Eu sou o Homem Certo pra Voce
Universo de Dentro
Carrego um céu que ninguém vê,
feito de estrelas que brilham por fé.
Não sou espaço, sou explosão,
um infinito em combustão.
Entre o Vento e a Pedra
Sou vento que insiste,
sou pedra que resiste.
No meio, o tempo ensina
que tudo fere, mas tudo afina.
Sou um lagarto que está no casulo,
Calado no tempo, sem pressa, sem susto.
Enquanto o mundo grita, eu escuto o silêncio,
Cresço nas sombras, encontro meu centro.
Me chamam de fraco, de lento, de erro,
Mas não veem a força guardada no peito.
Não sabem que o escuro me ensina a lutar,
Que é no invisível que começo a voar.
Minha pele se rompe, mas é evolução,
Cada dor é parte da transformação.
A espera me molda, me afina, me guia,
Sou chão que se parte pra virar poesia.
O casulo é escola, fornalha e abrigo,
Me escondo do mundo, mas nunca de mim.
Sou lagarto, sou fúria, sou sonho contido,
Que logo desperta com asas sem fim.
E quando emergir, não serei o mesmo,
Serei novo, completo, mais forte, mais denso.
Não lagarto, nem sombra, nem só ilusão...
Serei liberdade em plena ascensão.
Nunca mais quero ter outro cheiro na minha pele
Nem outro olhar sobre mim
Sou seu país ...
Anda com teus dedos no meu corpo
Afasta e afaga seus dedos
E afoga teus lábios nos meus
Sente meus pelos
Assim como te aperto sem fim
Como o aperto de meu peito
Antes de te deixar
É muita saudade
Para dois que não se largam
Amo tanto você
E erro tanto por amar
Errante entre nós
Aquilo no luar
Amo muito
E de tanto amar
Não quero mais ser eu
Só quero ficar ...
Como podes uma mãe um beijo o filho negar
As vezes sou ignorante só para me aliviar
Meus pensamentos vai além da minha própria imaginação
Me sinto um filho excluído até então
As vezes não consigo nem pensar somente ignorar
Queria que as pessoas tivesse mais visão
Como posso eu esconder o meu próprio eu em meio a população?
Queria ser liberto para dizer e fazer oque penso
Mas todas as vezes acabo libertando meu ódio intenso
Queria saber me expressar sem brigar
Mas infelizmente enquanto meu eu me dominar só me resta digitar
Escrevo poemas não por que sou " viado " e sim porque sou apenas mais um homem frágil
Queria eu poder falar oque penso sem ser julgado
Mas oque me resta é escrever poemas no anonimato !
Me desculpa! sou de um tempo onde 1 alma valia mais que o mundo inteiro! hoje ela é trocada por qualquer merreca!
Não nasci pra agradar pastor, sou filho do Rei, protestante do Senhor
pastor que visa dinheiro é lobo devorador!
Amor, por favor!
Se não sou merecedor de seu amor,
Por que me usas? Enganas sem pudor.
Faz de mim um abrigo abandonado,
Sem chance alguma de ficar ao seu lado.
Fui seu suporte na dor,
Ajudei sem pedir por favor.
Desdenha-me sem pensar na dor que me causa,
Continua assim, indiferente e antipática.
Não quero mais te amar,
Não desejo contigo ficar.
Partiu-me ao meio e antes que pudesse ver,
Meu querer se quebrou, um pedaço que não irei reaver.
As vezes me acho melhor que algumas pessoas. Não deveria, mas acho. Sei também que não sou, mas acho. :-(
Sou grato por estar onde estou hoje, porque só a um conhecedor de meus problemas, e esse com certeza sabe até onde posso aguentar, só ele sabe do meu ontem do hoje e do meu amanhã, sou grato ao meu criador por ter me deixado chegar até aqui neste exato momento,
Não se apresse. Muito menos de engane. Não sou santo. Muito menos inocente. Gosto de certa sujeira que polui a minha mente. Principalmente a que cônjuque com pornográfico. Nas casualidades sexuais principalmente quando o compromisso é zero. Que nunca passe de uma noite. E depois um adeus e nada mais
As pessoas que me conhecem de verdade sabem como sou, é o que importa para mim. E quem não me conhece, [as pessoas] que falam mal, deixo de lado.
