Eu sou o Homem Certo pra Voce
Esmeridade
Prazer, eu sou um cronista, viajante, e caminhante.
Frequento tertúlias para esquecer de guardar os seus livros da estante,
pois todas as noites eu sonho que me perco em profundidades,
e a penumbra em meu peito não me permite esquecer todas as suas singularidades.
Eu escrevi um poemário completo de heteronímias com seus detalhes,
pra que você possa se identificar um dia naquelas linhas,
e essa minha inquietude me fez entender a definição do indizível,
porquê perto da sua fragilidade eu me sinto um pouquinho mais sensível, e amigo.
Estou aprendendo a conviver com as vicissitudes da vida,
e entender o inexorável motivo de não termos nem tentado um dia.
Viver, conviver, e improvisar é o que posso fazer no momento,
Estávamos cantando, brincando, e sorrindo no gerúndio, hoje estou morrendo.
Sobrevivo nessa metamorfose devido a minha resiliência,
e é complicado estar no outono vendo a sua florescência.
A saudade, a veneta, a revolta e o silêncio pode ser algo fútil,
inútil, mas o querer do escrever é completamente lúdico.
Me sinto como um navegante perdido nessas ondulações e sem porto seguro,
estar em terra firme sem ter um lar é um tanto quanto duro,
procuro, aturo, me torturo, fico em cima do muro,
murmuro, rasuro, e me juro ser menos imaturo.
Queria poder cantarolar e me inspirar na sua autenticidade,
afinal, nós somos antônimos e você é sinônimo de cumplicidade,
Mas eu me desafio, e aposto aguentar as diversidades,
ouvindo sempre a eloquência da sonoridade de suas verdades.
Todos já enxergaram o diáfano dos meus sentimentos
os detalhes, a duração inexpressável que calcula a medida do tempo,
O meu cuidado, o seu fulgor, as nossas dúvidas e particularidades
e toda a constelação cintilante que nos transforma e eterniza em forma de arte.
Poderia dizer que estar com você é algo desejável, catártico,
mas não tenho como escrever se a tinta da minha caneta congela no seu frio do ártico,
Só não espero que no amanhecer você vá embora e traga com sua ausência a dor,
Pois eu evitei ao máximo escrever o seu nome, e a palavra amor.
CONTINUUM
Entender a conhecer-me. Não existo? Existo
Sou o interregno entre eu e eu mesma
Na dualidade de ser o que os outros me fizeram,
ou metade desse intervalo, porque também há vida ...
Sou isso, enfim ...
Entender a conhecer-me. Não Existo? Existo
Encontro-me em vários lugares aqui e acolá;
Num mesmo espaço do tempo,
Ontem é hoje ,
Hoje é Amanhã e amanhã será o ontem....
Finalmente o ontem será o presente....
Sou isso, enfim...
Entender a conhecer-me. Não existo? Existo.
Contudo, todavia, entretanto...
Quem fui não me lembra senão como uma história apensa.
Quem serei não me interessa, pois já sou !
Assim como o futuro do mundo está no passado
Sou isso enfim...
Entender a conhecer-me. Não existo? Existo.
Sou natureza do tempo, da vida e da humanidade.
A vida me foi dada um bilhão de anos atrás.
Vejo, sinto, ouço tudo no todo....
Agora entendi a conhecer-me. Não Existo? Existo
Puro sofrimento, estou em toda parte....
Sou isso enfim...
Acaso sou Deus de mentira que não posso cumprir o que eu te prometi?
Aquietai-vos pois eu sou o mesmo Deus que te tirou do Egito,o mesmo Deus que te levei a terra prometida,o mesmo Deus que fez o Sol parar,o mesmo Deus que fez a sombra da terra retroceder,o mesmo que mandou maná do céus,podem o passar Céus e terras mas tudo o que eu te prometi eu vou cumprir,porque não sou homem de mentira!No tempo certo eu vou agir vou te entregar a vitória!Tenha paciência porque o meu tempo é diferente do seu! Ainda que tudo pareça escuro e sem possibilidades "CREIA" no tempo certo eu vou agir!
Penso, falo, faço... Não me arrependo das minhas atitudes, pois sou seguro de mim, eu sou perspicaz. Cara, eu me basto.
Diante de qualquer situação ruim eu penso: "pelo menos eu sou bonita", e juro que o problema diminui uns 60%.
Como uma ponte sobre águas turbulentas…
É o que sou muitas vezes, essa ponte.
Eu nunca descanso, porque sei que sempre
tem alguém precisando.
Guarde no coração o que eu vou lhe falar
Através da poesia gosto de expressar
Sou um poeta que aprendeu a amar
Um filho de Deus sabe respeitar
Quem sou eu que trago no olhar a autoridade do mar.
Nos atos a ousadia de quem sabe amar.
Sou brisa mansa. Sou tempestade que assola.
Sou fogo que consome a neve de sua alma.
Tenho o encanto das aves. A habilidade dos selvagens.
Sou realidade. Sou miragem.
E no mesmo instante te faço conhecer o sabor da vida.
Curando dores. Sarando feridas. E arrasto para a morte.
Te levo ao abismo. E num simples voo te resgato de lá.
Me estabeleço em sua fantasia.
A tal mistura entre a razão e a magia.
Sou metáfora que entre parábolas tentas desvendar.
Sou enigma que a inteligência humana jamais entenderá.
Sou lenda que queres desmistificar.
Sou mistério. Pegadas sem rastro. Perfume no ar.
Sou contradição em quase tudo que existe.
SOU MEIO. SOU FIM. SOU INÍCIO.
EU acredito em PapaiNoel...
sou de uma época em que colocar o sapatinho na janela era sinal
de um bom presente...era nessa mesma época que a magia povoava os sonhos de todas as crianças de onde morava e era só encantamento a espera de papai noel.
éramos oito lá em casa...
e não tinha tanta janela pra colocar tantos sapatos...
e era uma concorrência um tanto louca e cada natal
e fazíamos uma espécie de sorteio pra vê quem colocava o sapatinho na janela.
e era sempre eu a contemplada...
e todos os outros sapatinhos ficavam espalhados pelo chão da casa...
dormíamos cedo porque acreditávamos que papai noel só entraria pela porta se estivéssemos dormindo já que lá em casa não tinha chaminé.
então fechávamos os olhos e logo chegava o sono...
e pro meu desencanto, em todos os natais vividos na minha casa, ao amanhecer, via todos os sapatinhos enfeitados de presentes menos o meu...
me entristecia e com os olhos arregalados de espanto via a festa das minhas irmãs ao abrir os presentes e eu a contemplar o meu sapato vazio.
ai em lugar das lágrimas que não saiam dos olhos vinha a esperança de um novo natal...e o meu sapatinho continuava lá a espera do presente.
Quem é filho de Deus?
Todos dizem:
- Eu sou filho de Deus!
O filho tem os traços do Pai, semelhanças.
Como pode um filho não ter o DNA do Pai?
Porque é um filho somente de palavras e não foi gerado.
Eu n sou a vilã da história, mas não ha santidade nos meu pensamentos.. Pois quando vcs me jogaram no chao, era escolha minha me levantar, mas preferir me manter sujeita ao seus desejos egoísta..
Da força eu sou do lado NEGRO!
Por fora e por dentro orgulho de ser preto!
Orgulho do meu nariz e do meu cabelo!
CABELO CRESPO que recebi pra lembrar dos ancestrais que vieram como ESCRAVOS nos navios NEGREIROS!
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