Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu quero você por toda minha vida...
Às vezes acho que estou sem chão,
Por isso persiste em mim a solidão
Onde permaneço sem viver
Sonhando em te encontrar,
E lamentando por te perder
Penso num jeito pra essa agonia acabar
Para enfim a solidão me deixar
E com tudo aliviar a minha alma
Que esta temporariamente sem calma
Nesta vida tristonha,
Os meus desejos me assombram
E os meus olhos não te encontram
Minha busca é grande e infinita
Mas, de uma coisa tenho certeza
Eu quero você por toda minha vida.
(Autores: Edvan Pereira "O Poeta" e Natália Alves)
Ainda não te esqueci...
Se eu pudesse voltava
No tempo e não deixava
Você partir,
Ainda não te esqueci.
E quando vou dormir,
Ai que cai a ficha
Que você não está aqui.
Quando eu te vejo na rua
O meu corpo começa a tremer,
O meu coração não me obedece
Ninguém percebe, mas ele
Só clama por você!
Se ainda pensa em mim
Ou sente minha falta
Deixa o orgulho de lado e volta
Você sabe onde onde me encontrar
É só bater na minha porta!
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
É verdade, eu não minto...
O tempo passou, o mundo girou e
Novamente a gente se encontrou.
E aquele amor antigo que parecia
Esquecido naquele momento Surgiu mais fortalecido
Trazendo um legado de ser Compreendido que o amor quando é verdadeiro, nunca é esquecido!
Vamos viver mais, vamos viver em paz.
Focar no presente e no futuro.
Eu prometo ficar ao teu lado,
Até que a morte nos separe eu juro!
Antigamente não falava de amor pra você
E por muitos anos te fiz sofrer.
Hoje o que eu sinto é imenso
Como infinito pode acreditar
É verdade eu não minto!
Quando você me olha é assim,
Eu fico louco pra colar no teu corpo.
É tanto desejo, é tanto amor
Que ao seu lado,
Eu me sinto um bobo apaixonado!
No amor existe marcas que ficam
Pra eternidade e as marcas que Você deixou em mim
Me deixou com saudade!
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Sou um idiota...
Fui feliz porque te conheci,
Mas hoje eu um idiota
Porque eu te perdi
E essa imensa dor
É impossível de medir.
Edvan Pereira "O Poeta"
Rajada de sentimentos...
Me iludir todo esse tempo
Quer saber a verdade
Você tinha razão.
Eu tentei te esquecer,
Mas falhei nessa missão.
Eu sou um fraco, um sem noção
E uma caixa de rivotril
Não vai dá conta não.
Dessa rajada de sentimentos
Que invadiu o meu coração.
Edvan Pereira "O Poeta"
Tudo o que eu penso...
Bobagens eu ouço de muitos,
Sabedoria eu ouço e absorvo de poucos.
Você não sabe o que eu sinto,
Nem o que penso
Por isso tudo o que você diz de errado,
Eu dispenso. O tempo passa,
você não percebe e não ver
Que tudo de ruim que você
Planta um dia cresce
E consequentemente só destrói você!
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Essa mulher...
Essa é a mulher
Que eu gosto de ver,
Que eu amo muito e
Tiver o prazer em conhecer.
É uma uma boa menina
E me encanta e me facina!
Edvan Pereira "O Poeta"
Poesia dedicada a: Juçara Conceição
O ódio nunca vai vingar...
A gente pode até brigar,
Mas eu não consigo
Ficar brigado com você
E nem te odiar.
A raiva passa muito
Rápido e eu nem sei
Como explicar!
Enquanto houver amor,
Esse sentimento ruim
No meu coração
Nunca vai vingar.
Poema dedicado a: Juçara Conceição
Edvan Pereira "O Poeta"
Quando eu estava no auge da juventude, achava que tinha o mundo na palma da mão, que o mundo estava aos meus pés, que poderia estender a mão e tocar o céu. Pensava que estava com a bola toda, que tinha o controle. Me achava o máximo.
