Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eis aí o meu servo
A quem eu amparo por todo caminho
Sobre Ele eu faço repousar meu braço
Todo o meu carinho.
eu ouço as musicas certas ,eu conheço as horas , no meu oceano a calma domina , as minhas terras falam por si , nao respiro , nao preciso , sempre sei o que fazer , sempre sou quem eu devo ser , uma borboleta em mar aberto, uma baleia no deserto , a raiva me deixa faminta , mas nao a sinto a seculos, nao existe inverno , a lua se foi , ja nao fica escuro, mas o sol nao queima , e eu nao reclamo , e assim eu vou morrendo , sempre só ;como eu sempre quiz , é exatamente tudo que eu pedi , pra na certeza do meu caminho seguir .
Quem sou eu ?
- A resposta errada.
Eu quero sentir o seu cheiro no meu travesseiro, eu quero ficar juntinho de você nas noites frias, eu quero te beijar a todo momento…
Talvez só seja permitido uma tal quantidade de choro por homens... Acho q eu já usei todo meu pacote. Terei q usar os sorrisos agora!
Se eu quisesse um cara que não me ligasse, não me escutasse e não pensasse em mim, você seria o meu ideal.
Talvez meu vazio não possa ser simplesmente preenchido com música boa e alguns livros. Talvez eu precise de algo mais forte.
Assim como o tempo avança, quem sou eu e quem e meu amigo desaparece, assim como eles mudam!
tal como as nuvéns que andam pelo céu.
FAZ TEMPO
Tanto tempo faz,
Tempo já demais
E este tempo jaz
No meu coração.
Tempo que eu nem conto,
E este contraponto,
Dado em minha vida,
Sem mostrar saídas,
Tempo que me assusto
Dava tanto assunto,
E eu nem sei ligar,
Uma coisa a outra.
Se a vida é autora,
Desse meu penar,
Se a vida tem
A ver com esse desfecho,
O preço é muito mais,
Do que avalio e penso,
O tempo não se ausenta,
E eu larguei de contar.
Contar as desventuras,
Minhas amarguras,
Vou te suportar.
A noite tornou-se minha cúmplice e a lua minha amante, como criança, eu a observo da janela do meu quarto esperando o seu olhar insinuante, transpor-me, como presente..
Eu canto com o meu coração, não preciso de razão, não precisa entender. eu canto para não ficar inerte, pra curar a minha alma, pra chegar até você.
Verdade seja dita, eu tentei o meu melhor. Mas em algum lugar ao longo do caminho, eu peguei em tudo o que havia para oferecer, e o custo foi muito mais do que eu poderia suportar. Embora eu tenha tentado, eu caí ... Tenho descido tão baixo. Todos nós começamos com boas intenções, o amor era cru e jovem, nós acreditávamos que poderíamos mudar a nós mesmos.
O passado pode ser desfeito, mas nós carregamos em nossas costas o fardo, o tempo sempre revela a luz solitária da manhã. As feridas que não cicatrizam, é o gosto amargo de perder tudo que eu guardei tão bem. Enquanto eu estiver assim, nessa interminável agonia, esperando notícias que nunca chegam, vou deixar passar várias possibilidades interessantes ao meu redor. Claro, ninguém se compara a quem eu aguardo, mas quem eu aguardo não está disponível no momento. Poderá, inclusive, nunca estar, apesar de tudo o que já falei.
RECOMEÇO ( PARTE I )
"E se eu dissesse que não há estrelas somente no céu? Eu vejo uma bem aqui do meu lado e ela brilha como nenhuma outra. Ela disse que tudo vai ficar bem e vai me proteger sempre. Ela também disse que nunca vai desistir de mim e que quando eu errar, estará ainda do meu lado, me ensinando e me fazendo entender certas coisas que hoje podem ser meus problemas, amanhã posso achar a solução. Mãe. Essa é a minha grande estrela. Se você não tem mais como vê-la, você tem como senti-la… Sabe por que? Porque mesmo as estrelas estando distante de nós, elas ainda existem. Longe, perto, tanto faz… O importante é que estão aqui."
Insistem em me mostra que não basta saber, é preciso provar meu conhecimento. Idiotice, eu sei do que sei.
Meu mundinho imperfeito
Que coisa é essa que me sufoca, que me deixa a beira da insanidade. Eu não posso ficar mais sozinho que a loucura bate a minha porta, a noite é a minha tortura, minha agonia.
Não sei mais o que é esta em paz eu não consigo me sentir livre, me sinto preso ao vazio que eu mesmo criei.
E o mundinho imperfeito que à muito criei para me proteger foi invadido e não me defende mais.
Dentro dele agora existe outro alguém que nem se quer conhece ainda e não consigo encontrar. E por onde eu passo não escuto meus gritos, não sinto minhas lagrimas, meu caminho parece um cemitério macabro que por onde eu passo só vejo flores mortas ao chão.
Meu mundinho imperfeito caiu por terra e hoje se transformou no meu inferno particular.
(09/12/09)
Muitas coisas mudaram, nada mudou. O meu eu atual, assim como o eu de tempos atrás, esquiva-se de comparações e branda a todos os presentes, mesmo sem o uso de palavras, que evoluiu, que cresceu, que amadureceu.Uma meia-dúzia de alterações superficiais e essa fina e delicada carcaça de adulta que me reveste não são o bastante para que eu me prive de ser quem eu realmente sou. Eu sou aquela por detrás da carcaça, é fina, é leve, mas é pesada o suficiente para que às vezes eu me veja na obrigação de deixá-la de lado para respirar um pouco de ar puro. E há 8, 9, 10 anos atrás, tudo era exatamente igual. Mudou apenas o cenário, a circunstância e a intensidade com que eu sinto isso. Hoje sou capaz de sentir mais, e não sei até que ponto isso pode ser bom ou saudável. Eu pensava sobre as mesmas coisas, da mesma forma, com o mesmo negativismo perene que sempre andou de mãos dadas com minha alegria exfusiante que distrai a maioria.
Tudo mudou sem nada mudar, muito mudei sem nada mudar.
SEGUNDO EM FRENTE ( PARTE II )
