Eu Vou mais eu Volto meu Amor
A morte não finda meu amor por ti.
O amor é imortal e é emoção.
Nem mesmo a morte põe fim ao meu sentimento eterno por você,
Mas que ela seja infinito enquanto eu sinta genuinamente.
Lhe entreguei, por fim, todo o meu amor que houve nesta geração.
Não deixe o sol morrer.
Não deixe a luz escurecer.
Não deixe o farol apagar.
Não deixe a chama acabar.
Não deixe de viver.
Ainda é tempo e há um amor para recomeçar.
Depois de você, eu admito que eu pude me apaixonar por outro alguém e viver novamente.
Quando eu penso em ti, eu sinto amor.
Você é para toda minha vida.
Eu descobri o segredo da tua fonte escondida.
Incrível ou não, fostes meu grande amor.
Que coisa mais linda de ouvir, eu te amo, eu te adoro, meu amor.
É possível ressignificar o sentimento de amor mesmo eu não mais compartilhando da minha rotina contigo.
Só o amor que nos eterniza o significado de vida e de felicidade.
Esse sentimento de amor está tatuado no pragma do meu coração e cravejado na minha alma.
O meu amor se transforma e nos ilumina.
Sentimento transcende qualquer tempo e qualquer barreira.
Quando um fica e o outro parte, posso te visitar viajando no trem da lembrança para uma estação chamada saudade, vice-versa.
Não se esqueçam do amor, do amor verdadeiro.
Com cor, com sabor, com perfume, com exatidão, com esperança.
És tu, amado, minha eterna fascinação.
Cada minuto contigo, um acorde suave,
Em meu coração, a vontade não cabe.
Amor e conexão, harmonia divina,
É a felicidade, em cada esquina.
Ainda é tempo de ser feliz, meu bem,
De viver cada momento como um refém.
Mostrar que o amor é a mais bela canção,
E que juntos, somos a perfeita expressão.
Repetir em cada verso, em cada melodia,
Que és tu quem dá cor à minha sinfonia.
És tu que, como uma nota, faz vibrar,
Aumentando o tamanho do mundo em meu olhar.
**Onde o Meu Amor Está?**
Dos versos e rimas deste poema,
faço altar para o nosso tema.
Na espera de tua voz ecoar,
em respostas que sei dançar.
Esse meu sofrimento, delicado véu,
será cobrado com o mel do céu.
Todo esse amor, quieto, reprimido,
no tempo, com juros, será redimido.
Onde o meu amor está, nesta noite estrelada?
Sob a lua, sua face iluminada?
Aqui, nesta solidão que se estende,
espero o calor que de ti emana e ascende.
Nosso quarto, frio, sem teu abraço,
é só um esboço, desenho sem traço.
Só o calor de teu amor para aquecer,
esse espaço vazio onde ainda posso te ver.
E quando estiveres só, por um breve instante,
me beija, com o fervor de antes.
Em cada bilhete que deixo, um desejo,
um beijo guardado, um segredo que almejo.
Sempre que quiseres, no silêncio da noite,
na distância que o nosso amor açoite,
lembra dos versos que escrevi para ti,
em cada linha, onde sempre estarei aqui.
Minha alma gêmea, meu amor eterno,
Tu és o amigo fiel, o companheiro de todo inverno.
Em nossas jornadas, muitos caminhos trilhamos,
Corações entrelaçados, por onde quer que andamos.
Tua mente é de um sábio, tua alma, um menino,
Brincando entre sonhos, destemido e divino.
Sempre ao meu lado, em cada desafio,
Teu abraço é meu refúgio, meu doce alívio.
Lembranças das lutas, das batalhas enfrentadas,
Nas noites escuras, nas auroras douradas.
Ergueste-te, valente, um verdadeiro guerreiro,
Teu coração, um castelo, aberto, inteiro.
Tua casa, coração, onde sempre entro sem bater,
Portas abertas a sorrir, me convidam a viver.
Nos momentos incertos, tu és o farol que clareia,
Em cada tempestade, a calma que permeia.
Nas horas difíceis, tua palavra me sustenta,
Força, fé e carinho, tua essência que acalenta.
Tua presença constante, um sussurro ao meu ouvido,
A certeza pulsante: nunca estive sozinho.
Não há necessidade de dizer, é verdade conhecida,
Mas ecoa em meu ser, a doçura de tua vida.
Grato eu sou, por cada dia, cada riso partilhado,
Meu amor, meu amigo, por todos os lados.
Este poema é para ti, meu eterno companheiro,
Amor e amizade entrelaçados, o meu mundo inteiro.
Celebro nossa união, forte como um antigo mito,
Por tudo que és para mim, por seres meu infinito.
