Eventos
“Você tem poder sobre a sua mente, não sobre eventos externos. Perceba isso e você encontrará força.”
As manhãs vão e vem no horizonte da vida, que leva e traz muitos choros ou sorrisos dos eventos alheios as nossas vontades, lutamos nas dificuldades que não para de vir até o ultimo dia.
A literatura neurocientífica salienta que a exposição a eventos aversivos é capaz de desencadear mudanças sinápticas neuroplásticas que otimizam habilidades cognitivas resilientes e adaptativas. Todavia, a descentralização educacional carente de aportes financeiros adequados pode acarretar em um decréscimo na excelência do processo educativo, afetando negativamente o aprimoramento cognitivo dos discentes e transformando o papel dos livros em artefatos de subjugação intelectual.
Sua essência não muda pelos eventos que aconteceram em sua vida, o que muda é apenas a apresentação. Afinal, grafite e diamante continuam sendo carbono…
Nada começa grande! Os grandes eventos da vida começam de coisas pequenas e simples para não dizer invisíveis em alguns momentos. A própria vida é um exemplo.
Trecho do livro Quantos Contos - Reflxões sobre a vida quotidiana
Organizando eventos caóticos
Tentando dar sentido a essa bagunça
Nunca saberemos ao certo o que dita as direções que tomamos
- Free
Engenharia de eventos é: projetos de show, arenas esportivas, em teatros, estádios, palestras, workshop, feiras, casamentos, festas de universidades, cenografia e muito mais.
Se tivéssemos o controle de todos os eventos que acontecem em nossas vidas, a vida não teria graça... mais existe graça em sofrer?
Talvez um dos segredos da Natureza seja fazer arranjos múltiplos, de coisas e eventos ao expandir a infinitude do tempo e do espaço, numa Entropia sem fim e Resiliência transitória. Talvez seja isso também...Talvez.
Rezei para chover: choveu!
Rezei para acalmar a tempestade: acalmou!
Para os dois eventos tenebrosos da natureza
Quando eu nada fiz o mesmo aconteceu.
Deus não controla o Homem nem os eventos da natureza
Frequentemente percebemos os eventos tenebrosos da natureza. Esses eventos são atribuídos pelo homem a um Deus bondoso e ao mesmo tempo vingador e castigador. Assim o Titanic, John Lennon, Raul Seixas, Chuvas, Terremotos, Guerras e outros..., são as referências para homens da fé, que vestidos de santidades atribuem aos castigos dos Deuses.
A Plebe também transfere parte do poder de Deus ao corpo clerical. o que acaba por transformar o Deus bondoso em um Deus mau. Usam-se os Deuses para todo e qualquer evento, seja para a vingança ou para a amenização da dor. Quando Deus não evita nenhuma dessas tragédias, apesar das suplicas de seus fiéis, resta a ele todo o poderoso amenizar a dor desatinada dos corpos destroçados.
Todos os eventos citados, vistos e percebidos, naturalmente ocorrem sem intervenção onipotente e a oração não garante a amenização dos conflitos e dores, apenas acontece em um plano eventualmente da natureza, pois se “eu rezar para acalmar a tempestade ela por sua força espontânea naturalmente acalmará”. O homem em seu livre arbítrio não controla suas ações nem os eventos da natureza. Deus não evite a tragédia nas causas do homem, porém se acredita que consola um ou outro vivente, lentamente, em um processo natural do organismo.
Deus por seu total controle atribuído pelo homem lhe falta o cuidado para evitar todas as tragédias da natureza e da humanidade, deverá então suplicar desculpas ao homem pelo fato de o homem confiá-lo tal proteção. Deus devia na sua condição de existência no mínimo transferir o seu poder absoluto ao homem, visto que o homem é presente, é perceptível e previsível quanto a todos os eventos, seja da origem humano quanto da origem da natureza, faltando-lhe cuidados e poder.
O homem por sua falta de controle atribui poder absoluto a Deus para então reger sua vida desregrada e todos os eventos, mas não é o que se percebe no cotidiano porque todas as tragédias e todos os males permanecem em evolução. Deus é um instinto do humano dominado por um sistema chamado religião
É necessária sempre grandes catástrofes e eventos trágicos na forma humana ou na forma da natureza que cause grande caos, para dar forma à verdade que a religião cria.
Não dá para associar os eventos da natura a um trágico trágico castigo dos deuses. Nada é superior aos eventos dela, que por si só se devasta e se reconstrói.
