Eu sou Praia eu sou Montanha
"Eu coloquei meus pés na areia,para te ver chegar feito sereia,naquela mesma praia que tudo começou.Vejo as ondas ir e vir,quero ter você aqui,mas você não mais voltou.Continuarei a te esperar,meu coração a palpitar quando sonho com nosso amor".
(Rodrigo Juquinha)
Eu Só Queria
Olhar o mar, a praia, pisar na areia;
Ver o dia passar a minha maneira;
Sentir o sol deitada na esteira;
Mas aqui estou: em pé na madeira.
Modelando... igual sereia
Pra ter uma foto, pra que você creia
Que veja além, além da poeira,
De ironia e sarcasmo somado à bobeira.
Moral da proza: sereia que gosta de areia
Um dia vira prisioneira.
"Nada pode ser melhor que nós dois juntos, na praia ou em qualquer outro lugar, eu e você juntos para sempre."
''Imagine eu e você, uma praia em alto mar, eu bobo nesse seu sorriso, borboletas no estômago querendo voar''.
Eu e o meu grande amigo Mário íamos todos os dias à praia ver o azul das profundezas do mar alto, sabíamos dos riscos que corríamos mas nada era tão importante do que aquilo que curtíamos " buscar areia no fundo do mar ", todo mundo tem a sua maneira de consagrar a vida, aquela era e é a nossa maneira de consagração buscar a Paz de Esperito isso sim era a nossa diversão... " Areias do mar "
E hoje eu percebi o quanto a vida é curta, passei o dia na praia
pensando em você ( coisa que eu sempre faço).
Hoje eu realmente tive noção de quanto o tempo é curto e que se você
quer muito uma coisa, por mais difícil que seja conseguir essa coisa, ou
mesmo que não conseguir, você tem que ir atrás disso. Você tem que falar exatamente
tudo que ta sentindo.
Bom, é isso que eu estou tentando fazer, vou te falar tudo o que eu sempre desejei dizer desde o primeiro dia que a gente se conheceu.
No primeiro dia, quando te vi, foi muito estranho, eu senti uma coisa que eu nunca tinha sentido igual, eu fiquei com medo desse sentimento . Era uma
coisa nova pra mim, era um turbilhão de sentimentos misturados. Sentimentos bons. Eu já estava completamente encantada por
cada detalhe seu, cada movimento,cada mania sua, cada sorriso. Eu passava horas te observando.Eu
fiz amizade com seus amigos só para poder ficar perto de ti. Eu pedia a Deus para o sinal de ir pra casa não tocar, mas ele tocou. Foi aí que eu vi você vindo na minha direção, e eu fiquei completamente parada com medo de fazer qualquer movimento e você se afastar.Você chegou bem perto, me entregou uma carta, sussurrou no meu ouvido "só abra quando estiver sozinha" e me abraçou, nesse abraço eu quis transmitir pra você tudo o que eu sentia por você, coisas maravilhosas que só você me fazia sentir.
E a cada dia eu me aproximava mais de você, eu amava seu cheiro,seu abraço,seu toque,sua pele junto a minha,
era uma coisa inocente e pura, muito bom de ser sentido.
E chegou um dia que a gente se separou, foi horrível ficar sem você, ainda está sendo horrível.
Eu queria, só por um segundo, poder te abraçar mais uma vez e te passar todas as minhas energias boas.
Quando você se sentir sozinha, saiba que eu sempre vou estar aqui pra você, não importa o dia, a hora..Eu poderia oferecer a você o meu abraço. Quando você chorar e não houver ninguém lá para secar suas lágrimas, pode contar comigo que eu vou em segundos
te encontrar.Desde o momento que nos conhecemos eu sabia que você era especial.Não há nada que eu não faria para fazer você sentir o meu amor.
Eu vou sempre estar aqui para você.
ANJOS
Mais ou menos umas onze e meia da manhã, vínhamos eu e Paula caminhando pela areia da praia quando de repente enfrente ao postinho do gonzaguinha, saiu da água uma mulher de presumíveis sessenta anos, morena, cabelos grisalhos, longos e encaracolados, olhar penetrante, e que mirando bem nos meus olhos, disse batendo no ombro, com uma mão parcialmente fechada e dois dedos estendidos - " Salve Xangô"! Respondi respeitosamente a saudação, e continuei o caminho me perguntando, o que será que ela havia visto em mim, para assim proceder? De duas coisas tenho certeza... que depois desse encontro me senti bem melhor e mais disposto a viver, e que urgentemente preciso estudar mais sobre essas coisas!
