Eu te Amo mas Ta Dificil Conviver
A Paz está dentro de cada um de nós, basta sintonizar a frequência certa e deixar fluir.
Eu amo essa sensação, de que tudo vai ficar bem, de que existe sempre uma luz no fim do túnel. Isso reacende nossa chama de esperança na vida!
Nem todos os dias serão bons, mas que façamos o máximo possível para sempre sintonizar a frequência da Paz.
Não espere a morte
Para dizer um eu te amo,
Não espere uma tragédia para dizer a vida é curta
Não espere tanta dor para saber o que é vida,
Aproveite os segundos minutos e horas.
De nada vale orgulho
A vida é instantes tudo vai embora,
Então aproveite não espere a mídia lhe dizer isso não aprenda com a dor dos outros saiba abraçar sorrir e amar
Sem precisar perde
Para poder ganhar.
10/08/19
O problema é que eu ainda te amo,
Sei que você não liga para isso.
Eu também não deveria ligar,
Mas eu ligo, ligo muito.
(Mas só da caixa postal)
Eu te amo cada dia mais,
Construo em minha mente algo que se poderia denominar futuro perfeito.
Mas, não posso amar sozinha.
Não posso sentir sozinha.
Não posso viver um futuro planejado para dois sozinha...
Amor é algo recíproco.
De ponta a ponta deve haver amor,
De ambas as partes deve haver amor.
Se não for assim não é amor.
Se for assim é pedir para sentir dor.
Hoje tudo o que eu queria era olhar em seus olhos e dizer: te amo, pai.
Se você pode, faça! Aproveite esse privilégio. Declare seu amor, perdoe, beije, abrace. A vida passa rápido demais.
Vivo para dar forma as coisas que são. Aos que me amam, eu os amo. Aos que me querem bem, eu os quero bem também. As coisas que não são, as que não controlo, deixo nas mãos do acaso.
Ainda há tempo pra dizer eu te Amo,
Porém não me refiro aquela coisa melada onde alguns seres vivem-se cheirando a dizer me me mê, mimimi,
Refiro-me a fraternidade, onde jamais se olha os defeitos meus nos outros,
Aquela promessa
aquela nossa conversa
aquele eu te amo
aquele bom dia
aquela saudade
que parece ate que passaram amos.
MochilAR
Eu amo o Brasil, eu amo o meu trabalho, e eu amo muito mais a minha família e meus amigos. Mas infelizmente eu vivo em um País no qual esse amor não é correspondido a contento em razão dos inúmeros problemas sociais, frutos principalmente de um câncer chamado corrupção, tão antigo quanto endêmico e letal.
E enquanto esse filme se repete a todo o tempo, independentemente de trocas de governos, legítimos ou não, nós brasileiros, embora “donos” de um dos mais belos países do mundo, morremos à míngua, por asfixia, todos os dias e noites, por falta de segurança, nas filas de hospitais públicos, de fome, de ignorância, e a cova para a nossa esperança também já nos espera.
Foi exatamente nesse ponto que a Europa entrou em minha vida.
Não, eu não gostaria de viver em outro país senão o Brasil, mas eu gostaria muito de viver em um país no qual, por exemplo, ricos, pobres, negros, homossexuais, mulheres e portadores de necessidade especiais compartilhassem o mesmo vagão de metrô, sem que isso fosse considerado anormal. E assim como cada conterrâneo meu tem a sua “válvula de escape” para continuar nesse relacionamento doentio, eu também encontrei a minha: Viajar, sobretudo para lugares nos quais eu respire sem a obrigação de carregar nas costas um balão de oxigênio.
Daí são vários meses de trabalho duro, inúmeros feriados não aproveitados junto à família e amigos para ir ali, a alguns milhares de quilômetros do Brasil, só para passar, a pé, em uma faixa de pedestre sem ter que apontar o dedo do meio ao motorista que não para, e ser mais mal educada que ele, só para ver pessoas com livros nas mãos em qualquer parte da cidade, nas praças, nos parques, nos ônibus, trens, só para pagar 30 euros, de avião, para ir de um continente a outro, só para me distanciar um pouco, por pouco tempo, de números tais como “cinquenta e oito vítimas de homicídio a cada oito horas no Brasil”, que para mim são mais que estatísticas, é oxigênio jogado fora do cilindro. E quando ele está vazio, eu tenho mesmo que viajar para reabastecê-lo.
Não, a Europa não é um paraíso. Também tem inúmeros problemas sociais, tais como desemprego, mendigos, em alguns lugares, xenofobia, em outros, ainda homofobia, mas, por enquanto e enquanto um político brasileiro, nos moldes como são sempre os nossos, for impedido de ter acesso e meter a mão ao quinhão que não lhe compete por lá, será possível caminhar pela Europa, a pé, com uma mochila nas costas, e não com um cilindro de oxigênio, vazio.
