Eu sou tudo e nada

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Minha vida é um quadro em branco.
Minha mente e meus atos são meus pincéis; sou eu quem escolhe o estilo de arte que quero criar. Posso mudar as cores, errar os traços, recomeçar quantas vezes for preciso, mas não aceito deixar o quadro em branco.

Eu só sei ser quem sou; é mais fácil a gente ser quem é.


Benê Morais

Entre o vermelho e o amarelo, eu sou mais o verde e o branco, que trazem esperança e paz, as cores dos meus times Palmeiras e Icasa.


Benê Morais.

Na política, o defeito é sempre do outro; eu sou santo, puro e besta.


Benê Morais

Eu te amava, apenas não sabia como lidar com esse sentimento, e é fato que não sou uma pessoa boa.

⁠Êxodo 3.11: “Então Moisés disse a Deus: Quem sou eu para libertar Israel?”

Êxodo 3.12: “Certamente Eu Serei contigo;”

Lição: No propósito eterno de Deus não importa quem você é, mas Quem está com você no propósito.

Deus se apresentou como 'EU SOU', não como 'Eu sou o que você deseja'. O Criador do universo não se curva aos nossos caprichos; nós é que devemos nos curvar aos Seus propósitos. Renda-se Àquele que é, e não ao que você quer que Ele seja.

Deus se autodefiniu na sarça ardente como "EU SOU O QUE SOU". Qualquer tentativa de transformá-Lo em "o que eu quero que Ele seja" não é cristianismo, é paganismo puro.

Fora das sombras.




Porque ta óbvio que o problema sou eu.
Mas óbvio como a luz do sol.
E o que eu faço com isso, o que eu faço comigo?
Pra que eu sirvo?
Será que eu sirvo?!
Ou será que eu só sou um desperdício de alguém que poderia ter sido?
Uma tentativa que deu errado.
Uma pedra no sapato.
E o que eu sou pode ser consertado?
Ou será que eu sou apenas um fardo.
Aquele mesmo velho fardo de antes.








É aquela sensação cambaleante
Em meio a minha existência frustrante.
É a perguntar do por que,
e o que eu tô fazendo aqui?
Eu só queria seila,
não ser a EU que não gostaram.
Nem uma sombra dos erros passados.
Eu queria só ter aquele abraço.
Eu queria ser lembrada em uma foto imoudurada em um belo quadro.
Eu queria ser aquela saudade no finalzinho de um domingo.
Aquele sorriso que carrega um carinho.
Eu queria ser o pensamento mais bonito em todas as manhãs.
A melhor música em diferente sons e tons.
Eu sou queria ser a "eu" dele.
Ou melhor a "minha"
Como se ele dissesse em alto e bom som minha.
Minha melhor amiga, minha melhor pessoa, minha melhor companhia, minha felicidade,
Minha escolhida, minha grande virada na vida...
Aquela que parece que é presente.
Algo que Deus mesmo mandou pra gente.
Para nunca duvidar que ele nós abençou. com essa pessoa que tranforma o seu mundo, que traz a cor. Que devolve o sorriso, que traz amor, que é abrigo

Não sei se é noite ou tempestade,
se o chão queima ou se sou eu,
ou se o vento carrega minhas mãos,
incapazes de segurar o que foge.

Não importa quem eu sou —
o nome dorme na boca do mundo.
Importa o gesto silencioso,
a escolha que não pede aplauso,
o passo firme quando ninguém olha.


É no escuro que o caráter acende.
Na mão que não rouba,
na palavra que não fere,
no “não” dito ao atalho fácil,
no “sim” dado ao que é justo.


Quando ninguém vê, eu me revelo.
Ali mora minha verdade inteira:
não o que digo ser,
mas o que faço em segredo
quando só a consciência assiste.

Se o tempo for vento, eu sou raiz no chão,
se a noite vier, eu acendo o coração.
Porque amar não é só sentir… é construir,
é permanecer quando tudo diz pra fugir.
E no silêncio do mundo, eu faço um juramento:
ser amor constante, em qualquer momento.⁠

Sou ou Me Tornei em Você?


Fiquei pensando em nós,
e uma pergunta repousou no meu peito: eu sou assim…
ou me tornei quando te encontrei?


Sou silêncio,
ou foi em teus braços que aprendi a descansar?
Sou frio, ou teu calor me ensinou a não queimar por dentro?


Gosto de ficar só,
ou foi contigo que a solidão
perdeu o nome?
Sou difícil de amar,
ou só esperava alguém que tivesse paciência com minhas dores?