No Jardim dos Pensadores
No vasto jardim do ser, onde brotam os pensamentos,
Planto meu amor não correspondido, rego-o com lágrimas silentes.
É uma flor estranha, que floresce em sofrimentos,
Entre os espinhos da dúvida e os solos das mentes.
Qual é a essência desse amor que apenas eu sinto?
Pergunta o filósofo em mim, buscando entender.
Será ele menos real, por ser um labirinto
Onde apenas minha alma pode se perder?
Nietzsche disse uma vez, com ardente fervor,
Que devemos amar a vida, aceitar até a dor.
Assim, amar sem retorno seria então uma forma de nobreza,
Amar o destino — amor fati — em sua pura beleza.
Schopenhauer, mais sombrio, poderia argumentar,
Que todo desejo é sofrimento, e o amor é um mar
Onde navegar é buscar a dor, em ondas de ilusão,
Afastando-nos da tranquila costa da razão.
Mas que diria Platão, com sua visão das formas ideais?
Será que o amor verdadeiro, em esferas celestiais,
Não precisa de resposta, pois é puro em si mesmo,
Uma união de almas, não um simples esquema?
E Kant, com seu imperativo categórico a guiar,
Diria que amar com respeito e dignidade, sem usurpar,
É agir eticamente, mesmo sem reciprocidade,
Pois o amor em si deve ser nossa moralidade.
Assim, me vejo filósofo entre estrelas e poeira,
Buscando sentido no amor que a alma inteira
Consome em chamas de um eterno questionar,
Onde ser amado não é certo, mas amar é um ato de se dar.
No fim, talvez Sartre e Beauvoir possam me ensinar,
Que somos livres para escolher como amar e navegar.
Que o amor não correspondido pode ser liberdade,
A escolha de amar, apesar da adversidade.
Filosoficamente, o amor é um eterno debate,
Uma dialética entre o coração e a mente.
Nesse jogo entre ser e parecer, tarde ou cedo,
Aprendemos que amar é, em si, um credo.
O Crepúsculo do Desejo
Nas sombras do meu coração, onde murmúrios ecoam,
Habita um amor sepultado, sob véus de luto e segredo.
Uma paixão fantasma, que nas trevas me assedia,
Um amor não correspondido, que como sombra, comigo vadia.
Nas tumbas de sentimentos, onde repousam os mortos,
Meu amor solitário vagueia, entre os esquecidos.
No jardim das almas perdidas, ele sussurra para a noite,
Promessas não cumpridas, num lamento sem açoite.
Como um vampiro, ele suga a essência de meu ser,
Deixando apenas a casca, um vazio a padecer.
Nas veias desse amor, corre não sangue, mas veneno,
Um elixir doloroso, doce e pleno de pequeno.
O céu de minha mente, outrora claro e vasto,
Agora coberto por nuvens negras, um tormento nefasto.
Cada estrela apagada, um sonho de reciprocidade,
Cada trovão distante, o eco de minha saudade.
Em noites de lua nova, quando a escuridão é completa,
A tua ausência é um espectro, na penumbra discreta.
Rondando os corredores de minha alma enclausurada,
Um amor zombeteiro, na escuridão encarnada.
Oh, como desejo libertar-me deste cárcere sentimental,
Quebrar as correntes desse amor brutal.
Mas como arrancar o próprio coração, motor de meu tormento,
Sem o qual a vida cessa, e com ele, só sofrimento?
Assim, na catedral do desespero, ao altar me prosto,
Ofereço meu coração, um sacrifício ao gosto
De um amor cruel, deus de minha devoção,
Que rege minha vida com mãos de perdição.
Esse é o crepúsculo do desejo, o ocaso do meu querer,
Onde amar é um inferno, um eterno padecer.
Entre sombras que dançam, e o frio que tudo consome,
Meu amor não correspondido, em trevas, encontra seu nome.
Mesmo quando o tempo passa, meu coração ainda espera por você, porque é o seu amor que faz o meu mundo crescer.
Alguém como você: a minha transformação.
Teu sorriso, amor, é o meu pôr do sol,
Aquele instante em que o dia se despede,
Deixando um rastro de luz na imensidão,
Que alimenta minha alma, aquece meu coração.
Faz um tempão que eu não dou trégua,
Ao meu coração que por ti vive em guerra,
Mas é você o meu lugar, meu porto seguro,
Quando tudo parece estar por um fio, quase escuro.
Nada vai me fazer desistir desse amor,
Porque eu sei, no fundo, que é amor verdadeiro,
Não peço nada em troca, nenhuma prova,
Só o teu riso, o teu jeito, a tua presença.
