Exatamente
Descobri que viver é estrada,que o caminho ,as vezes tortuoso ,nos leva exatamente para onde nosso coração merece.
Hoje sei exatamente o que me destrói e o que me constrói. Mas não sei te dizer em palavras. Palavras são vagas e limitadas. Bem, se quiseres descrever algo como o universo logo se diz infinito, mas o que é infinito? Quanto algo te machuca logo se fala em dor. Mas o que é dor? Palavras são relativas, tudo depende do seu raciocínio e isso vai de cabeça para cabeça, igual a piolho. Ah as palavras, como podem me deixar alegre, sorridente, saltitante e deslumbrante. Palavras também são traiçoeiras e devastadoras, como um terremoto, nunca se sabe quando virá outro e se virá algo pior após o tremor. Agora sei que o que pode me destruir não são apenas as pessoas, mas aquilo que sai da sua boca. Assim como sei que o que pode me construir não são apenas as palavras, mas também as pessoas.
Porque ser exatamente assim? É difícil de entender. Sei que temos nossas diferenças e nem sempre concordamos igualmente em tudo. Mas não dizem que só basta amar para algo acontecer? Eu te amo! O que mais está faltando aqui? Um chá? Um almoço em família? Um convite de casamento? Isso a gente arruma! Vamos alí na esquina que eu lhe compro tudo que está faltando para sermos, verdadeiramente, um. Mas... não deixe que as nossas diferenças nos impeçam de sermos felizes.
Não posso mentir que amo ele, ou que não dou a mínima. Estou exatamente como eu nunca aceitei, em um meio termo. Não entendia como as pessoas ficavam entre as coisas, principalmente no amor; nunca gostei de ficar no meio.
Talvez isso seja amor, ou não sei o que... Amor é o que eu não entendo e que talvez chegue sem avisar mesmo. Não vejo respostas, porque é dúvida... Enfim, sou uma filósofa em construção, todos somos, só que alguns simplificam em palavras, eu em sentimentos mesmo...
Quando eu vejo o seu rosto
Não há nada que eu mudaria
Pois você é incrível
Exatamente como você é
E quando você sorri
O mundo inteiro para e fica olhando por um tempo
Pois, garota, você é incrível
Exatamente como você é
É exatamente o que há de mais natural, autêntico e involuntário nas pessoas que me comove. Triste é não conseguir gostar de hábitos, movimentos e caracterísiticas forçadas em alguem.
Você vai me pertencer quando sentir meu calor, e será exatamente como a primeira vez.
Não negue a você que sou sua paixão. Diz pra mim, que longe do chão sou seus pés.
Permita-se sentir, ó minha interminável paixão.
Por você corro perigo. Vou ganhar esse jogo, vou tirar o teu sossego.
Quero seu amor proibido!
10/05/2011
E de novo, eu tenho tido esse sentimento, não é exatamente um vazio, mas é como uma falta gigante de algo que eu não sei o que é, e por mais que eu procure o que é isso, eu continuo sem uma resposta. Eu venho sendo assolada pelo intenso desejo de mudar, mudar de casa, de cidade, de estado, de país. Eu quase não me reconheço mais, eu estou apenas existindo, uma existência muito ordinária. Eu não acho mais as minhas loucas inspirações; nada parece ter o mesmo som, o mesmo gosto, eu perdi a minha inspiração dentro de mim mesma, isso é possível? Bom, se for, eu fiz, e se não for, ela está por ai, então é melhor eu fazer uma placa de ‘procura-se’ para ela. Você já sentiu isso? Como se ninguém sentisse a sua falta, se ninguém ao menos notasse sua presença, é quase como se você fosse invisível aos outros, condenado a uma existência abandonada. Meu único consolo ao falar isso, é saber que ninguém vai realmente se importar, não sei bem se é um consolo, acho que é mais algo relacionado com ‘quieto’, ninguém vai ficar insistindo naquele estúpido ‘como você está?’ no qual é preciso fingir meu melhor sorriso e dizer ‘estou bem, não se preocupe’. Ninguém vai nunca entender como é sentir o que eu sinto todo dia. Eu sinto uma dor, que passou do emocional e se tornou física, e ela é insuportável; acho que uma dor maior, a tiraria de centro, pelo menos por algum tempo. Você já se sentiu assim? Eu vivo sozinha, mesmo em torno de tantas pessoas!
Você foi embora com a mesma rapidez que chegou, então eu vi que é exatamente como dizem, o que vem fácil vai fácil.
Eu estou livre exatamente aonde eu queria estar, vivendo uma vida que sempre esteve em primeiros planos. Sim, eu estou bem, mas me sinto incompleta, sinto que ainda falta algo. Um vazio que vem me atormentar mais precisamente pela noite, e esse vazio talvez tenha um nome, é algo abstrato, mas que faz tanto mal: a saudade!