Sou calado,
ou é que tua presença fala por mim?
Sou forte, ou sobrevivi até te encontrar?


Sou inteiro,
ou você recolheu os pedaços que deixaram pelo caminho?
Sou amor, ou fui aprendendo a amar do jeito que você me olhou?


Talvez eu não seja perfeito,
talvez traga marcas demais…
mas se hoje sorrio com menos medo, é porque teu amor
não me moldou —
me acolheu.


E se alguém perguntar quem eu sou,
talvez eu responda baixinho:
sou quem fui…
mais quem me tornei
quando você ficou.

A RAINHA DOS ANJOS.

“Maria Santíssima é acolhida por Jesus”

“Sim, minha mãe, sou eu!... Venho buscar-te, pois meu Pai quer que sejas no meu reino a Rainha dos Anjos...”

A alvorada desdobrava o seu formoso leque de luz quando aquela alma eleita se elevou da Terra, onde tantas vezes chorava de júbilo, de saudade e de esperança.

Não mais via seu filho bem amado, que certamente a esperaria, com as boas vindas, no seu reino de amor; mas extensas multidões de entidades angélicas a cercavam, cantando hinos de glorificação.

Experimentando a sensação de se estar afastando do mundo, desejou rever a Galileia com os seus sítios preferidos.

Bastou a manifestação de sua vontade para que a conduzissem à região do lago de Genesaré, de maravilhosa beleza.

Reviu todos os quadros do apostolado de seu filho e, só agora, observando do alto a paisagem, notava que o Tiberíades, em seus contornos suaves, apresentava a forma quase perfeita de um alaúde.

Lembrou-se, então, de que naquele instrumento da Natureza Jesus cantara o mais belo poema de vida e amor, em homenagem a Deus e à humanidade.

Aquelas águas mansas, filhas do Jordão marulhoso e calmo, haviam sido as cordas sonoras do cântico evangélico.

Dulcíssimas alegrias lhe invadiam o coração e já a caravana espiritual se dispunha a partir, quando Maria se lembrou dos discípulos perseguidos pela crueldade do mundo e desejou abraçar os que ficariam no vale das sombras, à espera das claridades definitivas do Reino de Deus.

Emitindo esse pensamento, imprimiu novo impulso às multidões espirituais que a seguiam de perto.

Em poucos instantes, seu olhar divisava uma cidade soberba e maravilhosa, espalhada sobre colinas enfeitadas de carros e monumentos que lhe provocavam assombro.

Os mármores mais ricos esplendiam nas magnificentes vias públicas, onde as liteiras patrícias passavam sem cessar, exibindo pedrarias e peles, sustentadas por misérrimos escravos.

Mais alguns momentos e seu olhar descobria outra multidão guardada a ferros em escuros calabouços.

Penetrou os sombrios cárceres do Esquilino, onde centenas de rostos amargurados retratavam padecimentos atrozes.

Os condenados experimentaram no coração um consolo desconhecido.

Maria se aproximou de um a um, participou de suas angústias e orou com as suas preces, cheias de sofrimento e confiança.

Sentiu-se mãe daquela assembleia de torturados pela injustiça do mundo.

Espalhou a claridade misericordiosa de seu espírito entre aquelas fisionomias pálidas e tristes.

Eram anciães que confiavam no Cristo, mulheres que por ele haviam desprezado o conforto do lar, jovens que depunham no Evangelho do Reino toda a sua esperança.

Maria aliviou-lhes o coração e, antes de partir, sinceramente desejou deixar-lhes nos espíritos abatidos uma lembrança perene.

Que possuía para lhes dar? Deveria suplicar a Deus para eles a liberdade?

Mas Jesus ensinara que com ele todo jugo é suave e todo fardo seria leve, parecendo-lhe melhor a escravidão com Deus do que a falsa liberdade nos desvãos do mundo.

Recordou que seu filho deixara a força da oração como um poder incontrastável entre os discípulos amados.

Então, rogou ao Céu que lhe desse a possibilidade de deixar entre os cristãos oprimidos a força da alegria.

Foi quando, aproximando-se de uma jovem encarcerada, de rosto descarnado e macilento, lhe disse ao ouvido:

“Canta, minha filha! Tenhamos bom ânimo!... Convertamos as nossas dores da Terra em alegrias para o Céu!...”

A triste prisioneira nunca saberia compreender o porquê da emotividade que lhe fez vibrar subitamente o coração.

