Excesso
O consumo é opera que glorifica...
o corpo com a politica da vivencia o excesso torna se obsessão,
que vicia entre tantos o comer e o beber, sendo assim o bem estar,
depois só se vive uma vez...
bem com se viver é uma arte que se tem para si até últimos momentos.
As derrotas temporárias são como a ferramenta do escultor que o permitem tirar os excessos de argila e chegar na modelagem do vaso perfeito. São como a paleta do pintor que parece uma mistura bagunçada de cores, mas que passam a fazer todo o sentido quando o quadro fica pronto. O fracasso é o tênis rasgado do corredor, é a unha ferida da bailarina, o braço enfaixado do jogador de vôlei, o joelho dolorido do jogador de futebol, a rouquidão que todo cantor tem quando não está no palco. Fracasso é o molde do artista.
Excesso de amor é quando o coração sai de dentro do peito e passa a bater do lado de fora, como se fosse o corpo quem morasse dentro.
Ricardo F.
Não haja medo que a sociedade se desmorone sob um excesso de altruísmo. Não há perigo desse excesso.
Amor em excessos...
Para não ser devedor de amor
E depois, deixa transbordar
O que sobrar do lado de dentro.
Apatia
Amargor
Prutefeito é andar
Nessa tenebrosa inconstância
Antigiu desprezo
Por excesso de patifaria.
"Enquanto o amor for uma utopia, governantes terem excesso de hipocrisia,o reflexo será a desgraça social.Pessoas morrerão de frio nas ruas,a violência continuará nua e crua, fabricando marginal. É preciso lutar,com atitudes pleitear a justiça social".
(Rodrigo Juquinha).
Ciúmes em excesso e monitoramento constante não impedem uma traição. Quem não tem caráter aprimora-se diariamente na arte de trair.
Sobre os excessos que cometemos, podemos dizer que, a alma, esquecida da sabedoria que trouxe consigo deixou-se levar pelas coisas mundanas. Largou o discernimento jogado a um canto e saiu tentando compensar alguma falta que pensava ter... Daí os excessos!
DO PARAPEITO VITAL
Não sou aquilo que vês...
A couraça que percebes
é o excesso de fragilidade,
que move ou tortura.
Dentro da concha cerrada,
a porta em ferrolhos,
permito frestas que me alimentam.
E o alimento caminha filtrado
no suporte do meu parapeito.
Nele contemplo
o complexo do ser
em solidão e unidade.
Contemplo a comunhão
da beleza e ironia,
da grandeza e mediocridade,
dos rumos e destinos vãos,
do irreversível óbvio pó
e o tão divinal inevitável está
em simplesmente ser.
Em entendimento e devolução
converto o que vejo
em palavras que registro.
Em minha suposta apatia,
passam as coisas, os homens,
os fatos, e deixam cargas e marcas
e a sensação, de ser tudo
simples e infinito.
Não há nada que me exclua
ou me distancie da engrenagem.
Sou partícula num todo
de massa, cinza, éter.
Mesmo deste parapeito inescrutável
(dirás?) e vital feito placenta,
habito um universo em que sou parte
e magicamente sou todo.
Que a cada dia permitamos que o coração transborde, a ponto de cobrir, com excesso, as imperfeições do nosso ser.
"A falta de transferência te prejudica, o excesso confunde, portanto sua tarefa é encontrar o ponto de equilíbrio para divulgação da informação.”
Nós só conseguiremos ser cada vez mais do Senhor se estivermos dispostos a nos livrar dos excessos do nosso eu!
Entre os meus devaneios,E excessos excessivos de receios,Eu ainda me recordo da vista do leito,Da minha emoção,Transbordando minhas imagens sentimentais pelo chão,Talvez o Van gogh pintasse minhas emoções com pouca direção,Sem tanta correção,De fato tudo seria apenas um quadro repetido ,um retrato esquecido.No movimento retrógrado das minhas lembranças friccionei-as com a realidade vivida ,Poderia se resumir no sentido horário para me retratar um cara nato.
