Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Quando não estou
perto de ti:
gostaria que tu
pudesses
sentir o meu
apertado abraço,
aquele que eu te dou,
quando fecho
os meus olhos.
Tema Para Téia
(Clovis Ribeiro)
Seja meu sol
Meu céu
Meu farol
Minha amada.
Venha brincar de viver
Um conto de fadas.
Téia desejo tê-la
Na minha tela
Coisa mais bela
Uma aquarela
No meu coração.
Dedicada à HB
O que preciso, não tenho.
O que tenho não vale.
Pode não ser meu, pode não ser nada.
O não saber me perturba.
De mim, o que resta?
Meu orgulho é meu pior inimigo. A distância, intocável. Então, os planos perdem o propósito frente ao receio do infinito.
Propagam-se motivos para não ir. Já chega de dúvidas. Eu repudio essa situação.
Te quero tanto quanto na semana passada.
Presa à saudade. Aturdida, a versejar verborragias. A olhar as horas se espreguiçando. Ainda é dia e pra mim não faz a menor diferença.
Reclassifico os poemas. Aos poucos estou voltando a ser quem era. Impossível. Bem-vindo, meu novo eu.
Você em mim, respirando minhas filosofias existencialistas, subjetivamente paradoxais, minhas histórias sem fim. Diga-me que é inútil cercar-me de pretextos para estar só.
Quem não respeita meu passado, não pode dizer que me ama. Quem não aceita minhas imperfeições não pode afirmar que me conhece.
"meu poema"
Quando a saudade chegar...
Quando sentir sua dor...
Lembre-se que estarei...
Sentindo o mesmo.
Quando pensar em mim...
Num momento de solidão...
Lembre-se de que de você...
Não esqueço um segundo.
Quando sentir frio...
Ou medo da tempestade...
Lembre-se de que você...
E minha unica segurança...
Mesmo estando distante.
Quando olhar triste para o mar...
Que reflete o sol...
A se esconder no horizonte.
Lembre-se de que você...
É minha unica lembrança.
Quando sentir falta...
Dos meus carinhos...
Quando sentir falta...
Do meu abraço...
Quando precisar do...
Meu amor...
Lembre-se de que preciso de você...
Lembre-se de que TE AMO.
grito
O ócio desagrada
O tédio se agrava
A mente já não grava
Meu tempo é grave
É nó de gravata apertado
É graveto encravado
Nem frase, nem prosa
Nem rosa, nem cravo
Tão só gravidade
Meu tempo é grave.
Estou em cima do telhado telhado sentindo o calor dos ventos que correm cada parte exposta do meu corpo, tentando esquecer que em breve isso será apagado acabado e se tornara vago, e ainda assim quando sentir saudade vou tentar me consolar com as poucas horas de sono que me restam a cada fim de noite e reclamar de acordar cedo a cada inicio de dia. Bluee!
Minhas magoas
Meu coração
cheio de magoas agora esta como águas negras
que contem minha dor.
E meu coração
que antes contia toda
aquela paixão
sente dor.
Não vou me apaixonar
novamente e não
vou virar noites
acordadas
na dor que você
me fêz sofrer e quase morrer.
Deixando meu recado...
Discorrer a respeito da água, como fonte de vida, dentro do viés de sustentabilidade pode ser, por vezes, piegas demais, tendo em vista a indiscutível relevância dela para a vida na Terra. Entre todos os recursos naturais, a água é de absoluta importância para a sobrevivência. Sem ela, a raça humana desapareceria, os animais irracionais e toda a natureza se transformariam em chão seco e empoeirado e o mundo não seria mais um lugar para se viver. Nesse sentido, portanto, faz-se necessário a água afim nutrir e suprir as necessidades diárias dos seres vivos.
No entanto, embora se tenha conhecimento da considerável importância deste recurso natural para a sociedade, seu uso ainda é indiscriminado e irresponsável.
No Brasil, por exemplo, as estatísticas comprovam.
Cerca de 70% da água utilizada em território brasileiro é desperdiçada. O país detém 13% das reservas de água doce do Planeta, que são de apenas 3%. Esta visão de abundância, aliada à grande dimensão continental do território tropical, favoreceu o desenvolvimento de uma consciência de “inesgotabilidade”, isto é, um consumo distante dos princípios de sustentabilidade e sem preocupação com a escassez.
“Consumo Sustentável quer dizer saber usar os recursos naturais para satisfazer as nossas necessidades, sem comprometer as necessidades e aspirações das gerações futuras.”
Reutilizar, na medida do possível é, portanto, um termo que está perfeitamente adequado ao conceito de consumo sustentável. Reutilizar a água, inclusive, não é um hábito novo, existem relatos de sua prática na Grécia Antiga, com a disposição de esgotos e sua utilização na irrigação.
Reutilizar para não carecer, não carecer para não prejudicar futuramente. Essa é a meta.
Consciência ambiental não se trata de um ponto individual apenas, e sim, sobretudo, de algo coletivo.
As ações de cada indivíduo somadas a dos demais refletirão no mundo de amanhã. Ter noção de que o meio ambiente é formado, dentro de uma visão simplificada, pelo solo, água e ar e que esses meios interagem sinergicamente entre si, é um pontapé para uma discussão mais séria e comprometedora com a realidade ambiental.
Atentar-se para o tripé “reduzir, reciclar e reutilizar” não é falácia ou demagogia, pelo contrário, é característica de um cidadão consciente que se preocupa com o meio em que vive e com o futuro que o aguarda.
MECÂNICOS DA VIDA
Quando sinto que algo está errado no meu carro, levo-o na oficina e no caminho vou decorando a história, narrando pra mim mesmo as falhas e barulhos que ele anda fazendo. Na minha cabeça sempre acho que o mecânico vai sacar na hora qual o defeito, até mesmo porque ele deve estar habituado a resolver vários problemas automotivos né. Vou dirigindo e falando sozinho, fazendo a sonoplastia dos barulhos e grilos que ouço. Uma garota do carro ao lado riu e deve estar achando que sou doido. Também dou risada e lembro que várias vezes, por mais que eu me esforce nos sons, o mecânico sempre me olha com cara estranha e não entende lhufas; minha esperança de não ficar a pé vai por água abaixo e sempre ouço: "Tem que deixar o carro pra dar uma olhada". Quando a oficina é boa, está sempre lotada.
Quando estou sentindo algo estranho no meu corpo, procuro um especialista no google ou na lista do convênio, mas já sei que se o médico for bom, a secretária vai dizer que só tem horário para aproximadamente daqui um mês. Me dá vontade de responder: “Daqui a um mês, ou eu já me curei sozinho ou já morri né”. O pior é que, se a a consulta for com um Clínico Geral, depois vou ter que marcar com um especialista, e não vou escapar da mesma narrativa.
No caso de uma urgência, dependemos da sorte desde a chegada à emergência. Já fiquei horas esperando na sala e enquanto aguardava, decorava os sintomas pra falar ao médico: Dor de garganta, uma fisgada ali, minha cabeça dói aqui, falta de ar e etc., com a esperança que ele faça todos os exames necessários pra achar o que está errado, mas quando sou atendido, a consulta não leva mais do que 5 minutos. Toma isso, aquilo outro e se não melhorar em 3 dias, retorna aqui.
Já me aconteceu várias vezes do mecânico liberar meu carro, dizendo que estava consertado e ele voltar no guincho pra oficina...
Já ouvi várias histórias de pessoas que foram liberadas do hospital e nunca mais voltaram.
