Eu sou o Homem Certo pra Voce

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⁠Porque eu não respeito terapia. E não acho que ir ao escritório pra ouvir um agente da mediocridade explicar que palavras significam tais sentimentos nunca ajudou ninguém em nada, ajudou muita gente a ficar confortável e parar de entrar em pânico, que é um estado mental.

minhas palavras estão no passado
porque eu morri faz tempo.

Lá no interior eu era mais feliz, tinha paz
mental. Gozava a vida e não tinha nenhuma enfermidade. E aqui em
São Paulo, eu sou poetisa!

Eu quando pequena costumava ver o lado bom das pessoas, pena que nem todas tinham um lado bom.😢

Interessante como mudamos nossas opiniões sobre as pessoas e coisas. Se eu soubesse que na sua essência seria tão fraca, não teria dado tanta atenção como dei.

Deste mundo eu não quero e não espero nada, pois meu tesouro está nos céus.

A vida, embora possa ser apenas um acúmulo de angústia, é importante para mim e eu a defenderei.

E eu estava fugindo para bem longe
Eu fugiria do mundo algum dia?
Ninguém sabe, ninguém sabe
E eu estava dançando na chuva
Me senti viva e não posso reclamar

Sabe as vezes eu queria não ter te conhecido.
Porque eu ainda séria aquela "eu"⁠, a que não amava você ao ponto de sentir dor quando te ver indo embora.
Dói fingir que não sinto nada, já te falei te amo de todas as formas que pude.

⁠Que raiva de mim, o pior é que eu nem sei porque tô com tanta raiva.

Eu quero uma vida de cabeça pra baixo...
Sentir aquele friozinho na barriga, mais só por coisas boas...
Nela só serão possíveis os sentimentos que eu desejar..
Amor, Alegria e acima de tudo Felicidade!
Entrada proibida de qualquer tipo antídoto para esses sentimentos.!!

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

Era de costume eu me sentir sozinha mesmo estando com pessoas ao lado. As vezes sentia um vázio que não conseguia preencher, um vázio que só poderia ser preenchido por alguém que não me dava atenção, não me proporcionava momentos agradáveis. Mas sempre eu almejei a mudança nesse alguém, eu botei fé que um dia essa situação de desamparo iria mudar. Foi aí que eu percebi algo, a mudança em alguém só acontece de verdade, quando a gente dá um voto de confiança. Por maior que seja o sacrifício em acreditar novamente na pessoa, temos que pensar posivo. Pensar que estamos fazendo o bem não só pra pessoa, mas também pra nós mesmos. Apoiar, confiar e acreditar, fazem parte da vida. Hoje em dia o vázio que não era preenchido, se preencheu completamente.Eu apostei todas as minhas fichas em você, e você retribuiu dando valor a confiança que lhe foi dada!!!🍀🍀🍀

Não consigo parar de dizer coisas. Tudo que eu penso e sinto. Há quem chame isso de “honestidade”.

Eu mudei de sexo, não de coração.
(María José)

“Gosto que me digam a verdade. Eu decido se ela dói ou não”. Nem sempre a verdade vai nos trazer alívio ou alegria, mas a vida precisa ser vivida com clareza, por mais que essa transparência traga dor. Ainda assim, é uma dor que nos localiza, nos situa, nos confronta com o amadurecimento e aprendizado. Pois tudo está em pratos limpos, às claras, sem manipulações, hipocrisias, omissões e mentiras.

Eu não digo que os corpos parecem simplesmente seres externos ou que minha alma parece simplesmente dada na minha autoconsciência, quando afirmo que as qualidades do espaço e do tempo – segundo as quais, como condição da sua existência, coloco aqueles e esta – estão no meu modo de intuir e não nesses objetos. Seria um erro meu se transformasse em mera ilusão (Schein) aquilo que devo considerar como fenômeno.

Eu tinha tocado em uma ferida...

Horizonte do meu eu
Dentro de um olhar triste busquei minhas lágrimas cansadas Procurei resposta de um coração dorido Vem o vento soprar as lembranças de um sonho lindo Olhei a frente em direção do horizonte Não consegui ver a força do universo em mim Fechei meus olhos para não entristecer a alma, calei-me diante da dor e chorei junto com o amor Entre as nuvens do céu e o azul celeste, uni o vento frio que sopra na alma embriagada de saudade… Dentro do infinito eterno de solidão encontro parte da esperança Entre os desencontros ainda sinto a luz e vejo os reflexos de um passado em pensamento a purificar a alma dorida...

Podem me chamar de orgulhosa, que eu não presto, de grossa de tudo.. querem saber minha opinião sobre isso? To adorando.