Eu e Você na beira da praia ouvindo o barulho do mar enquanto olhamos a estrela mesmo ele não sendo perfeita assim como você.
Eu gostaria de ir a praia estando lá nú, correndo e saltitando para as águas feliz e gritar. Mais a minha consciência me impede fazer algo de genero, ela fica descomandada. E eu não quero que isso seja uma das mais incredulidade mental.
"A beira da praia eu olhava o vento passar...
Em meus pensamentos o brilho do seu olhar...
E a cada momento eu só sentia o meu amor por você aumentar..."
NOSSA TELEPATIA
Perdido na praia, da minha solidão,
ali, em meio as melodias das sereias
eu escrevia seu nome nas areias.
A lua estava cheia, São Jorge com dragão
enquanto, os peixes debatiam-se sobre as
ondas do mar... Eu sentia a flecha do amor
trespassar o meu frágil coração.
Vi as espumas, apagar seu nome...
Debruçado sobre a prata lunar, eu chorava,
enquanto eu chorava...
Minhas lagrimas molhava a saudade e a
paixão soluçava a telepatia do nosso amar.
Antonio Montes
Um Dia o Mundo Vai Girar
Quem Desacreditou Vai Acreditar
é Eu Vou Estar Na Praia
De Guarúja e Ele Procurando
Um Trabalho Para Se Sustentar.
Ruisdael Maia
25 de dezembro de 2011 · Praia Grande ·
Eu vejo coisas que voce nao ve
Eu crio um mundo paralelo que não consigo me libertar,
e coisas que vejo, não são reais ao meu redor !
Caminho o tempo , que passo invento e crio ate se transformar.
Eu sei que não são reais, eu sei que não ...são reais
Sonhos e pensamentos inconstantes vão e vem e me fazem viver
Em um mundo paralelo
Eu sei que não são reais, eu sei que não ...são reais
Eu sei que não são reais, eu sei que não ...são reais
Eu sei que não são reais, eu sei que não ...são reais
O lado de um homem diferente ideias de acabar dor e guerra
Eu sei que não são reais, eu sei que não ...são reais
Sonhos e pensamentos inconstantes vão e vem dominam minha mente e me fazem ser alguém
Um universo paralelo de coisas em reais sonhos e desejos já não tenho mais
Eu sei que não ................ reais
Eu sei que não são reais, eu sei que não ...são reais
Eu sei que não são reais, eu sei que não ...são reais
Ooooooo oooo ooo o oo o
Mesmo que eu sejas o sol
Para queimar o teu corpo
Em um domingo de praia
Para levar os sobrinhos
No parque
E tomar sorvete na praça
Mesmo com tantos benefícios
Ela ainda assim
Preferirá uma segunda chuvosa
Ou um prato de sopa
Coitada dessa menina
Tão pouco sabe do verão!!!
Mau conhece o Sol
Mesmo com tanto
Pouco causo
A minha presença
Eu ainda irei insistir em sair
Pois eu sou o Sol
O Sol que tantos anseiam
Em seus verões
Não, não será tuas nuvens
Que me fará ser
Nem por um dia
Chuva e nem tempestade
Eu, eu serei apenas
O Sol
Crônica de um domingo de praia.
