Expressão
“Nunca mais” é uma expressão tão restrita para vontades tão claras – Pensei.
Nunca mais a possibilidade de um reencontro me invadiu. Eu morria a cada vez que o acaso te colocava no meu caminho e eu te observava mais vivo. E de certa forma tudo que um dia eu imaginei para nós dois parecia nunca ter acontecido. E o "para sempre" não era nada mais nada menos do que uma madrugada. Os nossos encontros pareciam aqueles caminhos feitos de pólvora que aparecem nos filmes, apenas uma fagulha de imprecisão era o suficiente. Nesse “nunca mais” passageiro, tuas idas e vindas não me animavam mais. E não entendia. Não associava a valsa lenta com a tua falta de ritmo, tua falta de vontade de querer ficar. Não compreendia o teu lado sistemático de me tomar nos braços a cada dois meses no ano. Sinceramente não me questionava do propósito de estar nessa guerra que ocorre no teu mundo e não me sentir desconfortável por um toque de bala perdida.No “nunca mais” que te traz pra perto eu enxergo que solidão mesmo é estar com alguém e mesmo assim se sentir sozinho. E tua presença é tomada de solidão da cabeça aos pés, mon amour. E tu te organizas nesses fragmentos desertos. E tu até me convence de que marcha fúnebre também é ritmo e nos envolvemos no mesmo compasso de necessidade e dúvida. Mas “nunca mais”, não é? Nesse jogo de azar sem vencedores e sem final ali estamos. Porque nessa roleta russa de “nunca mais” os teus tiros de más intenções já me causaram três ou quatro mortes. E eu morria antes dos disparos. A ferida exposta não me incomodava quando a zona de perigo ansiava por nosso confronto. O nosso “nunca mais” semeava uma guerra de silêncio constante e olhares gritantes. E eu me iludia por achar que teus olhos brilhavam por defrontar os meus, entretanto tive que interpretá-los como um inimigo, dotado de uma guerra sem som, sem armas, sem sentimentos. Tuas trincheiras eram mais resistentes do que as minhas e “nunca mais”. Ele disse que olha nos meus olhos e vê a farsa das minhas palavras, mas mal se dá conta de que tudo que escrevo reflete o modo como ele age. Então seria ele uma mentira?
Só se dá conta do peso da expressão “nunca mais” quando o fim lhe atropela no meio da rua. E esse choque é sempre inesperado, amor.”
Mais uma história não lida.
Mais uma vez.
Fotografia é uma espécie de expressão momentânea. É a certeza de que aquele segundo se foi mas você poderá olhar para ele sempre que quiser.
As dificuldades, os impedimentos, os entraves, não são mais do que a expressão de que ainda não chegou o momento adequado, de que não nos convém determinada coisa. Temos algo para aprender e as situações vão se repetindo até decidirmos entendê-las. Um obstáculo requer que lhe prestemos atenção e não que nos afundemos nele. Se a nossa atitude for positiva, relaxada e alegre, a situação mudará de imediato e de certeza que desta forma estaremos a fazer o correcto e mais tarde veremos como esta mudança flexível foi a chave necessária para resolver alguma situação que ainda não estava resolvida.
Devo dizer que Escrever é uma das formas mais bonitas de expressão que o homem já criou... com a escrita podemos abraçar um amigo que está distante, podemos beijar apaixonadamente a pessoa amada, podemos lutar contra um sistema corrupto, denunciar atitudes erradas, podemos proteger os animais, podemos ajudar quem precisar de nossa ajuda, podemos levar a paz para quem a buscar, podemos trazer a esperança onde houver trevas...
Sou sempre verdadeiro, motivado por minha profissão. Para mim, é o melhor veículo de expressão de todos.
Ricardo Cabús
O álcool nosso de cada dia
Há uma expressão em inglês que é muito interessante e que nesse momento veio-me à mente: ‘take it for granted’. Uma tradução possível para o português seria ‘dar algo como certo por antecipação’. O porquê dessa lembrança eu conto a seguir.
Estou tentando escrever um artigo em meu computador e o mouse não quer me obedecer. Ratos em geral são desobedientes, é verdade. Mas o eletrônico costuma ser submisso. Quando acontece algo desabonador, como não levar o cursor ao devido lugar da tela, pode significar que há alguma sujeira na área. Nesse caso, para voltar ao pleno domínio da situação basta limpá-lo. Pois é, a obediência de um rato eletrônico, diferentemente do natural, pode estar diretamente relacionada ao seu asseio. E se quisermos analisar de forma, digamos, endobiônica, não à limpeza externa, mas à interna. Assim, decido verificar o seu teor de sujidade. Coloco-o de ponta-cabeça e abro o compartimento que contém uma esfera, responsável pelo funcionamento da geringonça. Tudo bem, dispositivo; a ira não gosta de substantivos neutros. Então retiro a bolinha e imediatamente percebo que a chafurda é verdadeira e suficiente para deixar o rato para lá de insubordinado. Ora, penso, nada que um cotonete com álcool não resolva. Em poucos segundos os conectores estarão limpos e o rato voltará cegamente a seguir minhas ordens. Simples! Simples? Simples, desde que houvesse álcool.