De olhos extáticos, contemplando o firmamento luminoso através das grades poderosas, ignorando a razão de sua alegria, cantou um hino de profundo e enternecido amor a Jesus, em que traduzia sua gratidão pelas dores que lhe eram enviadas, transformando todas as suas amarguras em consoladoras rimas de júbilo e esperança.

Daí a instantes, seu canto melodioso era acompanhado pelas centenas de vozes dos que choravam no cárcere, aguardando o glorioso testemunho.

Logo, a caravana majestosa conduziu ao Reino do Mestre a bendita entre as mulheres e, desde esse dia, nos tormentos mais duros, os discípulos de Jesus têm cantado na Terra, exprimindo o seu bom ânimo e a sua alegria, guardando a suave herança de nossa Mãe Santíssima.

Por essa razão, irmãos meus, quando ouvirdes o cântico nos templos das diversas famílias religiosas do Cristianismo, não vos esqueçais de fazer no coração um brando silêncio, para que a Rosa Mística de Nazaré espalhe aí o seu perfume!

FONTE

Irmão X (pseudônimo espiritual), psicografia de Francisco Cândido Xavier, Boa Nova, capítulo 30, “Maria”. O texto acima corresponde a uma reprodução parcial desse capítulo, conforme indicado na própria publicação compartilhada.

Referência bibliográfica:

XAVIER, Francisco Cândido. Boa Nova. Pelo Espírito Irmão X. Rio de Janeiro: FEB, capítulo 30, “Maria”.

Eu sou um girassol.


Não porque nunca enfrento tempestades...


Mas porque aprendi que a luz continua existindo, mesmo quando as nuvens a escondem...


Eu escolho voltar meu coração para aquilo que ilumina...


Não ignoro a dor...


Eu a transformo...


Não nego as lágrimas...


Eu as honro...


Não fujo da vida...


Eu caminho por ela...


E, quando o amanhecer chega, descubro que a luz nunca deixou de me procurar...


Porque, antes mesmo de encontrá-la...


Eu já havia escolhido permanecer voltada para ela.


Autora: Patrícia Couceiro (Perfil no Pensador)


© Patty Couceiro
Instagram: @couceiropatty


Todos os direitos reservados.


A reprodução total ou parcial deste texto é permitida somente com a citação da autora e a manutenção integral dos créditos.

A Escolha Que Fiz


Se eu vivesse pelo que os outros dizem,
eu nunca teria conhecido quem eu sou.
Teria deixado minha história ser escrita
pelas mãos de quem nunca sentiu a minha dor.


São tantas vozes contra,
tantas opiniões pelo caminho…
Mas ninguém deitou no chão comigo
quando eu não tinha nada,
quando o silêncio era meu único abrigo.


É fácil apontar erros de longe,
é fácil julgar uma estrada que não caminhou.
Porque quando a moeda cai no chão,
muitos só enxergam um lado,
mas ninguém conhece o peso que ela carregou.


Eu já falhei, eu já errei,
já precisei juntar meus próprios pedaços.
Mas foi nos meus erros que aprendi
que até a imperfeição pode ser o começo
de algo extraordinário.


Por isso eu não solto a sua mão.
Mesmo conhecendo seus defeitos,
eu enxergo o seu coração.
Eu sei que você está comigo,
e isso vale mais que qualquer opinião.


A vida não é sobre encontrar alguém perfeito,
é sobre encontrar alguém verdadeiro.
Às vezes precisamos moldar a nós mesmos,
deixar de carregar a balança do mundo
e aprender a amar primeiro.


Porque quem ama não pesa os erros,
não conta as quedas, não procura condenação.
Quem ama segura firme a mão do outro
e diz:
“Eu escolho você, mesmo quando o mundo diz não.”


E se um dia eu me casar,
quero que seja com alguém que saiba:
eu não escolhi pelo que falaram de nós,
eu escolhi pelo que vivemos juntos.

Desses amigos vagabundo que você tem, eu ainda sou o melhor, ta ligado...(Patife)

*Cavalo de Aço*

Eu sou um cavalo de aço
chamado liberdade.
Relincho contra o vento
e galopo na imensidade.

Minhas crinas são fumaça,
meus cascos batem no céu.
Voou acima das ondas
sem medo de cair no véu.

Lá de cima eu vejo o mar
morrer mansinho na areia,
deixar espuma na praia
como quem despede a cheia.

E eu sigo, livre e selvagem,
sem rédea, sem arreio, sem jaula...
Porque ser livre é isso:
ser aço que não se amarra.
(Saul Beleza)

Eu posso te dizer, que a dor de ser assim quem sou, não chega a ser assim um purgatório...

Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.