Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa

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Mestre das Marionetes, eu controlo suas cordas
Retorcendo sua mente e esmagando seus sonhos

Quem disse que o amor era cego
Se foi através de um acaso olhar
Que conheci quem eu mais queria conhecer!

“Amores recordam-se e olhares nunca se esquecem!”
E este é daqueles que jamais me sairá da memória.
Para sempre ficou guardado o nosso primeiro olhar
Que, no mínimo penetrante e profundo,
Uniu e abraçou dois simples corações.
Ficaram também registados cada um dos teus sorrisos,
Quando apaixonadamente me olhavas…,
Mas ficaram por registar as minhas palavras
Que por estúpida timidez
O meu eterno silêncio preferiu calar.
Porém só espero que este silêncio não mais perdure,
Para que saia deste coração um entalado “Eu amo-te”,
E abrir espaço para uma nova pasta: a dos beijos!
Que a memória espera, ansiosa,
Por encher até transbordar!

Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais, quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou;
Você, pra mim, mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.


Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto finjo, enquanto fujo.

Eu e você somos uma coisa só. Não posso te maltratar sem me ferir.

Mostra o teu lado mais mulher, mais ousada, mais provocante. Eu juro que seu lado mais frágil me apaixona, mas é teu lado mais provocante me faz perder o controle

Por que os casais brigam?
Minha esposa sentou-se no sofá, junto a mim, enquanto
eu passava pelos canais.
Ela perguntou, “O que tem na TV?“
Eu disse, “Poeira. “
Aí então, a briga começou...

Eu não escolhi gostar de você, isso simplesmente aconteceu. Foi uma coisa natural, do jeito que deve ser.

Eu não posso imaginar um homem realmente desfrutar de um livro e lê-lo apenas uma vez.

Eu sei que é difícil, eu sei que eu errei, mas ninguém é perfeito. Quando você puder me perdoar, eu irei te agradecer. Eu só queria uma chance para te provar o carinho imenso que sinto por você. Lembra daquela vez que corremos de madrugada pela calçada, gritando? Lembra quando fomos andar de bicicleta no parque e um garoto te olhou e te xingou, lembra o que fizemos com ele? São tantas lembranças inabaláveis, lembranças que eu jamais esquecerei. Você é minha, só minha melhor amiga, e não importa, eu te amo.

Eu,
Acredito que nada acontece ao acaso.
Acredito que tudo o que parece ruim tem um fundo de aprendizado necessário, para que o próximo passo seja para melhor e, sempre é para melhor...
Acredito que portas não se fecham se não houver portas maiores e melhores abertas à frente, basta que nossos passos, cabeças e olhos sigam essa direção.
Acredito que o que ficou para trás, se foi ruim pode servir de aprendizado, mas não deve ser mantido por muito tempo na memória e de jeito nenhum em nossos corações; se foi neutro pode ser colocado de lado, não se deve perder tempo com o que nada significou; e se foi bom deve ser lembrado docemente e pode até ocupar algum espaço em nossos corações, até porque, coisas boas trazem bons sentimentos, mas, olhar o tempo todo para trás não é bom, quando menos se espera estamos diante de um paredão, por isso, CUIDADO!
Acredito que a vida deve ser desfrutada, não aceito nem tão pouco permito que minha passagem por esse belo Planeta Azul seja insignificante.
Acredito que o segredo da vida está em não deixar de ACREDITAR!!!!!!!!

SENHOR TRATA-ME AMANHÃ COMO TRATEI OS OUTROS HOJE.

Que eu seja julgado com a mesma justiça com que julguei;
Que eu seja amado com o mesmo amor que doei;
Que meus filhos me tratem da mesma forma como tratei meus pais;
Que meu companheiro faça por mim tudo que por ele fiz;
Que meus pais me respeitem como eu os respeito e que falem comigo com o respeito com que falo com eles;
Que as pessoas reconheçam minha luta e minha vitória assim como eu reconheci a deles;
Que eu nunca me sinta vitima da situação e sim autor;
Que eu pense antes de agir e que seja humano suficientemente para arcar com as conseqüências;
Que eu saiba reconhecer que sei tão pouco que chego a ser digno de pena;
Que eu saiba aprender com o erro dos outros, não para tripudiar, mas para diminuir a dor da minha jornada e para menos errar;
Que me dêem a atenção que receberam de mim;
Que me ouçam da mesma forma com que os ouvi;
Que se um dia eu cair, ou caído estiver me ajudem da mesma forma que eu os ajudei;
Ao final de tudo, espero que as pessoas tenham o sentimento de companheirismo para agirem e doarem-se mutuamente, mas que cada uma faça o bem que lhe cabe sem esperar nada em troca, pois assim o bem será mútuo e contínuo e que
Eu seja o filho que Deus projetou;
E o irmão por quem Jesus tanto sofreu...
Que eu leve alegria, mesmo que por dentro a dor me consuma...
Que eu saiba reconhecer que por pior que esteja ainda há quem esteja pior que eu... e que precisa de mim;
Que se nada na vida conseguir, eu consiga ao menos deixar boas recordações... sorrisos e saudades, pois tudo o que é material um dia se acaba, mas o que é espiritual, o que é advindo do amor, dura eternamente.

Que eu seja mais alma que carne;
Que eu doe mais, muito mais do que posso receber.

Eu acredito em desejos e na capacidade das pessoas em fazer um desejo se realizar. Acredito mesmo. Toda a vez que eu vejo um pôr-do-sol eu fazia um desejo em segredo um pouquinho antes do sol se esconder no horizonte. Parecia que o sol tinha levado meu desejo com ele. Eu fazia logo quando o ultimo raio de sol brilhava. E um desejo é mais que um desejo é um alvo, é algo que seu consciente e subconsciente podem tornar realidade

A minha infância morreu há muito tempo; mas eu vivo ainda.

Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. [...] Entretanto, se eu me ativer só à lembrança da sensação, não fico longe da verdade. [...] Realmente, por mais preparado que estivesse, padeci muito. [...] Sofria com alma e coração; demais.

Machado de Assis
Dom Casmurro

Enquanto você paga de gatinha, eu me garanto como felina, porque não basta só miar, tem que saber arranhar.

Quando eu olho para a minha amada eu vejo os fragmentos de milhões de pequenas coisas que somadas me dizem que ela é a mulher da minha vida.

Em outra vida, eu seria sua garota. Em outra vida, eu faria você ficar. Então eu não precisaria dizer que você foi aquele que foi embora... aquele que foi embora.

Katy Perry

Nota: Trecho da música "The One That Got Away".

Explosões

"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.

Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.

Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.

Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.

Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.

Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.

Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.

Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.

Minto, tenho tudo a ver com explosões.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

Eu não estou envolvido mas meu papo não faz curva. Moro, inabalavelmente, eu sigo em frente.

Hoje eu acordei gostando mais de mim, vou cair fora numa boa...