E é aí que vem a questão. Um alagoano como eu – acostumado a viver arrodeado de cana-de-açúcar e ver álcool à venda em qualquer bodega da minha cidade – jamais poderia imaginar que não houvesse álcool à venda aqui na Inglaterra, berço da revolução industrial, classificada como ‘país de primeiro mundo’, e procure elogios, que você acha... Acha tudo, até macaxeira, menos álcool.
E como tudo tem seu motivo, apesar de nem sempre concordarmos com ele, a ausência de álcool nas prateleiras dos supermercados, farmácias e congêneres deve-se simplesmente a um fato: os ingleses bebê-lo-iam. Soa estranho? A mesóclise ou o significado da frase?
Mas o pretexto é esse. Concordar é outra história. O índice de alcoolismo por aqui é bastante alto. A maneira de combatê-lo é que é esquisita, além de não haver álcool comum para ser comprado por pessoas comuns, os bares geralmente só ficam abertos até as 11 da noite. No entanto você pode começar a beber a partir das 11 da manhã, se assim quiser. Eu hem?
Sim, mas voltando ao meu computador, faço o que vi um nativo fazer outro dia: uso minhas unhas para tirar o possível da sujeira existente na barriga do rato, dou um belo sopro, com direito a uma baforada de poeira, recoloco a pelota, tampo o bicho e bola pra frente que é jogo de campeonato.
Folhas tratadas aos pés do salgueiro
Amarrada mandinga do curandeiro
Expressão no rosto de dor
Misto de terror
Escreves por esse pecado
Trazido à luz deste cruzeiro
Sendo assim julgado
Pelo chefe da Vila no próprio terreiro
O chefe de todos os crimes ele acusou
A perversidade religiosa
Intolerância cometida contra o homem ele falou
Condenado pela missão insidiosa!
O povo não o ajudara
Mas um missionário assim teve pena
Tirou-o de lá e para sua casa o levara
Daquela gente,daquela forte cena!
Mostrou para ele que apenas existe um caminho
O único para ele se guiar
Nunca estaria mais sozinho
Entregue sua vida e Ele o amará!
O missionário lhe mostrou
O verdadeiro caminho da luz
Se outro mostrar falsidade alguém delirou.
O único caminho é Jesus!
"NUNCA SINTA TIMIDEZ PERANTE AO HOMEM. EXPONHA-SE, EM SUA LIBERDADE DE EXPRESSÃO, EM SUA OPINIÃO E EM SUA ESCOLHA NESTE MUNDO DE TOLOS."
Razão
Comum a todo olhar curioso
expressão sob o véu da incerteza
cautela imediata entre passos do dia
és um triste ser imaginando beleza
Digo a mim mesmo aonde vou chegar ?
quando escuta o coração sem a razão vigorar
catalisar força na mira evolutiva
deitar a cabeça e analiso meu dia.
Não pode haver impedimento no direito de expressão de qualquer pessoa. A vitaliciedade não pode ter limites, ela é ou não é, ela não pode ser adjetivada. Impor limites a uma pessoa é desrespeitar a própria história dela, assim como seu livre modo de pensar e sua existência, logo é ser inimigo da democracia e da liberdade.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
A liberdade de expressão é um dos meios de intensificar e buscar soluções plausíveis contra a desigualdade social em que o mundo vem passando. Esse capitalismo egocêntrico no qual vivemos nunca poderá ser uma porta aberta para aqueles mais vulneráveis.
A imagem que vemos no espelho é apenas uma expressão irreal do nosso mundo real e não corresponde ao que, de fato somos. Não na sua totalidade. Por trás dos holofotes do reflexo há muito mais que uma simples imagem projetada pelo ego. Não se permita aprisionar dentro de um universo tão pequeno e elementar.
Nao escrevo poemas eu faço rabiscos da vida em forma de arte.
O que é arte? Expressão de sentimentos e pensamentos.
A vida é um livro, você é o autor da sua própria história , escreve e apaga quantas vezes sentir vontade, terà a liberdade de se mostrar.
Ninguém pode escrever em seu lugar.
A vida é o livro suas histórias , suas memórias.
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