Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Reverte essa situação
Sou motivo de grande zombaria.
Todos desdenham de mim.
Menosprezo e rejeição.
Preconceito e gozação.
Como será meu fim
Reverte essa situação.
Senhor Altíssimo, nada posso sozinho.
Não entendo, não consigo, sou fraco, fraquinho.
Entrego este meu coração.
Já fui em frente, voltei atrás.
Fui de um lado para outro, como preso em alcatraz.
Surrado, chicoteado, brincam com meu semblante.
Manobram, articulam e manipulam,
Implantam toda opressão.
Me chamaram de vagabundo errante.
Reverte essa situação.
Senhor que é dono do ouro e da prata.
Nada faço por essa questão.
A tua luz, teu poder que todo nó desata.
Tua água que toda sede mata.
A vida de saciar do digno pão.
Reverte oh Senhor altíssimo, todo cenário.
Reverte essa situação.
Giovane Silva Santos.
13/09/2022 20:32hs.
Não sou a favor da autonomia do Banco Central porque quem governa um país, por óbvio, são os governos, eleitos democraticamente pelo povo, não os bancos...
Ainda bem que sou filho do Deus altíssimo, sendo assim sou herdeira dos bens celestiais. Sou adoradora, sou serva, sou cristã.
Garanhuns meu lugar (Cordel)
Sou da terra da garoa,
simplesmente Garanhuns,
o anum em sua bandeira voa,
e belezas lásão comuns.
Tem mais de duzentos anos de idade,
e muita história para se contar,
quem já morou sente saudade,
e quem não mora vai visitar.
Garanhuns é uma cidade bela,
para muitos especial,
é a cidade das flores,
como ela não tem igual.
Jardins, paisagens, sete colinas,
típica cidade do Agreste,
esse é meu lugar,
e representa o Nordeste.
Quem não me conhece pensa que sou uma pessoa normal para conversar, mas se forem fazer uma pesquisa com as minhas amigas elas vão-te dizer que troco de assunto, emendo um no outro, que confundo as ideias, que falo uma coisa depois falo outra, isso tudo num único tempo de conversa, agora avalia aí quando demora 24h para responder.
Ser romântica é ser brega?
Sou brega, sim...
Viajo na poesia, no toque, no olhar...
beijo bom, hum...
Sou brega, sim...
Ternura, meu ponto fraco
Alienada diante de turbulências?
claro que não...
Sou brega, sim...
Gosto de brilho, adereços...
Cuba libre... Meia luz com você ...
Então sou brega, e daí?
Se o beijo é bom, beijar em público
porque não, sou livre, e fiel...
Se a delicadeza estiver no toque
Se o arrepio vier do pensamento
em alguém e se transforma num poema...
Ah, sou brega, então...
Se a roupa brilha, meio fora de moda
Sapato azul, bolsa jeans...para que
combinar? Gosto de me destacar.
Se o perfume lembra dama antiga, mas...
te enlouquece...
Mais uma vez digo: Sou brega, sim!
Brida di Beenergan - (último romântico)
Mataram-me!
Mataram-me!
Morri lentamente, mas hoje sou uma mulher que nasceu outra vez, mais uma vez e nunca mais deixarei que alguém me mate por dentro.
Nildinha Freitas
as vezes sou
confiante ou fico tremendo de medo sem saber o motivo
feliz ou completamente destruído
introvertido ou extrovertido
educado ou mal-educado
inteligente ou um imbecil
mas uma coisa depois de muito tempo eu notei, eu não estou bem quando todas essas coisas são positivas, eu estou bem quando tenho um amigo e a gente jogue tu na mesa, nosso conhecimento ou curiosidades, será que apenas que amo ficar cansado de tanto falar e compartilhar conhecimento? espero que não se não nunca vou ter amigos por muito tempo.
Vozes de Ricardo Maria Louro -
Desperto me Sou
no silêncio da madrugada
adormecida ...
Oiço Vozes! Tantas Vozes!
Mil VOZES que oiço!
Meu leito está vazio.
Ausente. Sombrio.
Não me sinto!
Sinto medo ...
Porque escorrem águas
do meu Ser?!
Tantas águas!
Mil águas que escorrem!
E as VOZES já são gritos
e os gritos agonias
e as agonias saudade!
Tanto que meu corpo envelheceu!
O Tempo passou ... passou ...
Foi a morte que o levou!
E minha Vida se morreu ...
Foi-se como um vidro partido!
Mas afinal o que se perdeu?
O Poeta ficou!
Nos versos que escreveu!
Das VOZES que escutou ...
O ar está lá fora o ar está aqui dentro..nada paga essa sençasão de pertencimento .. sou brevidade e vou me indo, e que fique quem tiver de ficar...
No Enterro da minha Gente -
Sou ultimo vivente
d'uma infancia mal fadada
e recordo essa gente
numa fria madrugada
onde minh'alma sò
se via sem nada! ...
Minha vida foi diferente
do que queria a minha gente!
Eles nunca me entenderam...
Eles nunca me sentiram...
Eles não me deram nada ...
E a repulsa que lhes tive,
amargura que senti
fez de mim estrangeiro em casa ...
E o que ficou dessa ferida,
nessa fria madrugada,
entre a casa abandonada
e a minh'alma sem nada?!
Ficou a morte dessa infância
no enterro da minha gente ...
E alguém mais sofrerá a dor desta distancia?!
Haverá alguém mais que assim sente?!
Qu'importa?!
Sepulto os mortos do meu sangue
nessa casa abandonada.
E repouso por fim em paz, nesta hora,
no frio da madrugada...
Eles nunca me entenderam...
Eles não me deram nada ...
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