Eu sou assim Completamente Indefinida
Hoje tirei um tempo para mim, para ler as entrelinhas de minha própria história: Percebi que sou uma pessoa melhor do que imaginava...
Quem disse que não sou feliz e bem organizado?!
Se não consegues guiar-te a si próprio porque preocupa-se tanto comigo?
Minha vida anda boa e bem executada , por mais que aos seus olhos não pareça.
Nada sei nem sou
Vivo cada passo sem urgência
Nada programado, nem previsto
Meu tamanho é tempo começo meio e infinito...
Sou a suavidade e a ponderância por escolha e por princípio. No entanto, vez ou outra, a vertigem incontida de uma emoção supera minhas próprias molduras. Como não me perder entre o etéreo e o insano das minhas próprias emoções? Ensine-me, quem o conhece, o caminho mais previsível e linear de um viver e de um sentir sem esses abismos de razão, sem esses tão intemperantes quereres. Aqui, entre os limites do que bem conheço e o inevitável do de nem imagino alcançar, sigo em sintonia secreta com a majestade livre e indomável de um unicórnio ainda pálido pelos sustos e pela desconfiança de seu aparente regaço.
Sou inexorável para muitas coisas, mas, vez ou outra, a vertigem néscia de uma emoção supera minhas próprias molduras. Aqui, entre os limites do que bem conheço e o inevitável do que nem imagino alcançar, sigo em sintonia secreta com o púrpuro das asas de uma borboleta.
Não sou mais o mesmo,
ando a esmo,
no caminho escolhido,
estou perdido.
Nos primeiros passos
não errava o compasso...
mil passos depois
não sei mais o que já foi.
Me repito, me complico,
o visto, o não visto,
pro imprevisto
me visto.
Modificado pelo tempo,
calejado, maleado,
ajustado, adaptado...
não mais o mesmo
mas o mesmo mudado.
Me mórica vulcânica
Sou o puro fogo
Larva...
vulcânica!
Que queima reduzindo a cinzas, tudo o que tiver no caminho.
Sou fogo intenso.
Intensifico seu sentido
Chama que não se apaga
bem acesa queimando por dentro e por fora
Te aqueço em noites frias, madrugadas
Te aqueço e me esqueço que queimo.
Deixando em chamas seu ser por dentro
Não gosto tanto de água, detesto calmaria.
detesto calmaria, pois o fogo me alucina.
Calmos pássaros em águas translucidas
Essa inconstância das águas me assusta.
Bomba relógio
Bomba reló...
detesto calmaria.
prestes a estourar.
Sou amor e ódio
As vezes me mórica vulcânica em madrugadas frias.
Estações
Sou estações...
Frio, flores, frutos,
Calor, dor, amor.
Perco o centro,
Reencontro
Me refaço,
De retalhos.
Perco as folhas
Sem escolhas.
Provo frutos
Imaturos.
Mas me refaço
Das quimeras,
Dos outonos
Demorados
Das sensações
Doloridas.
Visto o verde,
Primavera florida,
Reencontro (sempre),
Na árdua lida,
Um sentido para vida!
• Sou α gαrotiinhα imperfeitα, αqueela queê chorα de dor, αqueêlα queê ja sofreu poor αmor, αqueelα que sαbe se αrrepender ♥
Gosto tanto de tirar fotos. Não sou uma fotógrafa profissional, me considero uma fotógrafa da Natureza. Gosto de registrar um orvalho na rosa, um pássaro no portão. A Lua quando está bela. O céu quando está exibindo cores diferentes. Gosto de fotografar os gatos preguiçosos exibindo suas preguiças. Gosto de fotografar as joaninhas e o quanto elas ficam bonitas em uma folha verde. Os coelhos e suas fofuras. As cachoeiras e os mares. Eu brinco com a câmera como uma criança que brinca de mundo. Porque fotografia é pura poesia. E a poesia habita em meu coração.
Cada um tem de mim aquilo que cativou (idem). Não sou arrogante, mas o fato de pensar diferente incomoda aqueles que não são abertos a mudanças. Sou chata, sim, sou eu. Se tenho que sorrir, caio na gargalhada. Se tenho que chorar, quase me mato, sou eu. Geralmente, não imploro pelas pessoas, assim como tenho memória acredito que as pessoas também têm. Então, se eu te incomodar, seja como eu, não ligo.
Meu Deus, me ajude no encontro de mim, porque nessa estrada enorme que sou, há de haver muitas curvas. Não te peço que me traga a pessoa amada em três dias, mas que me traga sempre de volta, para que eu possa me perder sem perder o caminho que me leva ao meu próprio início. Não te peço que me farte de bens, mas que minhas dívidas feitas por atitudes e palavras afiadas possam ser perdoadas e que eu saiba perdoar e me perdoar também. Não te peço todos os dons, mas que eu tenha a capacidade de me reinventar quantas vezes precisar. Livrai-me de tudo o que em vão me afasta de minha solidão, porque é nela que encontro e entendo o que deve permanecer. E por fim, Deus, nunca faça a barba.
Cansei de me esconder, de fingir ser algo que não sou.
Cansei das lutas falhas, das buscas infundadas dos sonhos impossíveis.
Cansei de ser ninguém, de ser apenas sombra e invisível.
Não serei mais escada, nem portas para um futuro incrível.
Serei apenas eu construindo o meu mundo, os meus sonhos. Escrevendo o meu destino.
