Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Não sou um cavalo,mas meu coração galopa de alma em alma sem rédeas e nem cela pra que alguém monte em mim e me use como transporte de dependência emocional.
Revelação
Você estava ao meu lado,
Mas mesmo assim se sentia vazia,
Em seu coração, não me tinha fixado,
Dando-me esta carta de alforria.
Esteve presente, mas ausente,
Esteve carente? É bom que não tente,
E se não formos ao menos coerente,
Com os motivos da nossa mente.
Morreremos sem sentido,
Se sentindo oprimido,
Se culpando por ter mentido,
E perdendo aquele ombro amigo.
O ontem ficou na lembrança,
O hoje se constrói o futuro,
Sonhando sempre como uma criança,
Sem ter medo de transpôr o muro.
Revelado o que estava oculto,
Decisões de caminhar sozinho,
Separando sem aquele tumulto ,
Cada um com a razão em seu ninho.
Lourival Alves
"Toca meu cabelo como quem
tira um véu.
Marca minha carne como se
fosse brasa.
Sou excesso naquilo que me transborda, e você, meu amor,
é a gota que falta para iniciar a enchente.
Tenho lábios que anseiam beijar estrelas,
sua boca é minha constelação favorita.
É nesse céu da boca que preciso viajar."
diga-me, o que te resta além de suas palavras que ao sair
Perfuram e atravessão meu peito como plechas
Sentimento infernal medo tristeza e incerteza
Medo de te perder
Tristeza por não poder te ter aqui
Incerteza ao saber se sou o suficiente para te fazer feliz.
DORME MEU MENINO JESUS
Dorme meu menino Jesus
Um sono descansado
Que nós só queremos agradecer-Te
Pela vida que nos deste
Por cada amanhecer
Por cada anoitecer
Pelo alimento de cada dia
Pelo sol que nos aquece
Pela água que nos purifica
Pelo ar que respiramos
Pela família que nos completa
Pelos sonhos que nos fazem voar
Por termos a oportunidade de amar
Pelos novos desafios que vamos tendo
Por nos dares filhos para amar
Pela misericórdia que sentes por nós
Obrigado meu lindo menino Jesus
Dorme meu belo anjo da minha alma.
Não posso chorar meu Deus , pois aos olhos do mundo é sinal claro de fraqueza mas estou cheio de representar e estou cansado da luta então farei assim , irei repousar meu corpo cansado e trazer um pouco de paz nesse momento de guerra e me refazer , e sim irei chorar vou gritar vou sair por ai , e quando estiver pronto voltar para o inevitável que é o fronte da guerra , pois não me interprete mal o que sinto não é autopiedade , só aprendi que sou humano e ser forte o tempo todo e para os mentirosos que querem apenas provar algo para mundo , e mentirosos pois sei que sozinhos em casa choram e gritam e se sentem só.
A foto
A foto no canto do meu quarto
La esta ela desbotada
Meio amassada e um pouco rasgada.
A foto vista mais de 1001 vezes
Mais uma vez lá estava.
A foto que mostrava um dos mais belos
Sentimentos, o amor.
La estava no canto do quarto
Amassada meio rasgada e um tanto desbotada
Não mais mostra nada, nada mais que desprezo,
Por alguém que tinha tanto zelo
Pela amada que naquela foto estava
Que agora só há um sentimento
O desprezo, naquela foto amassada.
Fui até o espaço com um beijo teu
Pra você abri meu coração
E você entrou, e você entrou...
Em meus braços você amanheceu
Depois seguiu sua direção
E nunca mais voltou, nunca mais voltou...
A exaustão que assola meu brilho âmbar;
Um tanto ofuscante. Nada que me impeça de brilhar.
Meus sentimentos divergindo do caos, mas apartados da luz.
Deixo o meu fantasma se apagar. Não é fácil. Meu coração caminha ao reflexo de uma atraente luz.
A luz cintila.
Eu cintilo de volta.
Aprendi de uma forma muito trágica a viver intensamente , como se fosse meu último dia de vida. Aprendi a dar sempre o meu melhor em tudo que faço, pois posso não ter tempo de voltar e fazer reparos. Aprendi aproveitar cada momento com a família e amigos, posso não ter oportunidade de encontrá-los. Aprendi a aproveitar cada oportunidade, posso não ter outra chance. Aprendi a viver o hoje, o agora, pode não existir o amanhã.
Você guarda o meu cachecol daquela primeira semana
Porque te lembra de inocência, e tem o meu cheiro
Você não consegue se livrar dele
Porque você se lembra disso tudo muito bem
Já sabes que a ti pertenço...
Desde meu primeiro adoentado suspiro,
Até meu derradeiro, imerso no imprevisível.
Por vezes devo me esgueirar pela porta da reguarda,
Mas na ida do sol e vinda das estrelas,
Com meu coração fragmentado e a morte à sua silhueta,
Cruzarei outra vez o imponente portão de sua residência,
Onde ao mal não é tolerado a prevalência ou espreita.
