Eu sou uma Pessoa Timida
Me entrego suavemente como o vento e ao mesmo tempo revolto como o mar. Sou brisa que te toca docemente e tempestade que
te carrega no olhar, sou sentimento sem sentido, proibido que não se deve e nem se pode lembrar.
Sou eco da tua voz e sombra do teu andar.
Sou festa na madrugada que dança sob o luar.
Também sou sorriso de criança quando olho no olho nos tocamos sem pensar !
Quem sou, não sei.
Quem és tu, ladrão de sonhos.
Que quer de mim ?
O teu sorriso.
Por que ?
Porque meu nome é lágrima.
E dai ?
Preciso vê-las rolando no teu rosto, porque
sei que teu sorriso é apenas disfarce.
Quem lhe disse ?
Li em teus olhos e ouvir do teu silêncio.
Mais é segrêdo, não quero revelar.
Sinto muito, mais vou provar ao mundo
que por trás de um sorriso, há lágrimas
a rolar !
Sou egoísta, imprudente, presunçosa, hipócrita, erro e faço birra. Mas se te deixar pegar na minha mão, é porque quero que esqueças toda a minha máscara e olhes para o verdadeiro eu.
Sou a atriz da minha vida,
colho o que planto, choro o que perdi,
nas idas e vindas, percebo,
Estou viva sou feliz...
Sobrevivi!
Pode-se dizer que sou chata, carente, grossa, dramática, ciumenta, e etc...
Mais nunca podes dizer que eu não te ajudo quando precisa. Eu sou a unica a lhe estender a mão.
Não me direcione, não sou máquina e, não me invente os dados, tô aqui liberando alguns poucos fardos, permita-me não é permuta.
Ventania sou. Por aí e por aqui soprada ou arremetida, por vezes e vezes. Soprada por anjos brincalhões e lançada por demônios, todos esses seres habitam minha alma. Vago errante por pensamentos insondáveis e noites turbulentas, destruindo e refazendo minhas próprias edificações e tentando contornar a dos outros seres.
Sei que sou um animal, mas me considero diferente dos demais; me acho especial.
Me acho tão especial que insisto em dizer que sou um animal racional, apesar de quase nunca racionalizar.
Sou impulsionado por meus instintos.
Quando faminto, como;
Quando excitado, copulo;
Quando ameaçado, fujo;
Quando provocado, ataco;
Faço simplesmente porque minha vontade manda que eu faça.
Não racionalizo.
Não meço as consequências das minhas decisões votivas.
Por mais que eu evite admitir essa natureza, não me envergonho em usá-la como justificativa de meus atos.
Fiz porque deu vontade.
Sou um homem. O animal mais irracional que há.
Sou um animal.
“Tento adormecer
Mas estou girando aos círculos
Vejo o céu sem estrelas
Penso sou o homem da tua vida
Sinto me tão distante, mas estou perto
Acende as luzes
Quero te beijar
Antes de sair de ansiedade do meu sonho
Quero segurar te nas mãos
E ver o fogo nos teus olhos
E procuro nos teus dedos a tua alma
Pois amo te “
Não me lembro de tudo como Mimir
Mas diga que sou Ódin em cima do Sleipnir
Diga me coisas que me faça refletir
Seja o Toth e me tire daqui
Me faça subir.
