Existem Pessoas que Sao Flores

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Disciplina, honra, educação e amizade são os valores que aprendemos com o Judô.

As tragédias verdadeiras no mundo não são conflitos entre o certo e o errado; são conflitos entre dois direitos.

Como ser rápido, inteligente ou ter um forte odor corporal, os poderes psíquicos são mais uma característica sua. Você deve aceitá-los como parte de si mesmo e ser positivo. O importante é ser gentil.

Alguns homens não procuram nada lógico como o dinheiro.
Eles não são compráveis, ameaçavéis, razoáveis ou negociáveis.
Alguns homens só querem ver o circo pegar fogo.

O passado não volta. Importantes são a continuidade
e o perfeito conhecimento de sua história.

Não existe o bem e o mal, só existe o poder e os que são muito fracos para consegui-lo.

Lord Voldemort
Harry Potter e a pedra filosofal (2001).

❝ ... Acredite ... tenha fé e confie ... siga seu caminho ... pois nossos dias são presentes de Deus ... a fé e a sabedoria deixam todos os obstáculos mais leves ... e as provações logo se tornam vitórias ... que o seu dia seja lindo ... que esta semana seja abençoada ... e que a alegria da vida torne seus dias ainda mais especiais !❞

Meu primeiro carisma é ser filha de Deus, os outros são consequências. Minha intimidade com Deus não depende de hora e
nem lugar, depende do tanto de amor que ponho nessa relação.

São as pequenas coisas que revelam os capítulos do coração. São as pequenas atenções, os numerosos incidentes pequeninos e as simples cortesias da vida, que formam a soma da felicidade da existência.

“Na Natureza Selvagem”

Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.

Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...

Eu sou uma pessoa intensamente reservada. Eu acho que experiências pessoais compartilhadas são preciosas e não estão à venda.

Consequencias
Tenho até dó de quem brinca comigo...eu não consigo odiar, pois ódio e amor são irmãos. Eu ignoro mesmo! Falsidade se paga com Indiferença!

Sonhos
Nunca deixe de sonhar,
Os sonhos são reais sim.
Acredite,
Os sonhos te levaram ao futuro.
Não basta só sonhar, tem que ter perseverança.
E nunca se esqueça da esperança e da confiança elas são grande parte da sua fé.
Siga Adiante, Nossos Destinos São Os Sonhos.
Deixe-os vivo, pulsando!

(...)
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!
(...)
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente...
e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

Mario Quintana
Antologia poética. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

Nota: Trechos do poema Seiscentos e sessenta e seis, que costuma ser veiculado na internet com o título O tempo.

...Mais

Fadas são Meninas delicadas e traquinas que tecem as pétalas para que as Rosas Fiquem ainda mais Divinas...

Ora, essas coisas psicanalíticas só são compreensíveis se forem relativamente completas e detalhadas, exatamente como a própria análise só funciona se o paciente descer das abstrações substitutivas até os ínfimos detalhes. Disso resulta que a discrição é incompatível com uma boa exposição sobre a psicanálise. É preciso ser sem escrúpulos, expor-se arriscar-se, trair-se, comportar-se como o artista que compra tintas com o dinheiro da casa e queima os móveis para que o modelo não sinta frio. Sem alguma dessas ações, criminosas, não se pode fazer nada direito.

Sigmund Freud
A Pfister, 5 de junho de 1910

Os corações discretos são raros; a maioria não é de gaviões brancos que, ainda feridos, voam calados, como diz a trova; a maioria é das pegas, que contam tudo ou quase tudo.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Eu não tenho culpa, perdoe-me, por favor.
São os sentimentos que mandam na gente.
Não me condenes, meu amor
Estava frágil quando você chegou. Estava muito carente.

Mesmo que eu não estivesse fragilizado
Como poderia resistir a tanto charme?
Foi seu modo de falar comigo, todo delicado.
Ah! Menina, não espero que ames.

Mas perdoe-me, por favor.
Perdoa-me por te querer.
Estou lutando para esquecer este amor.
Ah! Menina, como é difícil te esquecer.

Mas perdoe-me, por favor.
Perdoa-me por te amar.
Eu sou um pobre pecador.
Um homem que por ti vive a chorar.

Mas perdoe-me, por favor.
Por querer pertencer ao teu coração.
Eu só quero um pouco do teu calor.
Você é o meu sonho de ostentação.

Mas perdoe-me, por favor.
Perdoe-me por desejar te beijar.
Ah! Menina, como é intenso o meu amor.
Você é tudo que um homem possa desejar.

Mas perdoe-me, por favor.
Quando as minhas mãos te tocam,
Mesmo sem você pedir, estou buscando o teu amor.
Ah! Menina, se você conseguisse ouvir o que meus olhos falam.

Para o inferno você me mandaria.
Desculpe-me, eu não tenho culpa de tanto te querer.
Mas chegando ao inferno a minha alma eu venderia.
Depois de viver contigo ao diabo eu iria pertencer.

Mas perdoe-me, por favor.

Não julgue ninguém que tenha errado, pois são esses atos que justificzam a sua própria experiência

Os seres humanos são mentalmente fracos. Quando pensamos com nossas emoções, não conseguimos encontrar respostas racionalmente e isso ultrapassa o limite de nossas capacidades.