mesa de colinas e ramagens abissais. Eram idílicas todas as cantigas como um lenitivo remédio de dores ocultas que na face eram duras a sorrir tristemente o seu ser descrente que no entanto era intermitente. O fulgor da lua se fazia contigente e iluminava matas escuras onde vagalumes piscavam seu brilho verde na nostalgia inocente dos olhos da infância. A voragem do vento consumia as folhas entregues ao chão e um redemoinho levava lembranças na mente distraída de farta bonança. O veludo silente se descortina no espetáculo estridente de gaitam desafinadas e o tudo era nada se a plateia alheia se achava embriagada de farta colheita que eu peguei emprestada na açucena flor da madrugada em lírio branco inebriada. O venta agora apascentado fazia acalanto nas mãos suaves e as linhas digitais se faziam todas iguais. A apoteose de meu humor grandiloquente alcançava picos de montanha e conquistar o mundo era o mínimo na megalomania de minha engenhosa sina que se fazia em cinsas quando a ludidez voltava à melodia e pequena se fazia muito mais a juntar retalhos na colcha fria que fazia. Eram estados mentais que a ciência desafia a colher a estabilidade do dia em desmesurada alegria. Conter as torrentes da euforia exigia um olhar humilde para si mesmo a despentear os cabelos da lógica. E era famosa em cada estação e imprevisíveis eram sua relação com a primavera. Era necessário um esvair de si para alcansar a poesia de dias impulsivos e incongruentes, mas belos em sua resistência ao alternar estados de humor como duas íris no mesmo rosto. Eis o que está posto. Se sou eu e não o outro. E não há lamento se a mente segue altiva e lança os olhos cativa a espraiar mares de contemplação no ser que não sente mais solidão. E tem um vasto e frondoso coração.

Os maus nunca verão a face de Deus, pois seus olhos estão cegos pela sombra.


Os maus não herdarão a terra, mas os mansos, os justos, os puros de coração receberão como herança o solo fértil e a paz eterna.


Os maus jamais conhecerão a mente de Deus, nem sentirão o pulsar do Seu coração, porque a sabedoria é revelada apenas aos humildes.


Os maus não serão sábios, não tocarão a beleza que nasce da luz, não entrarão no Reino que é eterno.


Os maus nunca serão plenamente felizes, pois a alegria verdadeira não nasce da injustiça, nem floresce no coração endurecido pela maldade.


Os maus jamais conhecerão a paz interior, porque a felicidade não se constrói sobre o ódio, nem se sustenta na mentira e na violência.


Mas os bons, os que caminham na verdade, os que semeiam justiça e amor, estes serão chamados filhos de Deus, estes habitarão para sempre na Sua presença.


E os bons, os que amam e perdoam, os que buscam a verdade e praticam a justiça, estes encontrarão a felicidade que não se perde, estes viverão na plenitude da vida, porque em Deus está a fonte da alegria eterna.

Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.

Que o Mundo se vire para face de Jesus e reconheça que Ele é o Senhor e obedeçam os seus mandamentos .

Agora eu vejo. É preciso um pequeno esforço para ver a face, ela não é velha nem nova, ela transcende o espaço e o tempo. Como é bela, ela não se repete. Ela sou Eu.

Eu queria saber antes do começo, que é o fim. As tuas mãos são gélidas, a face horrenda. Despertas a minha compaixão.

Faces


O ser humano não muda de essência,
muda de face conforme a plateia.
Com alguns, é afeto.
Com outros, é cálculo.
Há quem sustente uma mentira
não com palavras,
mas com comportamentos contraditórios
que nunca se encontram.
A mesma pessoa que acolhe
é a que omite.
A que promete
é a que silencia.
Não por confusão,
mas por conveniência.
A face boa serve para manter vínculos.
A face cruel, para escapar das consequências.
E entre uma e outra,
o caráter se dobra
até caber na própria narrativa.
O mais inquietante
não é a mentira em si,
mas a habilidade de torná-la habitável.
De viver nela sem culpa,
desde que cada pessoa veja
apenas o ângulo que convém.
Assim, histórias se quebram
não por excesso de maldade,
mas por falta de coragem
de sustentar a mesma verdade
em todos os lugares.


Isso não é dor.
É leitura de mundo.

⁠Gosto quando a face do sol aparece, seu semblante brilhante e seu temperamento caloroso, ilumina a todos sem qualquer distinção. A esperança vem como luz, acendendo aos poucos, vagarosamente as coisas, vão aparecendo, tomando formas, suas cores, a beleza resplandece emergida de um clarão, o novo dia.

Suas mãos que acariciavam suavemente minha face! Tornaram-se lixas! Suas unhas que roçavam com delicadeza minha nuca! Tornaram-se garras!

Quando se sentir no deserto busque a face de Deus !
Por mais difícil que seja sua caminhada com ele você nunca estará sozinha apenas confie e deixe ele agir 🙏⁠