Eu Vejo
DA JANELA DO MEU QUARTO
Da janela do meu quarto
Eu vejo um horizonte infinito
Encadeio-me com um brilho bonito
Algo sobrenatural
Como nunca vi igual
Um fenômeno jamais descrito
Da janela do meu quarto
Uma luz ilumina minha sala
Uma beleza infinita e rara
Uma positividade ao amanhecer
Que alegra e motiva o nascer
De mais um dia a ser vivido
Da janela do meu quarto
O dia cinza até aparece
Mas nada é maior que a minha prece
De abrir todo dia abrir a cortina
E ter aquele brilho que ilumina
Meus dias, meus sonhos e meus pensamentos
Da janela do meu quarto
Vejo o tímido sol escondido
Atrás desse lindo paraíso
Que reluz de uma forma transparente
Um fenômeno natural e diferente
Que acontece, quando reflete luz
EM TEU SORRISO!
Os Falsos Irmãos
Eu vejo muitos denunciarem e alertarem sobre os falsos profetas (Mt 7.15-20; 1º João 4.1; 2º Pd 2.1-3; 1º João 4.1), falsos pastores (Jr 23.1-4; Ez 34.1-10; João 10.1-14; 1º Tm 6.3-5; 3º João 1.9-10), falsos mestres (Lucas 11.46,52; 2º Tm 4.3; 2º Pedro 2.1-3), falsos apóstolos (2º Co 11.13; Ap 2.2), mas pouco se fala dos falsos irmãos, das falsas ovelhas e dos bodes no meu do rebanho (Ez 34.17; Zc 10.3; Mt 13.30; Mt 25.32-33; Rm 16.17-18; 1º Co 5.13; Gl 2.4; 1º Tm 4.1-2), que destroem comunidades inteiras; perseguem pastores, caluniam lideranças, matam obreiros e jogam vidas no mundo.
Em 2º Co 11.23 a 28 o Apóstolo Paulo relata as suas aflições, fadigas e perigos que sofreu por amor a Cristo e a sua igreja, mais no versículo 26, revela uma de suas grandes decepções, os falsos irmãos. Esses falsos irmãos causam confusão no meio do rebanho, fazendo fofocas, levantando suspeitas, destruído relacionamentos, fazem julgamentos precipitados, vivem bisbilhotando a vida alheia, procuram erros no culto e na liderança, fazem acusações sem fundamentos e muitos fazem rebelião contra as lideranças.
Esses falsos irmãos, até parecem desejar o melhor para comunidade de fé, mas no fundo estão atrás de seus próprios interesses. Alguns trabalham para ocupar cargos estratégicos na igreja, outros para enquadrar a liderança, e outros desejam ser bajulados. Quando não conseguem seus objetivos, inflamam o rebanho contra a liderança.
Muitos pastores se tornam reféns desses falsos irmãos, pois são ameaçados com a perda do salário, esvaziamento dos cultos, retenção de dízimos e ofertas, mudança de igreja e ameaças de reclamação as instâncias superiores da instituição e até ações na justiça secular.
Portanto, devemos estar vigilantes contra os falsos profetas, contra os falsos pastores, contra os falsos mestres, contra os falsos apóstolos, mas também contra os falsos irmãos! Satanás não poupa esforços para destruir o rebanho de Deus, orem pelas lideranças e ore também pelo rebanho, para que o Senhor nos livre de todo mal e de toda maldade.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Eu vejo muita gente deslumbrada com cargos, posições e títulos. É didático observar que, quando Saul se desviou do propósito de Deus, Deus não tomou seu cargo, sua posição e nem o seu título de rei, mas Deus tomou a unção. Devemos aprender que os cargos, as posições e os títulos são irrelevantes no Reino de Deus sem a unção de Deus. A unção é exponencialmente mais importante que os cargos, as posições ou títulos.
Eu vejo alguns líderes dizendo que estão pedindo que Deus manifeste Sua Presença nessa geração, mas então eu me pergunto:
Como Deus vai se manifestar em altares completamente bagunçados?
Nas camélias pálidas sem vida, eu vejo a vida
falida, a vidaávida por vida, a vida como ela é.
E assim nesta triste lida, vejo a flor tristonha e
morta, totalmente sem guarida, morrendodesfalecida,
quase até que desflorida,desprovida de beleza.
Murchando quase sem vida, chorosa entrestecida, querendo sobreviver, lutando para ter vida,
a pobre não quer morrer.
Eu vejo muita gente,
Todavia não conheço ninguém.
Nem a minha sombra não sei de onde vem.
Quando tento me socializar, pareço que vim do além.
