Face

Cerca de 9761 frases e pensamentos: Face

Nesse momento algumas lágrimas escapam dos meus olhos e rolam pela minha face, por esta felicidade que sinto ao te encontrar e te fazer o grande amor da minha vida.

Para quem escolheu errar comigo: "Hoje, conheço sua verdadeira face".

⁠Obrigado ao constrangimento,
Sou grato pelas humilhações;
A difícil fase, face ao descontentamento,
Cria e resolve as perseguições.
E criará...

...Espero que na
Nossa despedida
Haja pelo menos
Um esboço de saudade
Em sua face

Face marcada
Corpo cansado
Fim da estrada.

O poder revelado na face de uma mulher!

Uma imagem revela muito mais que mil palavras.
A luz que ilumina os olhos reflete o brilho das estrelas.
Um sorriso tem o poder de mostrar o oásis escondido no meio do deserto.
Os cabelos são como as ondas do mar a revelar uma feminilidade à flor da pele, com uma sensibilidade e um charme capaz de refletir como os raios do Sol ou a luminosidade da Lua cheia.

Para ler o ser humano, preciso olhar sua face, pois procuro algum sinal, talvez um sorriso. No entanto, para reconhecer aquele que faz os milagres acontecerem, não preciso vê-Lo. Basta a fé.

Nesse exato momento a vida esfrega um monte de coisas na sua face.
Para que você veja, você sinta, você passe por isso.
Não fuja.
Não corra.
Não esmoreça...
Ao final, haverá sempre um resultado.
Nem que seja a sua cara torta.

Não adianta o inimigo esconder sua face, e o mesmo semear a maldade de bem longe.
Pois Deus te Dará a visão para observa-lo, e saber de seus planos de bem perto.

Refleti em um momento suave que o vento agraciava a minha face e lhe pedi que levasse embora tudo o que não me fazia sentido;
Pois o vento decidiu varrer tudo que era desnecessário em meu caminho, deixando somente o que eu guardava no coração e no pensamento;
E o meu coração se fez valente e corajoso dando suporte ao amor que vive no interior da minha alma gritando por você;

Diga-me ó mais bela das ninfas que com a face tão graciosa e olhar tão inocente, o que queres para que eu possa ser digno de admirar-te e desejas-te?
Quão formosa beleza que tanto me encanta dominou os meus sentidos sem que ao menos notasse;
Nenhuma prata ou ouro se compara ao valor que tens ao meu coração, pois você apascenta minhas ansiedades e desatina a minha razão;

Sobre a Arte do Povo Brasileiro






O Brasileiro é o único Povo da face da Terra, que consegue usar o pouco de inteligência do cérebro que lhe resta, e emprega todo o esforço em seu uso, para continuar burro. Em outras palavras: é o único Povo que consegue usar a engenharia da Inteligência, para continuar sendo IMBECIL!


Às 06:52 in 18.07.2026

"Desconheço a face do gigante que te afronta, mas a promessa é clara: o Deus de Israel te concede a vitória agora! Erga-se, pois você não só o vencerá, como também arrancará sua cabeça!"

Faces


O ser humano não muda de essência,
muda de face conforme a plateia.
Com alguns, é afeto.
Com outros, é cálculo.
Há quem sustente uma mentira
não com palavras,
mas com comportamentos contraditórios
que nunca se encontram.
A mesma pessoa que acolhe
é a que omite.
A que promete
é a que silencia.
Não por confusão,
mas por conveniência.
A face boa serve para manter vínculos.
A face cruel, para escapar das consequências.
E entre uma e outra,
o caráter se dobra
até caber na própria narrativa.
O mais inquietante
não é a mentira em si,
mas a habilidade de torná-la habitável.
De viver nela sem culpa,
desde que cada pessoa veja
apenas o ângulo que convém.
Assim, histórias se quebram
não por excesso de maldade,
mas por falta de coragem
de sustentar a mesma verdade
em todos os lugares.


Isso não é dor.
É leitura de mundo.

Com o passar do tempo os cabelos branqueiam, as mãos ficam calejadas, as rugas predominam na face, o corpo enfraquece...mas a verdadeira FÉ e o AMOR a Deus resistem ao tempo e permanecem intactos.