Será ela esse bicho de sete cabeças? Foi a primeira pergunta que me fiz antes de entrar no avião! Agora nesse exato momento me vem em mente os meus pais, pra ser mais exata aquela intorturável despedida, um abraço apertado, um beijo na testa, e escorrendo dos olhos a dúvida, o medo, e a esperança de um sonho realizado! Logo depois lembro dos amigos, da despedida inesperada de só 3 meses, lembro do olhar e das palavras nítidamente de cada um. Ah a saudade! Só não é um bicho de sete cabeças, como também uma enfermidade que só se torna curável metafóricamente quando se come a presença, ou algo que alimente essa fome insaciável!
Mas eu tenho a convicção que farei valer a pena!
Logo, logo estarei de volta...
É tão difícil a gente ser a gente mesmo.
São tão poucos os momentos em que podemos ser exatamente quem somos, isso quando sabemos quem somos. O medo do julgamento dos outros é tão grande que engolimos nossos sentimentos, nossas vontades e nossas expectativas.
Nós paramos de crescer, afinal, como alguém pode crescer sem que seu eu tenha contato com a vida?
Graças a Deus, o tempo e as experiências que a vida nos impõe se encarregam de mudar isso. À medida que os anos passam e os tombos se sucedem, nossos valores mudam e nossos medos também. Deixamos de temer o julgamento alheio e passamos a ter medo apenas de não viver a vida em sua plenitude.
Não temos mais a mesma vitalidade de antes, mas não precisamos tanto dela, afinal, rir do que é engraçado, chorar pelo é triste e ficar quieto quando não há nada a falar já não passa mais pela aprovação daqueles que nos cercam. A longa estrada até a paz interior é agora apenas um atalho.
Tornamo-nos mais seletivos, não porque tornamo-nos mais exigentes, pelo contrário. Só queremos o necessário e nada mais. O supérfluo, que já não nos completa em nada, passa a ser uma bagagem desnecessária.
Nossa percepção aumenta e passamos a reparar e dar valor ao que antes eram pequenas coisas. Passamos a enxergar que pequena mesmo era a roda das razões que nos movia. Nosso corpo para de se curvar. Descobrimos então que o que nos curvava não era o peso da idade, mas o peso de uma tralha inútil que insistíamos em carregar.
Se você não se livrou da necessidade de impressionar os outros, você não amadureceu. Porém, se tudo o que te importa agora é viver, você cresceu e, agora que cresceu, você pode ser criança pra sempre.
O fomento primordial capaz de com qualidade sustentar qualquer relacionamento, está exatamente numa ótima conjugação do verbo na primeira pessoa do plural.
Adoro quando você me chama de minha pequena
Ou quando escreve aqueles poemas
Você sabe exatamente como me agradar
Sei que escolhi a pessoa certa pra amar
Queria eu saber exatamente o numero de estrelas que existem no céu...
Só assim saberia expressar em números o amor que sinto por ti... sú dutra
Meus dias são exatamente iguais, todas as manhãs eu me perco em meio ao aglomerado de pessoas ao meu redor, apenas procurando por você, mas aonde você está?
Depois que você me deixou cair, passei todos esses anos recolhendo os meus cacos e, incrivelmente, eu ainda não encontrei todos eles.
Mesmo com tantas frases prontas é difícil encontrar uma que defina exatamente a vida. Até porque de exata ela tem muito pouco. A vida costuma ser imprecisa, ambígua, por vezes vaga diante da nossa compreensão. E ao mesmo tempo tão cheia de significados.
Costumamos gostar do jeito que levamos nossa vida e também já pensamos em tê-la parecida com a de outros, ou então, que nunca passemos perto de alguns tipos de existência. Vidas caras e vidas boas. Vidas duras e vidas mal vividas. Uns dias tristes, outros bem melhores.
Sua origem levanta questões, filosóficas, religiosas, científicas. Sentimos saudades da vida que passou, da vida que projetamos, da vida que acreditamos que virá ou que não temos. Ela é evolução, aperfeiçoamento intelectual, autossuficiência? Eis a questão, mas não queremos respostas difíceis para a vida.
É engraçado que quando as coisas vão bem, costumamos dizer aos outros que tudo vai passar, deixamos registrado em nossas redes sociais o quanto viver é simples, fácil. Mas do contrário, nós a questionamos, nós nem a consideramos tão simples e vamos atrás de entendimento para o que estamos sentindo ou passando.
A vida somos nós e nós mesmos, e o mundo. E um monte de outras vidas e outros mundos. O aqui e o agora e talvez não seja nada disso. Não, não dá para defini-la. A gente não sabe onde vai parar ou chegar, ou se deve insistir e continuar. A gente realmente não sabe, ou pelo menos, não tem certeza.
Carregamos algumas bagagens pelo caminho, e damos um peso à vida. Quando descarregamos algumas coisas, ela já se torna leve e com novos espaços e compartimentos. E vamos enchendo esta mesma vida de outros sentidos, teorias e dúvidas.
Editamos, deletamos, refazemos. E em cada uma destas fases há uma história contada com palavras diferentes, sentimentos diferentes, algumas hipóteses e tantas indagações.
Esse estado de atividade incessante é realmente interessante. Pode ser regido por forças externas, internas, por muitas forças, por outras vidas. Pode ser muita coisa, ou algo simplificado dependendo do que colocamos em nossa mente. E já que precisamos conduzi-la, que seja levada com bom senso, de humor, claro.
