Existência - frases e Textos
A Alma precede a Consciência!
Porque,
a Alma é a Existência ou o Nada que pode se tornar algo ao apegar-se a alguma Essência ou Consciência ou Visão de Mundo!
Isto é,
a Existência precede a Essência.
Algum tempo atrás, um vagante sem predicados que cumpria sua existência, deixará uma semente num solo acidentado, baldo mas com a incrível capacidade de fornecer o pouco que tinha, em prol da geração.
Há quem disse que seria só um caule
Já outros... nem transpor
Mas aonde esperavam quase nada
...nasceuumaflor
Viver e digerir
o paradoxo da existência humana:
a alma (eterna) é apenas inquilina do corpo (efêmero)
A existência pode ser uma dádiva ou uma tragédia, dependendo de como você percebe as coisas e as sente dentro de si. Você é um interpretador do Mundo Sensível que experiencia esse mundo não através da experiência direta, mas a partir da interpretação do mesmo. Então, sugiro que seja o mais imparcial possível em sua interpretação para ter a experiência mais próxima possível do Mundo Sensível.
Tramas da Existência: Medo e Rotina
Ao longo do percurso da vida, somos compelidos a desvendar emoções até então desconhecidas.
Descobrimos como seguir em frente sem vacilar, como continuar a jornada sem permitir que o peso do cotidiano nos subjugue, e aprendemos a iluminar nossos próprios dias.
Tudo isso sem desamparar aqueles que nos são caros, enquanto absorvemos silenciosamente suas preocupações e temores.
Chega um momento inevitável em que percebemos: é mais fácil se apegar à segurança da rotina do que se lançar na vastidão incerta da existência.
O medo, por sua vez, é o espectro que mais nos atormenta — a inquietante ignorância do que o futuro pode nos reservar.
Talvez sejamos surpreendidos por um vendaval que desalinhe nossa mente, ou, quem sabe, por nossos próprios fantasmas interiores.
Talvez, diante de nossos passos, desabroche um caminho suave, como um portal aos serenos campos Elísios.
Entretanto, o medo é uma constante. Ele devora, subtrai, enquanto o conforto, por mais tentador que seja, é algo com o qual nos habituamos.
O verdadeiro desafio, o que é inestimável e insubstituível, reside no equilíbrio mental
— o único alicerce capaz de nos manter eretos diante das tormentas invisíveis da vida.
A única forma de corrigirmos o nosso
próprio defeito é reconhecendo a sua existência. Se o negarmos, ele continuará existindo.
Solitária existência
Talvez não seja para sempre
Talvez não dure muito
Talvez não haja respostas
Talvez eu murmure
Talvez eu não compreenda
Chegamos, andamos, corremos, brincamos, choramos, amamos e somos amados.
Mas sempre no final será o mesmo.
Deixamos de existir em um passo de mágica
Fica em nós um nó na garganta
Morremos todos um pouco por dentro.
Arde sem se ver.
A solidão bate e fecha a porta.
Até onde iremos não sabemos.
Simplesmente do mesmo jeito que o sol chega a noite se apaga.
Não importa quem você é, não importa o que você tem, os finais são todos iguais.
O último suspiro se vai.
E você também.
Uma ave vê, no seu reflexo, outra ave.
Já o Homem vê, no seu reflexo, os anos da sua existência...
João MC Gomes (poeta)
A existência humana, um contínuo fluxo de experiências efêmeras, é inextricavelmente entrelaçada com a complexidade insondável do universo, desafiando a compreensão finita da mente humana.
Toda a minha existência é uma declaração de amor para você, cada vestígio que deixo nesse mundo tem você, está gravada em minha retina como meu melhor poema, a minha oração mais sagrada. Tudo o que há de melhor em mim se inspirou em você.
Ecos da Existência
Na vastidão do ser, onde o tempo se faz poeta e a vida, sua musa, há uma melodia que ecoa, suave e constante. Ela dança nas sombras do passado, brilha nas promessas do amanhã e reside no calor de cada hoje. Esta é a sinfonia da existência, a canção que Vinícius poderia ter cantado, entre goles de poesia e suspiros de amor.
Na tessitura desse tecido chamado vida, cada fio é um instante, entrelaçado com a arte e a dor, o riso e o choro. Aprendemos a ter força na coluna não por rigidez, mas pela flexibilidade de saber dançar com o vento, de não quebrar quando a tempestade vem. Em cada curva, em cada esquina da existência, há uma história a ser contada, um aprendizado a ser abraçado.
O amor, ah, o amor! Esse sentimento que Vinícius cantou com tanta paixão, é o vinho que embriaga a alma, é o sol que nunca se põe no horizonte do coração. Amor que é rio, fluindo sem fim, amor que é mar, profundo e imenso. Em suas águas mergulhamos, buscando a pérola da verdadeira conexão. O amor é encontro, é a fusão de almas, é o toque que transforma o comum em extraordinário.
E a morte, essa inevitável companheira, que nos sussurra sobre a impermanência de tudo. Ela não é o fim, mas uma transição, um portal para um mistério maior. Nos ensina a valorizar cada respiração, cada risada, cada lágrima. A morte nos lembra que viver é um ato de coragem, um desafio constante para abraçar a plenitude do agora.
No espírito reside a essência, o imaterial que nos faz mais humanos. É a chama que arde, inextinguível, mesmo quando o corpo cansa. É a parte de nós que se conecta com o infinito, que toca o céu em momentos de pura alegria e profunda tristeza.
As lembranças são as páginas desse livro que escrevemos a cada dia. Algumas trazem sorrisos, outras lágrimas, mas todas são preciosas. Elas são o mapa do nosso caminho, as marcas deixadas na areia do tempo. Saudade é o preço que pagamos pelas boas memórias, é o doce-amar de ter vivido algo que vale a pena ser lembrado.
E a memória, essa artista caprichosa, pinta os quadros do passado com cores ora vivas, ora desbotadas. Ela é o museu da nossa história, o lugar onde revisitamos nossos amores, nossas aventuras, nossas perdas e conquistas.
Viver, portanto, é um ato de equilíbrio entre tudo o que foi, é e será. É ter força na coluna, sorriso no rosto e abraços apertados. É saber que, em cada fim, há um novo começo. É entender que, em cada adeus, há a promessa de um reencontro. Pois a vida, em sua infinita sabedoria, é um ciclo eterno de aprender, amar e, acima de tudo, viver.
Existem dois tipos de mundos na existência humana: um é Real e outro irreal. No primeiro nós vivemos, no segundo nós apenas participamos.
Repentinamente às áureas coloridas, de tons de paixão, que laivo o céu da minha razão de existência, a maestria que ecoa tranquilamente nos recantos do meu ser.
Teus olhos, meu clarão, estrelas irradiantes que iluminam os traços da minha alma, refletindo as constelações infinitas desse singelo amor.
Cada palavra tua é manhã divina, uma bruma que inebria nas montanhas secretas do meu interior.
Como alguém que esculpe versos de amores, assim és tu, moldando nossa vida com o pragma de ternura.
Quanto mais velho fico neste celestial que transcende o efêmero da vida.
São as pessoas que você ama, não o dinheiro e as coisas que te deixam rico
Neste texto, enfim, que tece os fios da memória e as fibras do meu coração, ficam as boas lembranças e pequenos sinais da vida que vivi e me sinto grato.
A arte tem vida por causar da existência do autor. Por que, diz Aquele que fez todas as coisas: "A minha obra existe; Porque Eu existo."
Hoje eu posso brindar minha existência, mesmo com medo.
