Eu sou tudo e nada

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Eu sou apenas um primata depilado, consciente, vestido e perfumado.

"Eu sou todas as emoções.


Eu sou a mistura de todos os sentimentos e de todas as emoções: eu sou o amor, eu sou o ódio, sou a mistura de tudo. Eu sou a chuva, eu sou o sol, eu sou a mistura de todas as estações. Eu sou o perdão, eu sou a condição, eu sou a mistura de todas as sensações. Eu sou a calmaria e eu sou a agitação, eu sou a soma de todas as motivações."


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides

O presente do ser que sou
Alienado por suas próprias decisões o sou se libertou o eu acordou
O certo eu sempre foi o que sou..


Mesmo diante do que fui ainda sou aquele sou eu diante do sou.
O paradoxo do infinito ser para o sou.

Sou o posso ser e eu sou..
Um ser crítico que sobrevive no ser do meu eu e ainda sou eu diante das probabilidades sou que sou nada mais que eu convicto de ser que sou nada mais além...
Tento responder para ego o eco do eu mais involuntário apenas sou.

Contemplo o templo o ser e sou no tem e espaço anda sou mesmo eu ainda sou?
Por cada vez mais e mais eu se alinha no cosmo fluindo no auto egocentrismo de ser pois a pologia dou eu nunca mais foi eu apenas as forças da minha alma gritando por ser eu.

Ser contemporâneo eu sou também e ser antológico e medieval eu...
No espelho da consciência o eu pode causar a paredolia do eu

Estou apresentando novos conceitos para que veja o seu eu como eu vejo seu sendo eu sou diante do mundo
O paradoxo do eu é simplicidade um ciclo infinito para o arco da tênue finitude o ser eu. Nas frequência temporais eu e sou são mesmo so temporais diferente eu apenas e o ser o sou eu admitindo que é.
Dentro deste paradoxo o próprio ser tem ego e regras para os quais existe.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
As doença psicológicas são apenas conflitos dores do eu, esses complexo debatem com natureza humana mostra-se no máximo eu sou diante sombras no espelho.
O espelho pode responder com ecos da mente.
Tendo depressão, isolamento intelectual e espaço translúcido que em tantas versões que se torna fenômeno realista fundo borrado, um paradoxo que transmigra outras expedições fantasias e fantasmas.

Eu descobri sem querer que sou uma espécie de fazendeira clandestina de mamão. Não dessas de chapéu de palha e cerca branca, mas daquelas que um dia simplesmente olham pro quintal e pensam “e se eu só… jogar isso aqui e ver no que dá?”. Foi assim, sem planejamento estratégico, sem planilha, sem tutorial de internet. Só eu, um mamão comprado no mercado e uma teimosia silenciosa que mora dentro de mim.


Joguei as sementes como quem joga um segredo no vento. Sem cerimônia. Sem promessa. E fui viver a vida, como se nada tivesse acontecido. Seis meses depois, o quintal virou uma espécie de floresta tropical em miniatura, um congresso internacional de mamoeiros, cada um erguido com aquela dignidade de quem nasceu pra dar fruto. E deram. E continuam dando. Como se tivessem combinado entre si: “vamos alimentar essa mulher até ela não aguentar mais olhar pra mamão”.


E eu colho. E cada mamão colhido não é só um fruto, é um ciclo completo, é quase uma filosofia embalada numa casca amarela. Porque dentro dele vêm novas sementes, novas possibilidades, novos começos. Eu abro o mamão e é como abrir um cofre cheio de futuros quintais. E lá vou eu de novo, jogando sementes, espalhando vida, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E talvez seja.


Hoje eu tenho mamões infinitos. E não é exagero de quem gosta de dramatizar a própria rotina. É infinito mesmo, no sentido mais simples e mais bonito da palavra. Sempre tem mais vindo. Sempre tem mais crescendo. Sempre tem mais surgindo onde antes era só chão.


E aí eu fico pensando nesse hábito estranho que a gente tem de jogar sementes fora, como se fossem lixo, como se não carregassem dentro delas um potencial absurdo de alimentar alguém, de virar sombra, de virar sustento. É quase uma ingratidão silenciosa, um desperdício disfarçado de normalidade.


Se não tiver quintal, tudo bem. O mundo não acaba no muro de casa. Tem canteiro na rua, tem beira de rio, tem terreno esquecido que só precisa de uma chance. A cidade inteira pode ser um grande quintal disfarçado, esperando alguém com coragem suficiente pra sair plantando sem pedir permissão pra ninguém.


No fim das contas, plantar virou mais do que um hábito. Virou uma resposta. Uma resposta simples pra um mundo complicado demais. Enquanto tem gente discutindo o futuro, eu tô ali, jogando sementes no chão e confiando que alguma coisa vai nascer. E nasce. Sempre nasce.


Agora me diz, quantas florestas você já jogou no lixo hoje sem perceber?

Eu não sou minhas cicatrizes. Sou a mulher que sobreviveu a elas.

Eu sou capaz de reconstruir minha vida quantas vezes forem necessárias.

Eu sou suficiente.
Eu sou digna de amor.
Eu sou digna de respeito.
Eu sou digna de paz.

Eu não sou a verdade,
Ninguém é , posso ter
Intuição da verdade,
Dizer uma parte dela,
Posso ser inspirado por
Deus.
JESUS CRISTO É A VERDADE,
a verdade que começou
e que terminará .
Um dia toda a verdade
Será revelada em Jesus
Cristo.

Os direitos do reino do rei que sou eu,


Pobre burro tem direito de ficar calado comer pão duro ainda sorrir,
Pobre de direita ainda pode trabalhar 12 horas sem direito a viver.
No dia de descanso tem um trabalho extra pois as horas extras foram extinta.
Direitos infantis foram abulidos.
Os banheiros públicos foram fechados
Os livros foram queimados...
As terras raras foram vendidas e toda riqueza foi dada.
Somos pobres mais orgulhosos.
A luz acabou água esta falta vamos colocar fogo na floresta e fazer carvão.
A gasolina está a venda só para ricos poderoso, andem de ônibus, bom osso chegou, paradoxo da pobreza de espírito, de santo não tem nada...
Para o nada o sol do sertão.

Eu domino eu mesmo. Isso significa que sou senhor das minhas escolhas, das minhas reações, das minhas crenças e dos meus pensamentos. Eu sou o comandante da minha própria existência.

“Quem sou Eu para dizer a minha princesa que ela virou um dragão, antes de conhecê-la Eu era um sapo”.

No fim, sou apenas eu
e o peso suave do meu cansaço,
que se rende, vencido,
à delicada vitória da gratidão.

É foda, eu sei. Sou expoente da matemática desse mundo. Eu mexo com todas as classes, raças, credos, funções sociais e posições políticas.


No final eu sou como você. Uma pessoa que esteve no fogo cruzado de coisas além da compreensão.


Mas acontece que agora não somos mais inocentes assim; Pois essa configuração ao pouco se torna transparente conforme interagimos.

Então sejam inteligentes, reconheça a inteligência dos outros ao seu redor. É mais que poesia, é uma lição em forma de convite.

"A vida é uma borracha e eu sou um lápis."

Se o mundo é uma palhaçada, eu sou uma piada mal planejada.

A vida é uma torta, e eu sou uma tonta tentando me manter equilibrada. Se a corda bamba arrebentar, eu mesma não me levanto, eu fico e descanso. Foda-se o mundo! Não sou fantoche ou marionete ou equilibrista para ficar tentando chegar ao fim de uma linha de novelo de lã mal enrolado que parece não ter fim!