Eu sou tudo e nada

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⁠Oração para os filhos: Libertação e Proteção


Deus Todo Poderoso! Grande "Eu Sou".
Sei que nada passa despercebido em tua visão, tudo o Senhor vê, houve, tudo o sabes.
Entrego a vida dos meu filhos em tuas mãos, Pai amável. Senhor,
Se tiver algum mal que os impeça de crescer e seguir adiante, quebra! Para que possam cumprir com o propósito do Senhor em suas vidas. Envie anjos em seu favor, para dar-lhes a proteção necessária em meio as ciladas do maligno; livra-os de toda espécie de mal que há sobre os céus, e debaixo do sol, até os confins da terra. E
Corrija-me, segundo à sua vontade para que possa eu permanecer sendo uma fiel serva do Senhor e também boa mãe para os mesmos. Dá-me, Senhor meu! as condições necessárias para que eu possa ampará-los conforme suas necessidades terrenas e espirituais, pois creio na tua proteção, no teu cuidado e no teu amor, para com nosotros, vermezinhos de Jacó, povozinhos de Israel. Em nome de Jesus! Amém. Graças te dou.

Ela é Sol! Eu sou Lua!


Ela é o Sol,
eu sou a Lua,
duas almas diferentes
sob a mesma imensidão.


Ela chega trazendo luz,
eu chego trazendo mistério;
ela ilumina o que toca,
eu guardo o que sinto em silêncio.


Ela é calor,
eu sou maré;
ela desperta sentimentos
que eu nem sabia que havia em mim.


Talvez seja por isso
que eu escreva tanto sobre ela:
porque há pessoas que simplesmente passam,
e há aquelas que deixam o céu diferente
depois que chegam.


Ela não precisa saber
quantas constelações acendeu em mim.
Talvez nem perceba
que, quando penso nela,
até minhas noites encontram claridade.


E eu, Lua,
continuo orbitando meus próprios pensamentos,
tentando transformar em versos
aquilo que não consigo dizer.


Porque o Sol não sabe
o quanto a Lua o observa.


E a Lua talvez nunca conte
o quanto é bonito receber sua luz.


Mas existe algo que o céu sabe
e nós talvez ainda não:


há encontros que não precisam acontecer no mesmo instante
para pertencerem ao mesmo universo.


Ela é o Sol.
Eu sou a Lua.


E, entre a luz dela
e as minhas fases,
existe um céu inteiro
guardando aquilo que somente nós
poderíamos entender.

A RAINHA DOS ANJOS.

“Maria Santíssima é acolhida por Jesus”

“Sim, minha mãe, sou eu!... Venho buscar-te, pois meu Pai quer que sejas no meu reino a Rainha dos Anjos...”

A alvorada desdobrava o seu formoso leque de luz quando aquela alma eleita se elevou da Terra, onde tantas vezes chorava de júbilo, de saudade e de esperança.

Não mais via seu filho bem amado, que certamente a esperaria, com as boas vindas, no seu reino de amor; mas extensas multidões de entidades angélicas a cercavam, cantando hinos de glorificação.

Experimentando a sensação de se estar afastando do mundo, desejou rever a Galileia com os seus sítios preferidos.

Bastou a manifestação de sua vontade para que a conduzissem à região do lago de Genesaré, de maravilhosa beleza.

Reviu todos os quadros do apostolado de seu filho e, só agora, observando do alto a paisagem, notava que o Tiberíades, em seus contornos suaves, apresentava a forma quase perfeita de um alaúde.

Lembrou-se, então, de que naquele instrumento da Natureza Jesus cantara o mais belo poema de vida e amor, em homenagem a Deus e à humanidade.

Aquelas águas mansas, filhas do Jordão marulhoso e calmo, haviam sido as cordas sonoras do cântico evangélico.

Dulcíssimas alegrias lhe invadiam o coração e já a caravana espiritual se dispunha a partir, quando Maria se lembrou dos discípulos perseguidos pela crueldade do mundo e desejou abraçar os que ficariam no vale das sombras, à espera das claridades definitivas do Reino de Deus.

Emitindo esse pensamento, imprimiu novo impulso às multidões espirituais que a seguiam de perto.

