Eu sou assim Completamente Indefinida
Pedaço que se reconcilia.
Toda vez que me encontro assim perco um pedaço de mim
Um pedaço que poderia ser teu,
Poderia ser até um pedaço que te amasse,
Me encontro nessa situação, situação critica,
Por não saber o que eu quero, não saber do que preciso realmente,
As vezes preciso de você, as vezes não quero nem te ver,
Acho que esse pedaço que eu perdi, era realmente o pedaço que te amava.
Estranho isso, conseguir não te amar parece ser fácil, mas conseguir te esquecer que é difícil,
Em brigas me encontro deitado em minha cama, pensando, reparando, te olhando em minha frente, sem você ao menos estar lá,
Gostaria de saber o porque, o porque disso tudo, o porque das pessoas amarem as outras,
Se esse amar parece mais sofrer.
Hoje penso não te querer mais, amanha já penso te querer muito, é isso que me faz sofrer,
Como já disseram antes, “Te amo mais que ontem, e menos que amanha”, mesmo eu perdendo esse pedacinho que te amava, ainda amo você mais que ontem, e tenho certeza que te amarei mais ainda amanha.
Todos acham que criminosos têm uma mente perversa que planeja tudo, mas não é assim. Somos pessoas comuns que, às vezes, encontram barreiras.
Quando as pessoas são especiais:
Elas contribuem para que tudo se torne especial!
E assim tudo tem um sabor especial,
uma cor diferente.
Tendo um jeito de ser que não é comum.
O coração, para ser especial,
precisa levantar todo dia com um desejo
de modificar a si
e daí as coisas todas ao seu redor
vão tomando outra cor,
outro modo de ser.
A vida não é um fardo pesado,
é um monte de algodão que a gente usa
para sentir-se macio e delicado
ou para secar as lágrimas que às vezes podem
teimar em cair.
Ah, meu sorriso,
meu modo de ser,
minhas atitudes perante a vida.
Nada pode ser mais nosso
do que uma consciência tranquila,
um olhar de carinho,
ou fazer aquilo que o coração pede.
A vida é a maior escola,
a melhor terapia.
O amigo que te ensina todo o tempo.
A vida é um dom, uma dádiva,
um desejo de querer sempre
que a alegria seja eterna
e a paz se esparrame
pelos véus da alma.
As lágrimas são uma coisa curiosa, pois, assim como os terremotos e os camelôs, podem surgir em qualquer momento, sem nenhum aviso e sem um bom motivo.
Desejo é uma coisa estranha. Assim que é saciado, transmuta. Se recebemos um fio de ouro, desejamos a agulha de ouro.
ASSIM ERA DELE
Pensando nele,
deslizava sobre o cetim,
liso branco virgem.
Contorcendo o corpo arrepiado.
Duas mãos eram poucas,
para tanto que o corpo
implorava ser tocado.
Dedos espalmados,
catando todas dobras
de cada parte do corpo.
O rosto no lençol frio,
pedia calor.
A boca mordendo o travesseiro,
desejava sabor.
Duas pequenas pontas, arrepiam,
endurecem e intumescem, avolumam.
As pernas se juntam e encolhem,
em movimentos alternados e constantes,
friccionando e atiçando seu pequeno íntimo.
Apertando, se soltando, prendendo, relaxando.
nas dores crescentes, urgentes por ser possuida.
Ùmidas, suadas quentes arrepiadas, eram todas a dobras,
todos os cantos, cada vez mais, ao serem tocadas.
Lava quente, liquido viscoso,
perfume de amor inebriante,
brotava silenciosamente,
Vagarosamente por entre virilhas e coxas.
Olhos semicerrados e revirados.
Boca aberta, delirio, um grito
silencioso de dor e prazer.
Assim era dele.
No amor desesperado é sempre assim, não é? No amor desesperado, nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficando arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmos criamos.
Ouvi todos, pois em verdade assim aconteceu: Estava Buda certo dia na montanha Grdhrakuta, em companhia de seus santos eleitos e de discípulos iluminados, quando uma multidão composta de monges e monjas, fiéis de ambos os sexos, seres celestiais, dragões e espíritos demoníacos, juntou-se querendo ouvir sua pregação. E ao redor do trono de Lótus em que Buda se sentava, respeitosos reuniram-se todos, seu santo rosto contemplando sem ao menos piscar. Foi então que Buda pregando disse:
'Devotos do mundo inteiro ouve-me:
Deveis muito à bondade do pai,
Deveis muito à compaixão da mãe.
Pois se o homem está nesse mundo
Tem por causa o karma,
E por agentes do karma os pais.
Não fosse pelo pai não nasceríeis,
Não fosse pela mãe não nasceríeis,
Eis porque
Da semente paterna recebeis o espírito,
Ao ventre materno deveis a forma.
E por causa dessa relação cármica,
Nada neste mundo se compara
Ao misericordioso amor de uma mãe:
A ela deveis a eterna gratidão.
Desde o momento em que a mãe
O filho recebe no ventre,
Nove meses ela passa sofrendo,
Em cada ato cotidiano -
No andar, no parar, no sentar, no dormir.
E o sofrimento não lhe dando trégua,
Perde a mãe a vontade
De satisfazer a fome e a sede, e também de ataviar-se,
Apenas pensando em dar à luz o filho com segurança.
Os meses se completam
O dia do nascimento chega,
E os ventos cármicos o acontecimento apressam.
Sente dores a mãe em cada osso e cada junta,
Treme o pai de ansiedade pela mãe e pelo filho,
Parentes e conhecidos com ele sofrem.
Nasce o filho sobre a relva,
Infinita é a alegria dos pais,
Semelhante à da mulher pobre que de súbito ganha,
Mágica pérola que todos os desejos realiza.
Ao ouvir o primeiro choro do filho,
Sente a mãe também ela renascer.
A partir desse dia o filho
No colo da mãe dorme,
Em seus joelhos brinca,
Do seu leite se alimenta,
E em sua misericórdia vive.
Sem a mãe o filho não se veste nem se despe.
A mãe, mesmo faminta, tira da própria boca
Para o filho alimentar.
Sem a mãe um filho não se cria.
Considerai, todos,
Quanto leite sorvestes ao seio materno:
- Oitenta medidas repletas por dia!
E o tamanho do débito para com vossos pais:
- Infinito como o céu.'
[...]
Meu mundo caiu
E me fez ficar assim
Você conseguiu
E agora diz que tem pena
de mim.