Nesta minha escuridão não há nada de ingratidão.
Não há ódio nem rancor.
Não há nada, senão o meu louvor.
Quando o sol desaparece no horizonte
Da porta da frente
eu vejo o sol quando nasce
À tarde meus olhos
buscam o horizonte
que mostram o sol poente
Então vejo o sol
que desaparece lentamente
magia do amanhecer
magia do endardecer
Às vezes tudo é silêncio
Em outros sinfonia de pardais
Parece que tudo é motivo
prá louvar a natureza
borboletas e libélulas
voando num zum,zum sem fim
Momento de rara beleza
Quando o sol
no horizonte desaparece
Edite lima
Novembro/2019
Eu vejo religiosos fervorosos maltratando o mundo.
Eu vejo ateus ajudando pessoas.
O que aconteceu com o ser humano?
Através da religião eu vejo os mais variados fanátimos serem chamado da vontade de Deus, a santidade está na ação justa, isso levaremos para toda história antes e depois da morte.
QUEM SOU EU?
Eu olho e não consigo me ver,
eu vejo e não consigo me olhar,
porque o que sou não é o que mostro ser,
não é o que quero que os façam acreditar.
Eu digo o que me dizem,
sem querer entender,
o que resolvo divulgar, apenas pelo prazer
de poder impressionar.
Eu acredito no que me fazem acreditar,
mesmo sem duvidar,
pois o que importa questionar,
se o que eu quero apenas é participar?
Eu absorvo as verdades que chegam,
por meio da minha tela ocular,
pois ela é a janela do mundo,
que me faz enxergar.
Afinal, quem eu sou?
Sou o o homem digital do mundo moderno,
que se apresenta na formal idealizada,
formatada dentro uma realidade fragmentada,
onde nem mesmo eu sei quem sou.
Sinceramente
Não existe nada de moderno
Nas coisas que eu sinto, que eu vejo
e que eu digo.
Porém, eu as simplesmente digo
São estas as regras que eu sigo
E se alguém vai aceitar ou concordar
Honestamente: Nem ligo
Vou seguindo modestamente
meu rumo
Dizendo discretamente
quais são aquelas coisas
Tantas...não sei dizer quantas
Com as quais
Eu morro
Mas não me conformo
e desesperadamente
Não posso aceitar
e humildemente
não me acostumo.
Eu creio somente
Naquilo que existe
E não nas coisas que eu vejo
Simplesmente porque eu
As veja
O mal muitas vezes me corteja
E me alveja com olhos perversos
Isso acontece
Muitas vezes ao dia
E ele age lentamente
Procuro desviar-me
Faço charme
e o deixo descontente e triste
Prefiro a companhia dos anjos
E se anjos não há
Eu os invento
E creio neles
Solicito-lhes proteção
Então
Passo a sentir no coração
A divina presença
Que sempre acompanha
Aqueles que, de alguma forma
Fogem às normas estabelecidas
Por aqueles que enxergam a vida
Como um jogo
Cuja regra é
Simplesmente vencer
Ignorando
Que todos nós caminhamos
lentamente
Ao derradeiro e eterno sepulcro
E no fim dessa caminhada
A gente deixa o que plantou
E quem somente quis colher
Se esqueceu
Que não há de levar
Nada.
Edson Ricardo Paiva
Na paz de mais um dia
Que eu vejo amanhecer assim; sereno
Olho pra Terra, olho pro Céu
Imagino a imensidão deste infinito
Impossível calcular
A vastidão deste Universo, tão bonito
Difícil crêr
Que este Sol tão imponente já nem brilha
Num espaço relativamente curto
Que eu perceberia
Se pudesse seguir esta trilha
Olho pra Terra, olho pro Sol
Instintivamente me sinto
Parte integrante de Algo muito maior
Sou parte do Todo que existe
Daquilo que vejo e que não vejo
Acontece e aconteceu
Disto tudo fazemos parte
Você e eu
Aquele que partiu
e o que ainda não nasceu
De alguma forma estivemos
e estaremos sempre
Tanto lá quanto aqui
Na paz de mais um dia
Dia que há de passar
Pois tudo passa
Hoje o Sol brilha no Céu
Sua Luz me abraça
Eu também haverei de passar
Como passam os dias
Mas outros dias virão
Outras pessoas também
As coisas vem e vão passando
Passaremos eu e o dia
Pra sermos ainda lembrados
Vez em quando
Tudo que existe aqui
haverá de existir mais além
deixo às crianças do futuro
Um "bom dia!", um abraço e um "Amém"
Na fumaça que sobe lentamente
Eu vejo em leves lampejos
Momentos de um tempo
Em que eu sonhei em te trazer um doce
Sem saber qual doce que você gostava
Queria dividir contigo a vida
Como se a vida fosse
Uma cesta de framboesas
Ou um pote de cerejas
E juntos beberíamos o chá
Feito de flores de maracujá
E hoje, onde quer que eu esteja
de alguma forma eu ainda desejo
Que você me veja
Pois hoje, qualquer pensamento
traz de volta em algum momento
esse amor que eu sinto
Recheado de framboesas
Amoras e maracujas
E o sorriso que você me deu
E que não foi por causa
de nenhum doce que um dia eu te trouxe
Mas foi porque um dia
Eu olhei bem fundo nos teus olhos
E falei que eu amava você
Hoje
A tudo que olho
Alguma coisa tua eu vejo
Da textura do teu rosto
Ao gosto do teu beijo
O Som dos teus passos na rua
E os laços de afeto que criamos
Abraços que não mais nos demos
O amor que ...se acabou... não percebemos
A dor mais que incorreta da distância
No medo da demência que hoje sinto
Hoje, onde não vejo
Um olho te procura
No brilhar de cada estrela
No trilhar, tão solitário, que hoje vivo
De algum modo existe a tua permanência
Em teu vulto despontando no horizonte
Se alicerça a esperança de uma vida.