⁠Minhas amigas queridas e amigos do face! Hoje é o dia da mudança (27/05/2020). Chega de aceitar migalhas, traições, pouco caso, desvalorização...vamos botar os pingos nos iiiisss. Nunca suportei coisa morna. Quem me conhece sabe que sou intensa."Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca."Apocalipse 3:16

TUA FACE.

Por mais que eu veja a luz do amanhecer;
Por mais eu que consiga te tocar.
Por mais que eu durma e sonhe com você⁠.
O que mais quero é poder ver a tua face, sua expressão e seus olhos olhando os meus.

Onde a felicidade está?
Abraço demorado
Sorriso espontaneo
Beijo na face
Carinho
Olhar singelo
Uma boa conversa
Boas lembranças
Comunhão com o Espirito Santo
Oração dialago constante com Deus
No compartilhar do pão
No milagre
Deus provera

O Sorriso, o sorrir quebra o mau humor ambiente. É um recurso natural disponível na face, de grande valia. Com seu sorriso, conseguir mudar uma cara carrancuda para outro sorriso é ganhar o dia, boas energias e um indicativo para um belo dia.

A VERDADEIRA FACE DOS MEUS GENITORES QUE NINGUÉM CONHECE


Alinny de Mello




Sejam muito bem-vindos a este espaço de anatomia comportamental. Antes de darmos início à dissecação das memórias que dão corpo a este texto, convido todos vocês a conhecerem a minha página no Pinterest, o espaço onde organizo meticulosamente os meus e-books e centralizo as nossas reflexões estruturais. Recomendo que acompanhem os lançamentos semanalmente, pois cada nova obra busca clarear os padrões que a sociedade insiste em camuflar.
A verdade oculta nas fendas de uma dinâmica familiar disfuncional raramente emerge de forma linear. Costuma-se fantasiar a maternidade e a paternidade como instintos absolutos de preservação, mas a realidade factual frequentemente nos esfregar na cara o oposto, revelando que os laços de sangue podem ser o cenário perfeito para o exercício da tirania mais refinada e, simultaneamente, mais grotesca.
Antes mesmo que a minha existência física fosse consolidada, o ambiente já estava saturado por uma violência que cobrava o seu preço em vidas. Cresci ouvindo a narrativa fantasiosa de que a filha que minha mãe carregou antes de mim havia nascido morta e em decomposição devido a um desejo não realizado de comer manga. A mitologia popular adora criar bodes expiatórios biológicos para mascarar a barbárie humana. Aos quatorze anos, aproveitando a ausência da minha mãe, confrontei a minha avó paterna sobre a impossibilidade anatômica daquela história. A resposta foi o desabamento da mentira, a revelação de que a minha irmã passara três dias sem vida no útero materno após uma sessão de espancamento que culminou com um chute violento no ventre da minha mãe. O silêncio que se seguiu àquela revelação foi o meu primeiro aprendizado sobre o poder das verdades sufocadas.
Quando finalmente nasci, a recepção do meu genitor não foi a da celebração, mas a da rejeição simbólica. Ele verbalizou que eu não era sua descendente e me entregou ritualisticamente ao demônio, determinando que a entidade me levasse. Essa rejeição precoce ecoou na minha infância através de pesadelos recorrentes de perseguição, um reflexo psicológico previsível do terror que habitava o mundo desperto. Anos mais tarde, ao questioná-lo sobre essa afirmação, recebi a negação automática que todo opressor utiliza quando confrontado com a própria baixeza. Ele negava tudo, enquanto mantinha a engrenagem do controle absoluto funcionando vinte e quatro horas por dia.
O controle exercido naquele lar não conhecia limites banais. Se o meu irmão do meio ousava quebrar a barreira do isolamento para brincar com os vizinhos e não escutava o chamado de retorno, o preço era o espancamento com cabos de vassoura ou qualquer objeto ao alcance da mão. Aos meus treze anos, assisti do quarto ao horror do meu genitor quebrando um pedaço de madeira de um berço na cabeça do meu irmão, prometendo mandá-lo para o inferno, enquanto minha mãe assistia em absoluta inércia. A tragédia fatal só foi evitada porque o meu irmão mais velho teve a presença de espírito de gritar pelos vizinhos. O comportamento do agressor seguia um padrão clássico de oscilação neurótica, minutos depois do quase homicídio, ele chorava pedindo desculpas, apenas para reiniciar o ciclo logo em seguida.