Em poucos instantes, seu olhar divisava uma cidade soberba e maravilhosa, espalhada sobre colinas enfeitadas de carros e monumentos que lhe provocavam assombro.

Os mármores mais ricos esplendiam nas magnificentes vias públicas, onde as liteiras patrícias passavam sem cessar, exibindo pedrarias e peles, sustentadas por misérrimos escravos.

Mais alguns momentos e seu olhar descobria outra multidão guardada a ferros em escuros calabouços.

Penetrou os sombrios cárceres do Esquilino, onde centenas de rostos amargurados retratavam padecimentos atrozes.

Os condenados experimentaram no coração um consolo desconhecido.

Maria se aproximou de um a um, participou de suas angústias e orou com as suas preces, cheias de sofrimento e confiança.

Sentiu-se mãe daquela assembleia de torturados pela injustiça do mundo.

Espalhou a claridade misericordiosa de seu espírito entre aquelas fisionomias pálidas e tristes.

Eram anciães que confiavam no Cristo, mulheres que por ele haviam desprezado o conforto do lar, jovens que depunham no Evangelho do Reino toda a sua esperança.

Maria aliviou-lhes o coração e, antes de partir, sinceramente desejou deixar-lhes nos espíritos abatidos uma lembrança perene.

Que possuía para lhes dar? Deveria suplicar a Deus para eles a liberdade?

Mas Jesus ensinara que com ele todo jugo é suave e todo fardo seria leve, parecendo-lhe melhor a escravidão com Deus do que a falsa liberdade nos desvãos do mundo.

Recordou que seu filho deixara a força da oração como um poder incontrastável entre os discípulos amados.

Então, rogou ao Céu que lhe desse a possibilidade de deixar entre os cristãos oprimidos a força da alegria.

Foi quando, aproximando-se de uma jovem encarcerada, de rosto descarnado e macilento, lhe disse ao ouvido:

“Canta, minha filha! Tenhamos bom ânimo!... Convertamos as nossas dores da Terra em alegrias para o Céu!...”

A triste prisioneira nunca saberia compreender o porquê da emotividade que lhe fez vibrar subitamente o coração.

De olhos extáticos, contemplando o firmamento luminoso através das grades poderosas, ignorando a razão de sua alegria, cantou um hino de profundo e enternecido amor a Jesus, em que traduzia sua gratidão pelas dores que lhe eram enviadas, transformando todas as suas amarguras em consoladoras rimas de júbilo e esperança.

Daí a instantes, seu canto melodioso era acompanhado pelas centenas de vozes dos que choravam no cárcere, aguardando o glorioso testemunho.

Logo, a caravana majestosa conduziu ao Reino do Mestre a bendita entre as mulheres e, desde esse dia, nos tormentos mais duros, os discípulos de Jesus têm cantado na Terra, exprimindo o seu bom ânimo e a sua alegria, guardando a suave herança de nossa Mãe Santíssima.

Por essa razão, irmãos meus, quando ouvirdes o cântico nos templos das diversas famílias religiosas do Cristianismo, não vos esqueçais de fazer no coração um brando silêncio, para que a Rosa Mística de Nazaré espalhe aí o seu perfume!

FONTE

Irmão X (pseudônimo espiritual), psicografia de Francisco Cândido Xavier, Boa Nova, capítulo 30, “Maria”. O texto acima corresponde a uma reprodução parcial desse capítulo, conforme indicado na própria publicação compartilhada.

Referência bibliográfica:

XAVIER, Francisco Cândido. Boa Nova. Pelo Espírito Irmão X. Rio de Janeiro: FEB, capítulo 30, “Maria”.

