Eu sou o q sou Mesmo Caindo me Levanto Sempre
Tenho o que quero e preciso, e as briguinhas comigo eu deixo pra lá, quem sabe é o seu jeito de amar...
Doce voz de poeta
Consumindo as palavras poéticas
Vives vontade de morte
E eu, vontade de viver morte.
Como eu queria que um segundo fosse um século ao seu lado.
Como eu queria que todos os dias a gente andasse de maresia pelas rua de Itapuã.
Me disseram alguma coisa sobre você, eu nem liguei. Nada
mais me importa ao seu respeito. Apenas desgosto e dor. Fez um buraco no meu coração, e uma insatisfação te possuiu; e uma frustração tomou conta de min. E daí já passei a não saber mais quem era pior. Ilusão?/Desilusão? E daí vem a paixão passageira, entregue inteira. Amor de verdade não vai nem a metade. Ó vida cruel, injusta. Donde vem tanto engano assi?
Ainda sinto teu cheiro, como se te colocasse mais uma vez em meus braços, com você eu sonhei tanto amor, tantas venturas, ainda sinto febre como na última vez, do beijo derradeiro.
Amor que passou sem os ventos do tempo levar, agora cansado eu ainda amo, como se o amanhã fosse o ontem, como se a vida estacionasse e a terra não movesse em seu percurso.
Se o amor fosse tão simples como é escrever essa frase, eu estaria agora em seus braços e não nos braços da saudade.
“Hoje eu me peguei, pensando em você”
Mas “Se tudo fosse fácil”
A gente iria “Seguindo no trem azul"
Porque estou “Apaixonado”
Sei que vai dizer que sou "exagerado"
Mas “não sei parar de te olhar”
Só sei que vou ficar “te esperando”
Você é lu-z
eu troco o dia pela noite
o certo pelo duvidoso
a borboleta pelo corvo
Você é lux-o
eu troco o Olimpo pelo
tomara que caia
o fio transcenDENTAL...
Por que veio a mim e me fizeste escravo
pois o amor dói e faz corroer o coração
e eu quero morrer aos poucos
mas quero morrer sofrendo
quero morrer de falta de amor
eu quero morrer amando.
SE EU FOSSE TALVEZ UM POETA
Se eu fosse talvez um poeta
Faria em magia todas as páginas
Livres sem lágrimas, sem dor
Refeitas de sonhos coloridos
Vestidas com tinta da liberdade
Pintadas com dignidade e vida
Se eu fosse talvez um poeta
As letras tornar-se-iam em magia
Cobririam as páginas em branco
Já vazias, esquecidas, perdidas
Que de negro se vestiram
Pelas mágoas, dores e sofrimentos
Se eu fosse talvez um poeta
Escreveria somente poesia
Na autenticidade de um verso
As letras tornar-se-iam em magia
Cobriam as letras de toda felicidade
Neste mundo de dor sem amor
Se eu fosse talvez um poeta.....
Eu não pasteurizo emoçōes
Vivo intensamente cada momento
Que um novo dia seja um alento
E a tristeza logo se dissipe
No meu cotidiano sem lamúrias
A alegria, um acepipe!
Este é o meu, alimento!!
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