Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Eu me perco na rua de casa, quando você me olha com aquele olhar de quem não desejar nunca terminar de me esculpir.
Mataram as borboletas no estômago,
Não perceberam,
Que no peito eu tinha uma fênix,
E na mente uma águia.
Eu trato o meu corpo duramente e o obrigo a ser completamente controlado para que, depois de ter chamado outros para entrarem na luta, eu mesmo não venha a ser eliminado dela.
Um dia me disseram que não dava, que filho de pobre só se ferrava, e que bobeira, eu quase acreditei...
Eu não confio na competência real daqueles que têm a necessidade de afirmar o tempo todo o quanto são bons e que irão vencer.
Sem perceber, eles expõem sua suas reais crenças e inseguranças sobre as próprias capacidades.
A competência real gera confiança. Ela dispensa a necessidade de autoafirmação constante.
O que fará barulho pelos competentes reais serão os seus resultados, não os seus cantos de guerra.
Dia - 13: Que peso posso liberar hoje para ficar mais leve?
- Eu solto o que pesa e volto ao centro.
- Soltar abre espaço para o novo.
- Soltar ensina a dançar com a vida.
- Soltar dá asas e medida.
- Soltar clarifica minha mente e meu passo.
- Soltar é gesto de amor por mim.
- Soltar revela meu horizonte amplo.
Eu não aguento mais,
Viver nesse mundo voraz,
Refém da falsa paz.
Terra de aparência,
Do mal e sua essência,
O funil da decadência.
Podre é a raça humana,
Seu coração muito se engana,
Sua mente é profana.