Sabe-se bem que sou humilde;
Não me visto de luxo,
não me calço de mentiras,
Não subo o muro de escadas,
Não bebo agua filtrada,
Não preciso de comida fresca,
Sequer ando de carro,
Comigo é tudo no popular
Quem me leva ao meu destino, (pobre destino)
É o expersso canelinha, ou o trem do meu povão.
De Guaianazes a Brás,
é esta minha vida Paulistana,
Que não troco pela vida puritana
Como carne aos montes,
Bebo vinho de 5°
Bato papo com mendigos,
Fumo cigarro barato,
Tudo isso, não por que amo de paixão minha vida comum.
Mas por que, nada me tira o gostinho de ver,
Os cidadãos que fazem minha cidade.
De sentir os Odores de sua Poluição matinal,
De sentir o ventinho do Metro batendo em meu rosto,
Enquanto fecho os olhos para poder senti-los.
De olhar as moças bonitas em grandes quantidades, e qualidades. De participar da vida das pessoas,
como o "homem bonito", o "feio rapaz",
O sujo, ou o limpinho que viram hoje.
Nada me tira o gostinho de ouvir a avó, no trem
falando do neto que nasceu, e é bonito.
Da mãe falando da mãe que se recuperou do acidente,
ou da doença.
Do pai brincando com a filha no colo,
com os olhos brilhantes de felicidade...
De ver os amigos se sorrindo,
num flerte diferente, e interessante.
De sentir o ar condicionado do TREM,
congelando minhas mãos...
De andar pelas ruas de SÃO PAULO,
e ver quem são as Impuras,
desdonzeladas, mulheres da rua...
Que dão os prazeres encubados aos pais de familia,
a tantos solteiros, e pessoas não tão comuns...
Essas que falo eu, que em muitos casos são o alicerce entre os casais, que ja não dormem juntos mais.
Ninguem me impede de viver, sem sentir o cheirinho nos cabelos das mulheres no metro apertadinho.
De sorrir e me sentir bem em dar lugar a uma senhora, a um deficiente, ou de pedir as bolsas das moças bonitas até o destino de um dos Dois.
E poder olhar admirado para tantas belezas.
E de ter minha namoradinha, linda namoradinha.
No descanço do meu colo, e seus lindos cabelos tão negros quanto a propria escuridão.. brilhando...
escorridos, feito macarrão.
O Interessante de tudo isso,
não é a vida mesquinha.
São os prazer que - a vida mesquinha - nos proporciona nesta cidade esquisita, que é a MINHA CIDADE.
A CAMINHADA
Caminho no vento, na brisa, na chuva.
Na minha vida sou caminhar.
Caminho na rua, tropeço na guia.
Minha caminhada ninguem vai parar.
Caminho em busca de um vale encantado.
Com flores e frutos pra me saciar.
Caminho na rima, por cima do muro.
Gritando e cantando, vou a caminhar. ,
Em passos curtinhos, e passos gigantes,
tu tens que ter folego pra me acompanhar.
Caminho no canto da rua de noite,
caminho de dia quando o sol raiar.
Caminho na praia, ponho os pés na areia
caminho num barco em alto mar.
Caminho sózinho, caminho contigo,
caminho, caminho, caminho, caminho...
Frustrado Estou perdido,
Sou refem do mundo mantido em cativeiro as portas abertas.
Faço de fato o que preciso mas a muito não o que quero.
Ser alguem pra alguem e ninguem pra si mesmo.
E que Deus me ajude em seu julgo...pois severo comigo Deus é.
E eu sem saber como servir-lhe e servir a eu mesmo...estou atado.
E atado eu, as atas estão frouxas. Me deixando poder correr e errar. E aprender o que ja sei que devo fazer. Mas nao quero.
Nessa pele que tu tocas há sentimentos. Não sou essa aparência, mas aquilo que habita essa forma de modo tão profundo que somente a sensibilidade seria capaz de decifrar.
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