A vida sob aquela tutela era um exercício de vigilância constante. Fomos privados do direito de conversar, de assistir à televisão e até de brincar. Arrastar os chinelos pela casa era motivo para agressão física. Instituiu-se a obrigação de bater palmas ao entrar na residência para que ele soubesse da nossa aproximação, sob pena de punição imediata. O olfato também era regulado, o uso de sabonetes perfumados ou perfumes era terminantemente proibido. Paralelamente à tirania, o homem manifestava um comportamento de acumulação compulsiva, transformando a casa em um depósito de detritos que ele recolhia pelas ruas.
A opressão estética também se direcionou a mim na adolescência. Ele exigia que eu me vestisse com trajes longos que ocultassem completamente o meu corpo, embora nunca tenha investido um único centavo para me comprar uma peça de roupa ou um calçado. Eu sobrevivia de doações. Quando a minha tia me presenteou com uma saia branca na altura dos joelhos, a reação dele foi a promessa de retalhar o tecido com um facão caso eu não a tirasse imediatamente. O ambiente doméstico era uma vitrine de humilhações, onde ele exibia comportamentos asquerosos, forçando a intimidade conjugal diante dos filhos como forma de demarcação de poder sobre a minha mãe.
O sadismo do meu genitor alimentava-se de memórias de morte. Ele se vangloriava de ter assassinado um primo aos quatorze anos na beira de uma lagoa, utilizando um estilingue para derrubar o garoto por trás de uma árvore sem que a vítima soubesse o que a atingira, um crime que permaneceu impune e oculto da sociedade. O terror habitacional atingiu o ápice quando ele cavou um buraco monumental que ocupava toda a extensão da nossa sala, verbalizando que o propósito daquela cratera era nos queimar ali dentro.
As tentativas de fuga eram tratadas como alta traição. Em uma madrugada, às três horas da manhã, após termos escapado para a casa da tia dele, ele nos localizou. Fui arrancada de debaixo da cama pelos cabelos enquanto ele empunhava um facão de dois gumes no pescoço. A ameaça era explícita, se eu emitisse um único som, ele me decapitaria ali mesmo. De volta ao cativeiro, trancada no quarto após horas de jejum forçado, ouvi as promessas de que ele cortaria as orelhas, os lábios, os cabelos e as pernas da minha mãe, estendendo o mesmo destino a mim. Naquela noite, a lâmina do facão deixou uma marca física profunda, uma ferida em carne viva que se estendia das minhas nádegas aos joelhos, complementada por uma lapada violenta na cabeça que fez o meu crânio vibrar.
O aspecto mais intrigante e definitivo dessa equação destrutiva reside na figura da minha mãe. Nem mesmo o infanticídio da primeira filha ou as décadas de suplício físico a fizeram romper o cordão umbilical com o agressor. A mente humana possui limites de elasticidade e, após mais de trinta anos de abuso contínuo, ela adoeceu mentalmente, transitando por diversas instituições psiquiátricas. Quando assumimos a responsabilidade de cuidar dela na velhice, o retorno foi a perfídia. Acolhida na casa do meu irmão, ela formulou uma conspiração financeira junto ao meu genitor, movida pela crença delirante de que ele possuía grandes somas de dinheiro guardadas. Ela registrou um boletim de ocorrência falso por roubo e chegou a acionar criminosos de aluguel para executá-lo. A trama só não se concretizou porque consegui interceptar e descobrir a fraude antes que o pior acontecesse.
A decisão de romper definitivamente o contato com ambos não foi um ato de crueldade, mas o exercício final da legítima defesa e da autonomia racional. O ciclo de cumplicidade entre a vítima histórica e o seu carrasco transformou-os em um organismo único, onde ambos se alimentam do mesmo veneno e se merecem na mesma medida.
Como podemos compreender a mente que escolhe a lealdade ao próprio opressor em detrimento da segurança dos próprios filhos? Até que ponto a loucura serve de justificativa para a deliberate maldade e a traição de quem recebeu apenas cuidado?