Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Críticar é fácil, difícil é enxergar a beleza das coisas.
Só se vê bem aquilo que se carrega dentro de si e se reconhece no mundo.
Crítico é aquele que deseja castrar, para assim obter completo controle sobre o mundo externo.
Será que você deveria realmente ter passado por tudo aquilo? Ou isso é apenas uma forma de pensar, te consolando, pelo tempo perdido?
O maior risco de um ser humano é gastar energia e tempo em crenças movidas por tudo aquilo que não conecta com o idioma do amor.
Quando vivemos o evangelho, nossas palavras só confirmam aquilo que todos já sabem, mas quando falamos o que não vivemos, também seremos conhecidos, não por cristãos, mas por HIPÓCRITAS.
Leve na mente
algo que não pesa na vida.
Eleve a mente
àquilo que não causa ferida.
Se não for o que te faça crescer,
Se não for o que te faça existir
Deixa pra lá, o que não vale é sofrer,
Deixa pra lá a isso não vale insistir.
Sentimento bom
nos causa prazer.
Sentimento bom
Deve se refletir.
O que há por dentro
Vai prevalecer,
O que há por dentro
Tem que ser bom e se expandir.
Eleve a mente
A mente leve.
É Crescer e Evoluir.
Por que / Por quê / Porque ou Porquê?
Por que isto, por que aquilo?
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Não somos poetas e tampouco atores da situação,
mas somos pessoas reais que ouvem as poesias dar-se-ão as críticas,
e assistimos os atores encenarem algo que outrora já presenciamos.
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Não há como ler suas poesias e não despirmos uma "opinião",
Não como assistir suas peças e não se emocionar.
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
Nos despirmos do que não nos convém, mais!
Nos emocionamos com a atitude farsante da personagem personificada!
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
(QUE BOM SERIA...↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑↑)
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Sim. Há muita gente comprando doce(s) com o nosso dinheiro,
e para explicar essas cifra$($) no plural,
eles vestem a máscara - ou as tiram - e explicam uma poesia.
Sim, explicam, pois nos acham leigos a ponto de não entendermos o que se passa.
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Escolhemos ser POSIÇÃO? SITUAÇÃO? OPOSIÇÃO?
Escolheremos sermos AÇÃO?
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Quando se brinca ingenuamente,
não se liga para a sujeira,
o joelho ralado,
o empurrão ou o abraço dado.
Brincamos...e o tempo passa.
Nos limpam, nos alimentam e nos põe para dormir.
Tudo isso enquanto ainda somos crianças.
Tudo isso muda quando deixamos de ser crianças, e,
sim: Somos empurrados para depois sermos abraçados
e novamente sermos lançados ao chão para ter os joelhos dobrados,
ralados e implorarmos...
Não há mais ingenuidade, há somente máscaras
e frases feitas de "Por que / Por quê / Porque ou Porquê?"
Como dizia Cecília Meireles: Ou isto ou aquilo...
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual o melhor: se é o porque distou ou daquilo, estar acontecendo.
Suas poesias se mostram Parnasianas mas suas emoções estão mascaradas, em breve quando ela cair, clamará por Dante e por sua divina comédia, por que este drama lhes pertubarás pelo resto da vida.
— Or tu chi se’, che vuoi sedere a scranna / Per giudicar da
lungi mille miglia, / Con la veduta corta d’una spanna?
Não prometa para alguém aquilo que nem mesmo você é capaz de fazer por si, a vida pode te cobrar juros altos.
Aquilo que caí no trajeto da mudança no serve para o novo,apenas temos que pegar de volta o cachorro se por descuido ele cair.
Não cobrar aquilo que deveria ser devolvido na reciprocidade,
do caráter,
personalidade,e consideração.