Era certo, todos os domingos eu acordava as sete da manhã e chamava o meu amigo João de Dadinho para… Acordar!!! “Já vou”, dizia ele, “Já vou” e repetia isso quantas vezes fosse necessário até as 8 horas. Morávamos juntos, dividíamos uma kitnet em campinas de Pirajá. Neste intervalo - enquanto João se espreguiçava na cama – eu preparava a água oxigenada e o amoníaco. Todos - na nossa idade – diga-se de passagem, levavam esse “elixir” para a praia. Queríamos ficar com os pêlos loiros; só não me perguntem para quê? Acho que era moda. (os loiros pegavam mais mulheres e as loiras faziam mais sucesso) Quem tinha grana, não precisava se preocupar com isso, comprava pronto nas farmácias. Não era o nosso caso. Meu e de João é claro: dois duros. (Não importava) nosso desejo era chegar logo a praia de Piatã, onde encontrávamos os nossos conterrâneos de Feira de Santana, e alí, naquela bela farofa de frango e arroz, nos empanturrávamos até ficarmos “boiados”, como dizia a galera “das antigas”: boiados de prazer. E arrisco dizer, que a farofa, era de fato, o nosso prato principal. O nosso motivo maior. A força que nos impelia a estar alí todos os domingos. FAROFA! Ao sair, coloquei a água oxigenada e o amoníaco em um vasilhame de xampu, e partir com João para tomar o transporte no Largo de Campinas. Pegamos um Pirajá x Itapoã da ITT. Fui o primeiro a entrar. Sentei em um elevado, ao lado da cadeira do cobrador, e de lá fiquei observando João, que não conseguiu assento. João, ao contrário, foi pendurado na porta do buzu até a região de Jaqueira do Carneiro. O ônibus estava socado. E naquele dia parecia estar pior do que estávamos acostumados…De repente João olhou de maneira estranha para mim, fez sinal com os olhos de assustado e disparou: — Théo a água oxigenada! — Está ai na sua mochila, avisei sussurrando. — Eu sei mais está muito quente, ponderou. - É normal, concluir. E tomei a mochila no colo. Foi então, que percebi, a gravidade da situação. Tínhamos que tomar uma decisão rápida! e como dois criminosos estabanados, tiramos o saco com o vasilhame, e colocamos embaixo da cadeira do cobrador. Levantei do pequeno elevado e “me piquei” para o meio do buzu. “Tinha uma bomba loira comigo! e eu não queria, de maneira alguma, ficar com aquilo na mão!”. Uma senhora senta justamente no lugar onde estava. Pensei: “coitada, sabe de nada inocente”... e gentilmente pega as mochilas de duas garotas colocando-as despretensiosamente sobre o colo… A esta altura já estávamos na San Martins…De repente, ao passarmos em frente a garagem da São Luís - uma pequena explosão aconteceu embaixo da cadeira do cobrador. Uma explosão suficientemente forte para causar um transtorno dos diabos no coletivo. “A bomba loira!” pensei. Disfarçadamente olhei para o fundo do buzu e vi várias pessoas com espumas espalhadas por todo corpo. Não contei conversa! Pisquei para João, dei sinal com os olhos e partimos a mil entre solavancos e empurrões: “PeraíMotô! Esse ponto é meu!!!Gritávamos. E lá do fundo, para nosso azar o “terrorismo loiro”, era denunciado aos borbotões pelos passageiros: “Foi da bolsa dessa senhora”, gritou uma. “NÃO...as bolsas são dessas duas aqui!” disse outra, apontando o dedo para as jovens a sua frente. ”Como eu vou chegar ao trabalho agora desse jeito, parecendo uma maluca”, consternava-se outra. E enquanto isso, enquanto a espuma se espalhava sobre todos nós, eu e João, entoávamos um cem número de “Com licença! É aqui motô! E Pára essa zorra que eu quero descer!”. Moral da história: as vezes é melhor não sair loiro do quê queimado E finalmente chegamos a praia de piatã.
Domingo 23 de Novembro de 1986
Eu acho lindo o amor entre casais que se amam. Acho lindo demais aquele senhor na praia com a sua mulher mais nova. Ou aquela mulher madura beijando o seu jovem amado. Acho foda quem admira, sem julgar. Sem especular.
Afinal, jogo de interesse também existe nas relações convencionais.
É preciso muito amor e muita coragem para embarcar naquilo que foge dos padrões aceitos por uma sociedade nascida na hipocrisia e mergulhada em preconceito.
O amor não tem nem tempo pra essa confusão que as pessoas fazem no amor dos outros, gente. Nem tempo para regras que a gente quer impor a quem se ama.
O amor pode acontecer em frações de segundos e durar uma vida inteira. Ou pode ser construído durante anos e, simplesmente, acabar. Por descuido. Por acaso. Por um detalhe.
Vida longa aos casais que se amam. Que eles sejam eternos enquanto duram. Viva a quem se expõe, mesmo. A quem grita ao mundo que amar vale a pena.
O amor é atemporal. Está fora do domínio dos ponteiros de um relógio. Por sinal, o amor não usa relógio. Nem anda com pressa por medo dos atrasos. No fundo, ele sabe que só chega na hora certa, independente dos contratempos do caminho. Independente da diferença no ano fixado no RG.
O amor não pergunta nada a ninguém. Ele simplesmente acontece.
Que a gente aprenda a ligar o foda-se e a amar sem medo. A viajar sem destino ao lado de alguém que nos faz bem. A escutar os críticos e continuar caminhando. A escutar as piadas e gargalhar na cara de quem conta. A escutar o ‘eu te amo’ de quem a gente ama e suspirar fundo.
Cada dia mais amando mais.
