Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Vou pensando e escrevendo jogando conversa fora.
Ja esta de madrugada e o sono nao bateu em minha porta.
O vento passa suave traz lembranças do meu bem .
No momento penso nela e ela em mim também .
Coloco os tênis nos pés agora.... saio pra caminhar, sigo o rastro do sol. "Vou ali ser feliz e não volto".
O sol seca minhas lágrimas, o vento me ajuda a ir em frente. Sigo em linha reta.... até a próxima esquina, e até a próxima, e até a próxima. Não vou voltar atrás, agora que já sei como é que o atrás é. O futuro me cerca, me chama pelo nome, me pega pela mão e me faz derrubar os paradigmas que me sustentam.
Erros do passado? Quero consertá-los? Não, são alguns detalhes, tão pequenos detalhes... e agora as coisas já não são mais como eram antes... o passado são vias tortas.... tão distantes.
.
Já, já vou indo...
Por aqui:
Coisas e marasmos.
Marasmos mineiros,
ondas bovinas,
poeira verde
nas ventas.
Saudades daí,
sinto.
Da pressa dos carros
e dos passantes.
Dos sorrisos esquálidos,
dos projetos risíveis,
indizíveis.
Vontades minhas,
gastronômicas,
da padaria da esquina.
Da Liberdade.
De andar por ruas
e pelas vinhetas sonoras, daí...
Bobagens que recolherei,
logo,
logo,
abraçando vocês.
Antes de agosto findar.
A gosto meu estarei
por aí.
Só falta um pouco de vento.
.
E para aqueles que não sabem um dos grandes segredos da vida. Eis que vou lhe contar: O segredo da vida não está no dinheiro, no tempo, nas conquistas ou prazeres. O segredo está sempre na emoção. É através dela que sentimos a intensidade e o valor de todas as coisas. É com ela que o tempo vira eterno por um tempo, as conquistas arrepiam, o dinheiro nos faz bem e os prazeres são mais ou menos lembrados. Sem emoção não há prazer, nem na razão.
E
"Deu pra ti, Baixo astral, Vou pra Porto Alegre, Tchau!"
E no girar dos ponteiros vou contando e calculando as horas, compondo poesia e fazendo música...
... E no compasso do metrônomo, meu coração descompassa, saindo do ritmo e fazendo samba.
Samba de um só coração em desmazelo, sem coordenação; esperando encontrar a batida do seu, para poder lhe acompanhar num ritmo só.
Chucalho, reco-reco, cuíca e tamborim, assim será minha vida a partir do instante que minha colombina aparecer.
Agosto: ventos sibilam em rodopios.
Vou falar pro Miroldo trocar
o caiaque dele
por uma prancha de windsurf.
Vou cerrar meus olhos
como se faz com a porta de um empório.
Levantei com as galinhas,
hoje.
Agora o quilo me pesará mais.
Vou aonde a razão desconstruiu tudo que a emoção reluta em dizer que as escolhas não tem sentido, mas os caminhos têm que seguir rumo ao seus objetivos, reconstruindo o nosso próprio destino.
Vou fugir para um lugar ,
Onde posso ter tranquilidade e paz.
Onde ficar sozinha é prioridade .
Espero que na minha ausência,
Você!,que é tão acostumado a falar comigo,
Sinta minha falta.
E assim retornarei dos meus sonhos,
E voltarei para a realidade
É uma saudade que não tem como explicar. Voltei no final do ano passado e vou terminar este ano sem pisar nesse lugar que eu amo tanto. É tão estranha essa ligação que eu tenho com Milão, desde a primeira vez que pisei lá. Parece que é a minha segunda casa, pq é exatamente assim que me sinto, em casa. Quando olho uma foto, eu consigo sentir a temperatura... Nossa, quanta vontade de ‘estalar os dedos’ e ficar por lá uns dias desse finalzinho de ano. É uma pena que de novembro a fevereiro não valha a pena estar por lá, pela baixíssima temperatura. Mas a saudade que eu to, chega a doer. Saudade dos amigos que moram ali, das boas risadas que só a cia da minha amiga Consy me proporciona – já to rindo alto aqui. Saudade do aperitivo diário, do brunch aos domingos, das ruas estreitas, e tbm das ruas mais largas e lindas que já vi. Saudade de acordar, sair pra almoçar e só voltar bem noitinha. Saudade de andar arrumada o dia todo, só Milão mesmo – rss! Saudade do meu ‘cioccolata calda’, do Armani Café (perfeito). Saudade dos inúmeros aperitivos no Frank (quer morar onde agora, Consy?) Kkkkk. Saudade dos mais belos restaurantes que já entrei. Saudade das idas e vindas até Roma, quando a viagem de trem era sempre a melhor parte (rss). Saudade das músicas altas que ouvíamos dentro do carro. Saudade até de ficar horas procurando vaga pra estacionar o carro, num baita frio da madrugada (rsss). Saudade dos vizinhos exigindo que separe o lixo e vigiando se separou mesmo (rsss). Saudade da academia, da sauna, da bike, do patins. Quanta saudade da facilidade em conhecer outros países da Europa, quando se está lá. Saudade do frio que gela o rosto e congela as mãos. Saudade da TIM que funciona que é uma beleza lá, por uma ninharia (rsss). Saudade de ter o que fazer até nos dias mais chuvosos. Só Deus mesmo pra nos proporcionar pessoas, coisas e lugares tão incríveis. Saudade... Quanta saudade... Saudade que fala! ;)
Vou te falar, que esse mundinho capitalista em que a gente vive tem me cansado dia após dia. Não estranhe se, de repente, eu largar tudo e resolver fazer trabalho voluntário a África! ;)
Não vou caçar um vagalume se quer...
Vou te fazer sorrir mostrando apenas minha alegria e indicando o céu azul que Deus nos deu.
Amar a tudo e todos é um dever de quem tem sensibilidade e paz no coração
