Excesso
Engana-se quem pensa que o amor se resume somente a doçura, até porque o excesso de açúcar faz mal.
Porém todos os sabores do amor são bons ao paladar do coração.
Afinal quem pode ser indigesto ao sabor da justiça, da verdade, da transparência, da entrega sincera, da doação e da dedicação.
Esses e alguns outros são ingredientes da fórmula do amor!
"...por enquanto, desisti de escrever - já existe um excesso de verdade no mundo - uma superprodução que aparentemente não pode ser consumida!"
Excesso de equilíbrio.
Um pensar demasiado.
Quando raramente se erra, arrisca.
Introspecção no corpo e na alma.
Timidez exarcebada.
Sozinho em muitos sentidos.
Mente cauterizada pela dor.
Estar morto, paralisado, ainda vivo…
Quando uma planta não é regada nenhuma vez, ela morre. Quando é regada em excesso ou de uma só vez, também morre. Cada planta tem sua própria necessidade de água e seu tempo certo para ser regada.
Saliências sinto. Assados, almoço, excessos. Lombra após a sesta. Quarta de teclado e lembranças: Semana ao meio, sem recheio.
A escola está muito ocupada com o excesso de questões burocráticas e as pressões de cunho políticoeconômico, para fins de visibilidade, lucro e verba ... Não sobra tempo para educar.
Não há excessos quando se quer alguma coisa na vida. Promete que vai me ler? Reler. Capítulo por capítulo, sem cortes. Se quiser mudar a história é só apagar as reticências. Continue demarcando os caminhos. Se eu me perder na estrada. Apago tudo e devolvo as tuas pegadas.
“Se acabassem com a corrupção e com o excesso de feriados que este país tem, e se o povo tivesse Deus como seu único Senhor, não tenho dúvidas de que nossa nação seria a mais próspera do mundo.”
Sou mistério e desejo em forma de caos.
Feita de excessos, de fogo e de fuga.
Amo no limite, como quem queima e se consome,
e parto no auge, antes que a calma me alcance.
Deixo rastros — perfume, lembrança, vertigem.
Sou o encanto que inquieta, a ausência que arde.
Não nasci pra o morno, nem pra o quase.
Sou intensidade disfarçada de calma…
Faz uma loucura por mim.
Decifra-me, me lê nas entrelinhas,
descobre o que me acende,
decora meus silêncios e meus gestos,
e depois — me surpreende.
Não quero promessas, quero arrepio.
Não quero certezas, quero desejo.
Sou o mistério que te desafia,
a calmaria antes do incêndio.
Se tiver coragem… me desvenda.
Sou mistério e desejo em forma de caos.
Feita de excessos, de fogo e de fuga.
Amo no limite, como quem queima e se consome,
e parto no auge, antes que a calma me alcance.
Deixo rastros — perfume, lembrança, vertigem.
Sou o encanto que inquieta, a ausência que arde.
Não nasci pra o morno, nem pra o quase.
Sou intensidade disfarçada de calma…
e se quiser me alcançar,
faz uma loucura por mim.