Com o passar do tempo, percebo que o mundo não cabe na palma da minha mão, que é muito grande para que os meus pés possa alcançá-lo, minha mão não pode tocar o céu, a bola já não está mais comigo. Não tenho o controle. Sou pequeno. Percebo que sou apenas como um grão de areia na praia, na imensidão da vida.
Agora vejo que Deus sim é grande, tem o mundo na palma da mão. O mundo é o descanso dos seus pés. Ele sim toca o céu. Ele tem o controle. Deus é o máximo e eu sou totalmente dependente Dele.
Dia de chuva
Para refrescar as manhas ensolaradas eu me lembro,
Final da primavera, época de flores e perfume.
Nada nelhor que a chuva fina de Dezembro,
Acompanho com um café, como de costume.
"Eu não sou só eu."
Sou Van Gogh quando sinto demais.
Sou Chopin quando me calo e deixo a alma tocar.
Sou Monet quando vejo beleza no que passa rápido.
Sou Munch quando a angústia grita.
Sou Leonardo quando preciso entender o detalhe de tudo.
Sou Beethoven quando transformo dor em força.
Sou Vivaldi quando a vida muda — e eu mudo com ela.
Sou Mozart quando, por um instante, tudo parece leve.
Não me explico só com palavras.
Me explico com cor, som, silêncio e intensidade.
E mesmo quando pareço sozinha,
eu carrego todos eles em mim.
Para aqueles que adoram viver de passado, principalmente sendo o inquisidor da língua portuguesa eu digo:"respeite a língua padrão em seus documentos, em sua história... mas não repreenda a língua...ela é um rio... que quando impedido de cursar seu leito, faz morrer tudo que está a sua volta.... o mundo não para de girar, por que a língua teria que parar de se transformar???" Pense nisso... nada é tão pobre como o julgamento... nada é tão "démodé" quanto ao conservadorismo... aceite... tudo muda... não sofra... pois não será por você que o rio deixará de seguir o seu destino...
Não se ofenda com o que eu digo, nem com o que eu penso... pois o primeiro é incompleto e o segundo é livre de qualquer julgamento...
Parece irônico dizer para não olhar para o passado... sendo que é lá no passado que eu estou arrumando forças para torna-lo imortal... é complicado não lembrar do conjunto de memórias que te fazem bem e ao mesmo tempo mal... mas deste tirar o melhor para fazer reviver no presente o que foi no passado algo tão vivo... como é irônico dizer que não penso no conjunto da sua trajetória de vida... a cada linha que eu escrevo sofregamente a tua história... a tua alegria...a tua persistência... a tua luta... o amor, meus caros, é latente... sei que ainda não cheguei ao ponto... não sei escrever sem o afetivo... não sou de fato uma teórica, como desejaria ser... não sei escrever sem a empolgação... sem paixão... sem entrega... mas prometo tentar ser imparcial... ser profissional... e devolver a vocês paranaenses... uma pequena, mas significativa identidade cultural... assim espero e assim será!
Estrela Solitária
Cá estou eu
Como estrela solitária
entre nuvens e batel
navegando sozinha
pelos céus
içando minha velas
pelo ar
seguindo viagem a sonhar
cadê você... doce luar
para a minha vida alumiar
Karin Raphaella
"Revolta-me fazer o jogo dos indiferentes
Eu tenho é sangue quente
Enoja-me ver atitudes prudentes
Quando a vontade é arreganhar os dentes
Irrita-me esse controle doentio
De gente completamente imbecil
Só o que me conforma é que na arte
Tudo faz parte
Tudo é embuste
Tudo é verdade
Fala-se tudo o que se finge
E finge-se tudo o que se fala...
"Escrevi no sangue de minhas veias as minhas ilusões, para que um dia eu pudesse lembrar como é ingênua a arte de amar!"
