Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Depois dessa ventania o temporal
Fez da nossa vida
Um mundo desigual
Qual é a tua?
O teu segredo?
Me diz como eu vou decifrar
E a verdade é absurda no plural
Mas pra mim, honestamente, isso é normal
Na minha onda, teu oceano
Me ensina como navegar
Eu amo mais você
Do que eu
À tardinha
As coisas mudam sem parar
E a gente fala muito por falar
Mas de repente, a gente sente
Que tudo sobrou num olhar
Penso infinitamente sem parar
A verdade é transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz como não te amar
Esses dois dias que,
Eu tô conversando com amarelo,
Nossa parece uma amiga,
Tem ciúmes dela,
Se você tiver compromisso,
Eu também quero conhecer Maceió,
Mas parece que ela tá morando entende?
Talvez você se pergunte
O que tanto ele escreve?
Então eu lhe respondo
Com uma rima bem breve
Sabe por que eu escrevo?
Porque não há outra saída
Sabe por que eu escrevo?
Para minar com a solidão
Sabe por que eu escrevo?
Para afastar esta escuridão
Sabe o que eu escrevo?
A história da minha vida
Sabe para quem eu escrevo?
Para você
Para gargalhar e debochar desta poesia
Toda poesia pode ser resumida
com um simples 'eu te amo'.
Assim, Deus faz com que
todos os homens sejam poetas.
Lá estava eu, exato, real, pleno, fugitivo da mim, cheio de você
Eu olhava, com os teus olhos gratos, quando desviei o olhar, e dirigi ao céu, percebi umas nuvens carregadas de chuva que
Começavam a tremer, pressagiando tempestades,
tal como os meus olhos e o meu coração.
como amar alguém que não existe?
como odia-lá ?
mas principalmente como saber que você esta vivo ou pelo menos já viveu?
como você sabe que eu existo?
Nada à fazer.
Em silêncio como um grito à um surdo,
Recebestes as palavras guardadas,
E como um estado vegetal e mudo,
Chorastes e sofreste por sua amada.
Flores e velas.
Eu quero a luz no fim do túnel,
Que me encaminhe ao destino certo,
Ao invés de um amor que se faz fútil,
Onde me mostra um mundo incerto.
Eu exijo minha cama arrumada,
Enfeitada de rosa Champanhe e cravo vermelho,
Velas que iluminem o ambiente,
Clareando minha noite, não quero o medo.
Quero o sorriso debaixo da máscara,
E o aperto no coração ferido,
Abraços e sentimentos verdadeiros,
Lágrimas no rosto de quem eu nem sabia, mas era um amigo.
Quero levar a lembrança de coisas boas,
E esquecer a dor da perda,
Deixar que o sorriso renasça,
E a esperança novamente floresça.
Quero o sorriso que admiro,
E a decisão que dá esperança,
No coração amado e ferido,
No soluço e na pureza da criança.
Quero que tudo agora se encaixe,
E que a lembrança seja a melhor possível,
Para saber que valeu a pena,
E que o amor foi realmente vivido.
Espero que se lembrem do homem,
Que pensou um dia ser anjo,
E falava dia a dia com Deus,
Pedindo paz e saúde aos que amam.
Dizem que a dor da partida é sentida,
Acho que sim, pois sinto coisas estranhas,
Mas mesmo assim tão vazio e tristonho,
Acredito, valeu a pena.
EU AMO O SILENCIO E ELES NÃO COMPREENDEM ISSO
CURIOSO A REAÇÃO DELES, QUANDO FICO EM SILENCIO
PARECE ATÉ QUE ESTOU OS INSULTANDO E ELES NECESSITAM RESPONDER, ME ATINGINDO COM SUAS VANTAGENS.
Não me solta, porque eu me rendo....
Me rendo aos teu beijos,
Teus braços,
Tua boca.
E eu aqui estou,
Toda pra você.
Do que você escreve?
Do que eu vivo!
Do que eu sinto!
Do que eu faço!
Do que eu amo!
Se tiver eu...
Também é meu!
Tem eu?
Tem você?