⁠Eu sou livre quando presa a quem me domina 💕 LadyRed ❤️

⁠Eu sou quem eu sou❤💕Sou rebelde,atrevida, provocante e sincera❤💕Minha profissão jamais irá definir a minha personalidade❤💕 ❤LadyRed❤

Eu queria ter talento
pra escrever
Alma de artista
pra dizer
As coisas que eu gostaria
que soubesse
Te convencer
de algo difícil de crêr
Se nem sabias que coubesse
Tanto amor
Em um só coração
Se eu fosse um pintor talentoso
e tivesse traço preciso
Eu pintava teu retrato
e botava um sorriso
em teu rosto
Em tuas mãos desenharia
Um um lindo buquê de narcisos
para olhar-te
todo dia
Não há como desenhar-te
Reproduzir tão divina
Arte
Tua imagem é poesia
A mais bela poesia
Que Deus escreveu
Concretizou-se
No dia em que você
Nasceu
Impressionismo discreto
despertando
suspiros concretos
Quando observamos
Tal beleza decidida
por você
valeu-me ter vivido
minha vida.

⁠quando eu estou errado, eu sou o primeiro a admitir, o problema é que isso nunca acontece.

Dor de Dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente


A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes


Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes

vestido de escravo eu sou livre

Eu sou a chave e o carcereiro

"Mais importante que saber quem sou eu é saber quem Eu Sou"

Pode até ter alguns cúmplices
Mas no final


"Eu sou o culpado pela minha derrota"

"Eu sou o outro e o outro sou eu"

Eu sou um tolo amado por Deus

Aquele pecador sou eu

Eu sou uma multidão de pecados


Mas o meu Amor é maior

Eu sou aquele que espremeu a uva do seu vinho.


Embreague-se comigo!

JÁ FEZ A PERGUNTA: QUEM SOU EU?


Em algum momento, talvez no silêncio de uma noite qualquer, você já tenha se perguntado:


Quem sou eu?
Por que estou aqui?
Por que estou vivendo esta experiência?
Qual é o verdadeiro sentido de tudo isso?


Mas talvez você tenha interrompido a pergunta antes de chegar à resposta.


Porque o mundo oferece inúmeras distrações para que você não precise olhar para dentro.


Trabalhar.
Consumir.
Correr.
Acumular.
Comparar.
Buscar aprovação.
Preencher o silêncio com barulho.


E, enquanto você tenta conquistar o mundo exterior, pode estar se afastando de si mesmo.


Talvez a maior prisão não tenha grades.


Talvez ela seja construída diariamente por hábitos, medos, crenças, expectativas e pela necessidade de ser aquilo que esperam que você seja.


Mas existe uma pergunta que nenhuma distração consegue silenciar para sempre:


**E se eu estiver vivendo uma vida que não escolhi conscientemente?**


Buscar a verdade exige coragem.


Porque a verdade nem sempre confirma aquilo que queremos acreditar.
Às vezes, ela desmonta certezas.
Questiona identidades.
Revela padrões.
E nos coloca diante do espelho.


Mas é justamente aí que começa uma transformação verdadeira.


Não quando você encontra todas as respostas.


Mas quando finalmente decide fazer as perguntas certas.


Talvez você não esteja perdido.


Talvez esteja apenas distante de si mesmo.


Então pare por alguns minutos.


Desligue o ruído.


Observe seus pensamentos.


Questione suas certezas.


E pergunte novamente, sem medo:


QUEM SOU EU?
POR QUE ESTOU AQUI?
E O QUE ESTOU FAZENDO COM A EXPERIÊNCIA QUE ME FOI CONCEDIDA?


A busca começa quando a distração termina.


Busquemos a verdade.

"Meu desejo"


Queria ser poeta,
mas poeta não sou.
Pois poeta sabe muito,
e eu aprendo com o tempo.


Sou escritora poética,
penso, sinto, digo e não falo.
Todos os poemas escritos
contêm meus sentimentos.


Escrevo muito
para não falar,
pois o silêncio
é a minha resposta.


Alguns querem reconhecimento,
e eu quero conhecimento.
Muitas palavras
e poucos lábios.


Observo atentamente
antes de dizer uma palavra.
Depois interpreto,
até compreender.
E isso me torna
uma pensadora.

"O que eu sou?"


Sou uma pessoa,
sou humana.
Sou uma poeta,
sou uma filósofa.


Não,
sou alguém
que, por alguém,
se tornou alguém.


Perguntei tanto,
e descobri.
Hoje sei quem sou,
ontem imaginava.


O que sou
é profundo
e cheio de intensidade,
repleto de pensamentos.


Acho que sou
pensar.