Hoje, ao ver tua foto, o tempo parou,
Senti o arrepio da eternidade,
Viajei nas constelações dos teus olhos,
E encontrei a verdadeira beleza,
Que se esconde entre o sonho e o real.
Nos meus sonhos, já eras obra-prima,
Mas em carne e osso, és mil vezes mais,
Cada detalhe teu é verso,
Cada sorriso, um cântico divino.
Este amor, minha poesia vivida,
Que nasce na amizade e floresce no amor,
É o jardim onde me perco e me encontro,
No paraíso do teu abraço, tão certo.
E eu, que era uma estrela apagada,
Descrente das promessas do universo,
Renascido em tua luz, descobri,
O que é, de fato, ser feliz, meu amor.
Pois tudo se transforma ao toque do teu riso,
O céu de ontem, o céu de agora,
Cheio de estrelas, cada uma um reflexo,
Do amor que sinto, tão vasto e profundo.
Eu leio as canções que escrevi pra você,
Cada verso, uma janela para meu ser,
Mas se quiseres transformar o ribeirão em braço de mar,
Deverás encontrar onde nasce a fonte,
O início de tudo, o lugar onde o amor brota.
E perceberás, então, meu coração,
Batendo mais forte, só por ti,
Quem sabe isso, amor,
Quem sabe isso quer dizer amor?
Porque contigo, amor, eu aprendi,
Que a verdadeira felicidade,
Não é encontrar o paraíso,
Mas habitá-lo, cada dia, em ti.
"Doce Redenção"
Ó meu amor, no canto há um violão,
Ecoa suave uma doce canção,
Que em teu nome faz vibrar o ar,
E ao som dos céus me faz sonhar.
No silêncio que a calma traz,
Sonhos florescem, o tempo refaz.
Da janela, a vista encanta o coração,
Corcovado e Redentor em sua amplidão.
Quisera a vida sempre assim,
Com tua presença junto a mim,
Até que a chama do tempo adormeça,
E a eternidade, em nós, permaneça.
E eu, que da tristeza era herdeiro,
Descrente do mundo, eterno estrangeiro,
Ao encontrar-te, vi o céu se abrir,
E soube, enfim, o que é sorrir.
Felicidade, doce descoberta,
Teu amor, minha alma desperta.
Onde Está Meu Amor?
Diz-me, onde está meu amor,
Aquele que ao me olhar já sabe
Que meu coração bate por nós dois,
E que amar-me não é uma metade,
Mas um todo que preenche e refaz?
Será que está perdido na pressa,
Nos dias que correm e não esperam,
Ou em sonhos que nunca se cruzaram
Com os passos que trilhei até aqui?
É mais fácil amar quem já me ama,
Um caminho onde o toque é certo,
Onde não há sombra de dúvidas
Nem esforço para ensinar o afeto.
Mas onde está quem há de ser meu abrigo,
Que faz do amor não um peso, mas um voo?
Será que vagueia, distraído,
Ou sente, em silêncio, o mesmo vazio?
Se o amor é troca, por que ainda espero
Por um eco que me chame de volta?
Por que, ao invés de ser quem aprende,
Eu sou quem ensina, sou quem implora?
Diz-me, onde está meu amor?
Nas entrelinhas de uma vida que sonho,
Ou no peito de alguém que, em silêncio,
Também me busca sem saber meu nome?
Meu amor por Deus vem do Seu imenso amor por mim. Como diz as escrituras: “(...) ele me amou primeiro” (1ª João 4.19).
Ele era o dono do meu coração..
Dos meus pensamentos ..ele era o meu amor..
Hoje ele é apenas a minha saudade..
Ele era pra ser meu ... mas o destino não quis.. ironia o amor ... que era pra fazer feliz só me faz chorar ... o amor não era pra ferir mas me feriu ... e se me feriu não é amor ... porque o amor soma ... completa .. nunca diminui... se te machucou...realmente, não era amor....
O meu amor esta aí..em algum lugar ..esperando me encontrar .. esta por aí beijando outras bocas ... sorrisos pra outras pessoas ... perdido em meio ao caos dessa cidade enorme ... ainda vamos nos esbarrar ...não sei o seu rosto ...não conheço seu gosto ...muito menos a cor dos seus olhos... mas sei que vai ser logo ... logo vamos nos esbarrar ... estou contando as horas , os dias ,os segundos ... pra me perder no seu abraço..descansar nos seus braços e no seu peito fazer morada...
Sorte no jogo e azar no amor ? Não meu bem.. aqui é amor em jogo .. jogo da sedução .. aventura .. desejo proibido .. amor bandido ..menos azar ..
Meu senhor ..meu amor ... meu anjo..meu guardião..meu pecado ..meu vício..meu amado... minha perdição...
