Eu Vou mais eu Volto meu Amor
um dia me disseram que o mundo da voltas e que o amor de hoje acaba amanha cinco reais no bolso pra comprar uma rosa e eu vou te conquistar todas as manhas
Amor
O amor é o maior tema
Para os poetas de toda Terra
Sim , seu incomparável efeito sobre nós mesmos
Intriga os pensadores e todos que tentam entender
Não há algo mais falado do que o amor
Em vários versos ou estrofes
A inspiração e motivação
Tudo isso e mais um pouco
Ah! O amor é belo
Ainda mais se sincero
Ainda mais encantador sem barreiras
E confortante se recíproco
Questionamos seu início
Muitas vezes repentino ou tardio
Só queremos saber se é verdade
Aquele sentimento que sentimos
Mas o amor é inexplicável as vezes
Pelo menos quando é irracionalmente visto
Mas quando podemos entende-lo
Fica até mais fácil de senti-lo
Poesia sua nudez,
alma se dispersa,
nítida voz que clama por seu amor.
diante a verdade que esconde
por amar morrerá,
numa vontade que vaga tão longe
se delicia todos momentos que vivemos.
diante a inquisição de outros tempos
deixamos de viver...
por amar demais deixei a vida ser vivida,
estranhamente tempo paro quando senti que
seria a ultima vez que amei seria parte da imensidão...
mesmo que escuridão tome conta de tudo ainda terei sua lembrança.
O amor é como as flores se tu as regastes
constantemente, de um semente irá nascer uma linda flor, mas se deixas-te de regar ela murcha e morre.
Ó anjo imaterial!
o sólido é corruptível,
o verso é desencarnado!
a consistência do amor,
não é a textura da pele,
nenhuma substância converte,
anímico em animação!
é o opaco,
que de fato,
é concreto,
é muito além do métrico,
a estética do inverso,
do que me desfigura,
e só a ti prefigura,
esse meu insólito...tocar.
Eis o vibrato atroz dos artigos possessivos!
o ríspido silêncio é o artigo" indefinido"
da alma craseada,
crivada de vírgulas e grifos!
E os intervalos retinem o vício,
do inexpressivo!
o vício do intangível,
o intocado é a canção do alusivo,
na diatônica da escala figurativa,
o amor oscila,
como o intervalo harmônico de uma muda sinfonia!
cifras não decifram,
os desarrazoados borrões,
de paixões instáveis!
por mais voláteis,
ou inviáveis,
toda volúpia,
é volata abrupta,
da possessão!
e os agudos,
são aguilhoadas,
cravejam em disparada,
o desespero da nota,
que tenta percorrer a aorta,
do coração!
Se o vibrato do arco,
transpassa o adágio,
tanto mais a afonia,
dos caracteres inflados,
do vácuo,
do incorporado!
a clarividência se desprende da lógica,
o corpo é ilusão de ótica!
só segue a carótida,
da obstinação!
O artesão vê no gesso,
não o frio relevo,
mas o flexível sentimento,
que modela a sua visão!
A textura não é tradutora,
é a intermediadora,
entre tocar e sentir!
Escrita é fêmea,
tem estilete,florete e gineceu!
nos braços de Morfeu,
é ninfa carmim,
em anáguas de cetim,
parece sangrar em papel almaço,
todo o estigma de seu ouriçado...subtender,
ou será submeter?
Falar de amor todo mundo fala, fazer amor todo mundo faz.
Agora sentir e demonstrar verdadeiramente, ah meu bem, esse dom é pra poucos
Acredito no amor
Na lâmina da vida
Na beleza dos rolê
Na luz, na luz, na poesia
No bem sem ver a quem
Na vereda louca da esquina
E ainda que nem sempre dos homens
Na justiça
Na beleza das cores
Na liberdade das crenças
A alma desconhece as diferenças
"Quando penso celebro a vida e uma paixão desmedida pelo amor a filosofia.Quando vejo a falta de amor,percebo que a educação se tornou deste mundo utopia.Mas quando olho uma criança, me faz ter esperança em um mundo com mais alegria"
(Rodrigo Juquinha).
" No final, o que resta é uma coleção de cicatrizes. As que você ganhou lutando por amor, são as únicas que não trarão arrependimento."
O amor e bom pra quem saber cuidar cultivá, o amor e igual uma planta se voce cuidar amar e dar seu carinho ela vive e ficar linda, mais se você planta e não cuida e nem dar amor e carinho ela morre cada dia mais.
Moça toma uma dose de amor próprio
Psicólogo não resolve nada não,
Calmante não apaga a memória,
Calmante não tira ninguém do seu coração
A dor vai e vem
Mas seu próprio amor meu bem
É a cura.
Apagar da chama...
Não conheci amor outro, senão o seu
Mas, como disse o poeta, em sua inspiração
Em vívida experiência, ao amor verdadeiro
"Mas que seja infinito enquanto dure"
E se viver for sentir, em mágicos minutos
O arrepio na alma que silente se inquieta
Desde a alvorada até o dito consumar
De seu corpo a trazer-te ao meu amar
Infindos momentos, antecederão o encontro
Meu coração cativo, a perder o freio das batidas
E no entrelaço do abraço, ditarás a sentença ávida
Que seu ardor feneceu, saberei: valeste minha vida