Edson Ricardo Paiva
Vou devorando a minha vida
É tarde de outono e eu queria tanto andar na chuva
Quando eu vejo, o sol tá no horizonte
O dia tá desfeito em mar de fantasia
Às vezes quase eu durmo
De tanto querer que o sono venha
Há tantas vidas, difícil é ter outra a ter tantos quereres
No início é ter que costumar as vistas
É como estar em um pomar
E ver que o fruto e as folhas são da mesma cor
Vou fazendo de conta que conto pitangas no ar
Outono é tarde, estou noutra estação
Outro trem vai vir, há de passar
A noite chega em mim
A noite chega e se lastima assim
A dizer que o trem que vai passar não leva ao fim da linha
Eu digo à noite que a vida é uma lista
Eu peço à vida que seja da noite esse olhar pessimista
Apago da lista esse triste desejo
De chegar nessa manhã que tem jeito de tarde
Eu só escolho querer, numa vontade que não é minha
Tarde que andava na linha, rumo à próxima estação
Eu queria era andar, andar sem rumo e nem direção
Andar na chuva
Colhendo as pitangas que flutuavam
Pitangas amarelas, iguais àquelas
Que existiram nos fundos de algum quintal da minha infância
Onde eu ia devorando a vida
Um lugar, uma estação
Um trem que passava e tinha a companhia sempre lá
De alguém que te acompanha e leva pro infinito
E apanha frutos no ar, igual ao que a gente fazia
Quando o dia era desfeito em mar de fantasia
A gente sabe e cansa de saber que esse infinito acaba
E mesmo assim desata a rir
Num riso que não tem fim.
Nem precisa acabar.
Edson Ricardo Paiva.
Vivência.
Hoje eu vejo as coisas
De maneira que eu não via
Nunca fui de muito me atentar
Queira ou não queira
Cada qual tem seu jeito
Nunca fui de ter jeito pra nada
E meu mundo era perfeito assim
Creio que há mais sentido
Em não buscá-los
O tempo sempre traz a direção
E eu jamais sentia pressa
Promessas
Nunca fui de acreditar ou não
Nem duvidar
A verdade vem no vento
Vem depressa e devagar
Nunca fui de escolher
Qual dor eu queria sentir
Não se pode evitá-la, ela vem
Fui deixando a vida decidir por mim
Eu gostava de verdade
Era só de viver
Montar os quebra-cabeças que a vida traz
Desde o início ela trazia
Eu, por não ter aprendido mentir
Não busquei saber se era verdade
Nem jamais pensei que a vida fosse
Fácil e nem difícil: eu vivia.
Gostava de andar na chuva
Olhar o trem de longe, ouvir o sino na igreja
e os passos lá fora, quando era de madrugada
Nunca fui de espera ou de esperar
Pra falar a verdade, eu nunca fui de nada
Sonhava escrever poesia
Arquitetar um jeito de exprimir o que eu sentia
Assim como Deus é o Poeta
Que arquiteta a vida da gente
Numa métrica milimetrada
E que coloca, lá na frente, um tempo
Onde a gente passe a ver as coisas
De maneira que não voltemos jamais
A ser quem já fomos um dia
E nem nunca mudar nada, além de nós
As coisas que vemos ou não
Elas vão permanecer iguais
Antes...após!
Edson Ricardo Paiva.
